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Nomar Online

Marinha divulga resultado da Operação “Verão 2021/2022”, no Litoral Norte gaúcho

Operação "Verão"
 
Palestra sobre segurança da navegação em embarcação de passeio turístico
 
A Agência da Capitania dos Portos em Tramandaí (AgTramandai) participou, no período de 15 de dezembro de 2021 a 15 de março de 2022, da Operação “Verão 2021/2022”, que é promovida pela Marinha, em todo território nacional, com o intuito de conscientizar condutores e passageiros sobre a importância das regras de segurança da navegação e de preservação do meio ambiente marítimo e fluvial.
 
A AgTramandai, durante esse período, atuou no Litoral Norte gaúcho, empregando 28 militares, com registros de 965 abordagens de embarcações, 12 notificações, 6 apreensões. Colaborou, também, com a campanha "Travessia Segura", de âmbito nacional, coordenada pela Diretoria de Portos e Costas, que tem como foco principal as embarcações de transporte de passageiros e turismo náutico.
 


Ação durante inspeção naval
 
Após esse período de intensificação, as inspeções navais seguirão em todo o Litoral Norte gaúcho, fiscalizando e conscientizando a comunidade náutica sobre a importância das regras de segurança da navegação, a fim de reduzir o risco de acidentes e fortalecer a mentalidade marítima.
 

Marinha realiza seminário sobre navegação na Barra Norte, em Belém (PA)

Capacitação
 
Autoridades portuárias, autoridades marítimas e organizações militares
participaram do evento
 
O Centro de Hidrografia e Navegação do Norte (CHN4) promoveu, no dia 16 de março, o “Seminário de Navegação na Barra Norte”, retratando as particularidades da região situada na foz do Rio Amazonas, no Comando do 4º Distrito Naval, em Belém (PA).
 
O evento ocorreu no formato presencial e por videoconferência, com participação das autoridades portuárias, autoridades marítimas, organizações militares responsáveis pela atualização cartográfica e instituições de interesse da navegação na região.
 
Representantes do CHN4, da Diretoria de Portos e Costas, da Zona de Praticagem 01, palestraram sobre “Aspectos da Batimetria de Macapá à Foz do Rio Amazonas”, “Calado Dinâmico – Normam-33” e “Apresentação Geral do Projeto do Calado Dinâmico da Barra Norte”.
 
No encerramento do seminário, o Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Edgar Luiz Siqueira Barbosa, reforçou a importância de novos estudos que busquem dados e informações cada vez mais precisas da batimetria da região, da atualização cartográfica ser realizada de forma contínua e da busca permanente pela segurança da navegação.
 

Comando do 3º Distrito Naval encerra Operação “Verão 2021/2022” com mais de 17 mil embarcações inspecionadas

Operação "Verão"
 
Inspeções no litoral e nas águas interiores da Área de Jurisdição do Com3ºDN
 
O Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN), por meio de suas Capitanias dos Portos e Agências subordinadas, encerrou, no mês de março, a Operação “Verão 2021/2022”, nos cinco estados da área de jurisdição.
 
No decorrer da operação, que iniciou em dezembro de 2021, foram inspecionadas 17.932 embarcações, que resultaram em 626 notificações e 39 apreensões realizadas pelas Capitanias dos Portos do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, além das Agências de Aracati (CE), Camocim (CE), Areia Branca (RN) e Penedo (AL).
 
Capitanias e Agências inspecionaram mais de 17 mil embarcações
durante Operação “Verão 2021/2022”
 
Durante o período, foram intensificadas as ações de fiscalização do tráfego aquaviário e de conscientização de condutores e passageiros quanto à salvaguarda da vida humana, à segurança da navegação e à prevenção da poluição ambiental no litoral e nas águas interiores dos estados.
 

Instituto Brasileiro de Museus presta homenagem à Marinha por ações realizadas em Petrópolis (RJ)

Homenagem
 
Entrega de placa em homenagem à Marinha
 
O Presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Pedro Machado Mastrobuono, prestou, em 15 de março, homenagem à Marinha pela ajuda prestada após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Petrópolis, no dia 15 de fevereiro.
 
Militares em ação cívico-social no Museu Imperial
 
Durante a Operação “Petrópolis”, dentre as diversas Ações Cívico-Sociais realizadas pelo Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais - Petrópolis, destacaram-se as atividades relacionadas à contribuição para revitalização dos jardins do Museu Imperial e os trabalhos de limpeza e de Engenharia no Museu Palácio Rio Negro, tradicionais pontos turísticos da cidade bastante afetados por grande quantidade de lama.

Navio Hidrográfico “Sirius” deixa o serviço ativo da Marinha

Cerimônia

 

Tripulação do NHi “Sirius” desembarca do navio

 

Após mais de 64 anos de relevantes serviços prestados à Marinha, o Navio Hidrográfico (NHi) “Sirius” deixou o serviço ativo, no dia 16 de março, em Cerimônia de Mostra de Desarmamento realizada no Complexo Naval da Ponta da Armação, em Niterói.

 

Presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire, a cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, entre as quais o Diretor-Geral de Navegação, Almirante de Esquadra Wladmilson Borges de Aguiar, o atual e alguns dos ex-Diretores de Hidrografia e Navegação, além de ex-Comandantes do Navio.

 

Incorporado ao serviço da Armada em 17 de janeiro de 1958, o NHi “Sirius” teve sua história marcada pelo pioneirismo, tendo sido o primeiro navio construído e equipado especificamente para as atividades de hidrografia, sendo também o primeiro a realizar, a bordo, um pouso de uma aeronave no âmbito da Marinha do Brasil. Alcançou a marca de 843.666 milhas náuticas navegadas e 4.575 dias de mar e, por ser referência na formação de gerações de hidrógrafos, ficou conhecido como “Escola de Hidrografia”.

 

Chefe do Estado-Maior da Armada assina o

Termo de Desarmamento do NHi “Sirius”

 

Em sua Ordem do Dia, o Chefe do Estado-Maior da Armada enalteceu os homens do mar que, com orgulho e dedicação, guarneceram os conveses do navio ao longo dos anos, frisando que “o NHi ‘Sirius’ continuará navegando eternamente no coração e na memória de suas tripulações”.

 

Servidores Públicos do Amapá participam de curso ministrado pela Marinha

Capacitação
 
Capitão dos Portos do Amapá com os formandos no encerramento
 
A Capitania dos Portos do Amapá (CPAP) realizou, no dia 15 de março, o encerramento do Curso Especial para Tripulações de Embarcações de Estado no Serviço Público (ETSP), Turma I-2022, com a habilitação de 26 servidores públicos das esferas federais, estaduais e municipais. Participaram do curso alunos da Polícia Militar do Estado do Amapá, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Macapá (AP), da Polícia Federal, da Agência Brasileira de Inteligência, do Instituto Federal do Amapá, além de militares da CPAP.
 
O curso ETSP tem o objetivo de capacitar servidores públicos, qualificando-os para conduzir, em atos de serviço, pequenas embarcações pertencentes às suas instituições, de até oito metros de comprimento, empregadas na navegação interior. Ele possui carga horária total de 40 horas e foi ministrado nas dependências da Capitania, com aulas teóricas e práticas, no período de 7 a 15 de março.
 

Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi” presta apoio ao adestramento de tripulação do Esquadrão HU-41

Capacitação
 
Resgate de militar durante treinamento
 
O Navio de Apoio Oceânico (NApOc) “Iguatemi”, meio subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte (ComGptPatNavN), prestou, em 15 de março, apoio ao adestramento da Tripulação Aérea de Resgate (TAR), do 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte, durante operações aéreas realizadas na calha principal do Rio Pará.
 
O exercício de simulação de resgate foi precedido por circuitos de pick-up, com o emprego de uma aeronave Super Cougar, em proveito da manutenção da qualificação de militares das equipes de manobra dos navios subordinados ao ComGptPatNavN, e contribuiu para o aprestamento do navio em fainas que envolvam resgate no mar com apoio de aeronave.
 

Unindo cultura e entretenimento, Museu Marítimo do Brasil dará visibilidade à história marítima de nosso País

Mentalidade Marítima
                              Messina/Rivas Arquitetura e Ben-Avid Studio
Modelo em 3D do estudo arquitetônico preliminar do projeto vencedor
 

Agência Marinha de Notícias 

Brasília, DF

 

Primeiro-Tenente (RM2-T) Luciana Santos de Almeida

 

Mirando em cultura, história, cidadania, acessibilidade, inclusão e sustentabilidade, o futuro Museu Marítimo do Brasil (MuMa) almeja oferecer ao público um entretenimento de qualidade, integrando a cidade e o mar. A ser construído no Espaço Cultural da Marinha, no Centro do Rio de Janeiro (RJ), esse novo polo cultural dará maior visibilidade à história marítima e ao Poder Naval no País, circunscrevendo a brasilidade como identidade e a multidisciplinaridade como discurso para provocar, desenvolver e difundir a consciência marítima em nossa sociedade. O MuMa será o primeiro museu marítimo público do Brasil e o terceiro do gênero da América Latina.

 

O projeto, que está sendo coordenado pela Marinha do Brasil (MB), por meio da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), em parceria com o Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro, está na fase de elaboração de um Projeto Executivo de Arquitetura e de Projetos Técnicos Complementares para a sua construção. Por meio desses projetos é que serão definidos, de forma minuciosa, os parâmetros arquitetônicos e estruturais necessários para a realização da obra.

 

A proposta arquitetônica preliminar, vencedora do concurso realizado em meados de 2021, prevê a construção de dois prédios. Um deles ficará próximo ao passeio público, na vertical, e outro, no píer, na horizontal. No primeiro, com cinco andares, haverá uma ampla área térrea para recepcionar o público. O local terá auditório, espaço para recepção de escolas, área administrativa e restaurante panorâmico com vista para a Baía de Guanabara. No segundo, onde efetivamente ficará o museu, a construção sobre pilotis (térreo livre) contará com dois pavimentos, onde serão feitas as exposições. 

 

De acordo com o diretor da DPHDM, Vice-Almirante José Carlos Mathias, o museu “é motivo de grande satisfação para nós, da Marinha, por destacar o nascedouro de nosso País: o mar. O mesmo mar que revelou o Brasil ao mapa da história e por ele a história foi e continua sendo escrita; o mar pelo qual foi consolidado nosso processo de Independência. O mesmo mar de pescadores, que tiram dele o seu sustento; o mar das plataformas marítimas de petróleo, de nosso pré-sal. O mesmo mar que abraça a costa desse País continental, atraindo turistas de todo o mundo em nossas prais; o mar que é responsável por mais de 95% do nosso comércio exterior”.

 

                               Messina/Rivas Arquitetura e Ben-Avid Studio

Imagem lateral mostrando a ponte, ao fundo, que interligará os dois prédios

 

Concurso para a escolha do projeto

Em 2021, a Marinha do Brasil promoveu um concurso público nacional para a escolha do estudo preliminar de arquitetura, que levasse em consideração a geografia e a história do local da construção. Foram 191 inscritos de 17 estados brasileiros no certame, planejado e executado pelo Departamento do Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RJ). O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) também teve papel importante como incentivador da criação e construção do museu ao estimular a realização de concursos para a escolha do projeto arquitetônico e da identidade visual desse empreendimento cultural.

 

O projeto vencedor foi de Rodrigo Messina e sua equipe, uma parceria entre os escritórios Messina/Rivas Arquitetura, de São Paulo (SP), e Ben-Avid Studio, de Córdoba, na Argentina. Os arquitetos e urbanistas Messina, Francisco Rivas e Martin Benavidez desenvolveram as ideias em conjunto com uma equipe formada pelos colaboradores Stefanía Casarin, Alen Gomez, Emanuel Fara, Franco Fara e Facundo Rasch.

 

Para Rodrigo Messina, o museu será um espaço de encontros. “A sociedade pode esperar um espaço que revele hospitalidade e encontro com o outro, bem como a convivência socioambiental necessária com a cidade do Rio de Janeiro”, afirmou.

 

Na opinião de Rivas, o projeto foi desafiador. “Está clara a responsabilidade institucional, educacional, econômica, sociocultural e ambiental que a construção desse espaço exige. Mas a atividade da arquitetura, enquanto modo peculiar de conhecimento capaz de articular uma série de saberes por meio da técnica e construção, procura responder — não sem antes convocar a imaginação — a esse desafio”, pontuou.

 

Para o Presidente do IAB-RJ, o arquiteto e urbanista Igor de Vetyemy, o projeto vencedor, além de cumprir as especificidades exigidas, destacou-se das demais propostas arquitetônicas por oferecer, entre outras particularidades, um percurso que possibilita a cada visitante adquirir conhecimentos não apenas sobre os objetos expostos, mas sobre o espaço onde o museu estará inserido. 

 

Vetyemy detalha os espaços do novo museu: “Primeiro, o visitante vislumbra ao longe o museu emoldurando o molhe histórico, como se flutuasse sobre ele. Depois, o percurso convida-o a atravessar uma ponte de acesso que mimetiza a experiência da entrada em grandes embarcações pelo seu casco. Atravessando o salão, uma circulação se coloca externa a ele e, só então, é possível voltar a ter contato com o horizonte marítimo, através de janelas redondas que se assemelham a vigias náuticas. Ao final, esse percurso convida a um passeio livre sobre o molhe, com um bar na ponta que promete uma das mais belas vistas do Rio de Janeiro.”

 

 

                              Messina/Rivas Arquitetura e Ben-Avid Studio
Proposta de área expositiva do Museu Marítimo do Brasil
 

 

O grande diferencial em relação aos demais museus, cujas temáticas são relacionadas ao mar, é que o MuMa reunirá várias perspectivas sobre a cultura marítima, explica o Presidente do Ibram, Pedro Machado Mastrobuono. “Além do acervo histórico e documental pertencente à Marinha, o museu contará com acervos de ciência, tecnologia e arte, que pretendem apresentar ao público a biodiversidade marinha da costa brasileira, tratar sobre questões para a sua preservação, e abordar diferentes aspectos da atividade econômica e social em torno do mar.”

 

 

                               Messina/Rivas Arquitetura e Ben-Avid Studio

Espaço interior do prédio, previsto para a recepção aos visitantes

 

 

 

                              Messina/Rivas Arquitetura e Ben-Avid Studio

Vista panorâmica a partir do espaço interno

 

 

                               Museu Marítimo do Brasil

Vencedora do concurso de identidade visual, marca criada pela Danowski Design para o MuMa

foi lançada pela DPHDM na Sessão de Abertura do Ano Cultural da Marinha, em 7 de março de 2022

 

 

Desafios do MuMa

O principal desafio, segundo explica o diretor da DPHDM, Vice-Almirante Mathias, é financeiro, visto que um museu desse porte demanda elevada soma de recursos para sua execução. “Até aqui, já obtivemos êxito em dois grandes desafios. O primeiro deles, em novembro de 2020, com a conclusão das obras de recuperação das fundações do píer do Espaço Cultural da Marinha, local das futuras instalações do Museu Marítimo do Brasil. O segundo, a realização do Concurso Público de Estudos Preliminares de Arquitetura, em 2021”, comemorou. 

 

Ele ainda assinalou qual é o foco atual do Projeto Museu Marítimo do Brasil: “Cientes da relevância do Projeto Executivo de Arquitetura e dos Projetos Técnicos Complementares, envidaremos esforços, em 2022, para captar recursos que viabilizem sua execução por intermédio do programa de mecenato ‘Patronos da Cultura Naval’. Seja por meio de leis de incentivo fiscal ou de patrocínios diretos, buscamos reunir parceiros que, como nós, entendem o papel de protagonismo da cultura.”

 

Explicou também que ter um projeto arquitetônico, ainda que preliminar, ajuda os envolvidos a vislumbrar as possibilidades e potencialidades do futuro museu, cujo início da construção está previsto para 2024. “Torna-o mais tangível num horizonte próximo e injeta ânimo em nossos profissionais, da DPHDM e do Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro, para angariar investimentos que viabilizarão sua construção, bem como na coordenação e realização das diferentes etapas do projeto”, avaliou o diretor.

 

Agência da Capitania dos Portos no Oiapoque recebe visita do grupo “Heróis do Amanhã”

Relacionamento institucional
 
Militares recebem “Heróis do Amanhã”, na AgOiapoque
 
A Agência da Capitania dos Portos (AgOiapoque) no Oiapoque recebeu, no dia 12 de março, a visita dos “Heróis do Amanhã”, como são conhecidas os integrantes do projeto da Defesa Civil Municipal do Oiapoque “Amiguinhos da Defesa”. O projeto visa transferir conhecimento para crianças e adolescentes sobre a prática de proteção e defesa civil, incluindo noções de primeiros socorros e ordem unida.
 
Durante a visita à AgOiapoque, foram abordados temas como segurança na navegação e a importância do correto uso do colete salva-vida.
 

Cartas Náuticas Eletrônicas: a evolução na forma de navegar

Segurança da Navegação
 

 Visão do Porto do Rio de Janeiro em uma interface de carta náutica eletrônica
 
Agência Marinha de Notícias
Brasília, DF
 
Primeiro-Tenente (RM2-T) Camila Marques de Almeida
 
No final do ano de 2021, o Centro de Hidrografia e Navegação do Norte (CHN-4) publicou, pela primeira vez, uma Carta Náutica Eletrônica da Região Amazônica, atendendo ao Plano de Readequação dos Setores de Hidrografia e Cartografia, proposto pela Diretoria de Hidrografia e Navegação. O intuito é descentralizar a produção cartográfica que ficava a cargo, exclusivamente, do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), em Niterói (RJ).
 

O levantamento de dados na Região Amazônica é um grande desafio, segundo o Diretor do CHN-4, Capitão de Fragata Andérmisson Claudino da Silva Moura. De acordo com ele, independentemente  do formato da carta, a área de encontro entre a Amazônia Verde com a Amazônia Azul é uma simbiose de desafios para qualquer hidrógrafo. “Para cada período de cheia, há uma variação, em média, de dez metros no nível dos rios. Todo ano, têm transformações no leito do Rio Amazonas. Ilhas que existiam em determinado momento sofrem mudanças de posição. A cartografia é atualizada com frequência e na versão eletrônica esse processo é mais prático para os navegantes”.
 

Desde 2008, o Brasil distribui de modo sistemático e oficial as cartas náuticas eletrônicas. Atualmente, são mais de 600 cartas em papel e mais de 200 cartas eletrônicas vetoriais, sendo que as principais vias navegáveis do País já estão cartografadas.
 

De acordo com a Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar, a partir de  2018 se tornou uma exigência os navios de grande porte utilizarem carta eletrônica. A partir dessa determinação, o Brasil passou por avanços tecnológicos de equipamentos e na produção cartográfica. A tendência agora é seguir o padrão internacional de uso das cartas digitais, que já são utilizadas em outros países.

 

Laboratório da Seção de Cartografia na CHN-4
 
A importância das cartas náuticas
A carta náutica é amplamente utilizada e possui uma finalidade específica: a segurança da navegação. Ela é considerada um documento oficial, elaborado para os navegantes, seja no formato analógico ou digital. Os levantamentos são realizados nos oceanos, mares, baías, rios, canais, lagos, lagoas, ou qualquer outra massa d’água navegável.
 
No Brasil, a Diretoria de Hidrografia e Navegação, na qualidade de serviço hidrográfico brasileiro, mantém atualizadas todas as cartas náuticas das Águas Jurisdicionais Brasileiras. As normas técnicas para construção de uma carta náutica são ditadas pela Organização Hidrográfica Internacional.
 
De acordo com o Encarregado da Seção de Novas Edições do Centro de Hidrografia da Marinha, Capitão de Corveta (EN) Christopher Florentino, esse documento apresenta diversas informações, dentre elas as profundidades, perigos e outras indicações necessárias à segurança da navegação. “Pense no trajeto terrestre, por mais que haja um obstáculo, normalmente esses são visíveis. O ambiente marinho guarda muitos detalhes do relevo que não são tão óbvios. A carta náutica apresenta ao navegante, de forma simples, os perigos submersos, invisíveis aos olhos de quem conduz a embarcação e fornece um conhecimento necessário para uma navegação segura”.
 
A Base de Hidrografia da Marinha em Niterói é a Organização Militar responsável pela impressão das cartas náuticas em papel. Já a venda e distribuição são realizadas pela Empresa Gerencial de Projetos Navais.
 
As cartas náuticas eletrônicas são disponibilizadas, exclusivamente, por intermédio de distribuidores internacionais dos Centros de Coordenação Regional, operado pelo Serviço Hidrográfico do Reino Unido. Já as cartas náuticas raster (imagem digitalizada de uma carta em papel) estão disponibilizadas gratuitamente para download.
 

A imagem a esquerda trata-se de uma ENC e lado direito um modelo de raster
 

Exemplo de carta náutica no papel do Porto do Rio de Janeiro
 
 

Escola de Guerra Naval realiza 1ª Rodada Acadêmica sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia

Capacitação
 
Evento é a primeira rodada de análise a ser conduzida pela Escola
 
O conflito entre a Rússia e a Ucrânia foi o tema da primeira rodada acadêmica realizada pela Escola de Guerra Naval (EGN), no dia 11 de março, no Auditório Tamandaré, para os Oficiais-alunos do Curso de Política e Estratégia Marítimas (C-PEM).
 
A rodada tem como propósito promover um espaço para discussões, compartilhar experiências e, principalmente, desenvolver um pensamento crítico dos alunos sobre o assunto. O evento é a primeira rodada de análise a ser conduzida pela EGN, que já tem uma segunda programada, mas ainda sem data, para abordar as questões militares do conflito, com foco no emprego do poder naval.
 
Análise do conflito, à luz da Geopolítica,
do Direito Internacional e da Economia Azul
 
O evento contou com as apresentações do Professor de Política e Estratégia da EGN, Capitão de Mar e Guerra Leonardo Faria de Mattos, que abordou sobre as perspectivas geopolíticas do embate das duas nações; do Instrutor de Direito Internacional da EGN, Capitão de Mar e Guerra José Carlos Pinto, que fez uma análise do tema sob a lente do Direito Internacional; e do Professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos (PPGEM) da EGN, Professor Doutor Thauan dos Santos, que apresentou os impactos na Economia Azul Global desencadeados pelo conflito.
No período da tarde, os Oficiais-Alunos do C-PEM foram divididos em três Grupos Temáticos para discutir o assunto e apresentar uma análise do conflito aos palestrantes.
 
Além dos Oficias-alunos do C-PEM e do corpo docente da EGN, também estiveram presentes Almirantes de diversas organizações militares.
 
Acesse e confira o vídeo sobre o evento: https://youtu.be/lK0lGjHW9SQ

Marinha realiza resgates a ribeirinhos no fim de semana

Cuidando da nossa gente
Jovem de 24 anos caiu do cavalo e apresentava
suspeita de fratura no tórax
 
A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 6º Distrito Naval (Com6ºDN), após solicitação de apoio do Corpo de Bombeiros, realizou dois transportes de ribeirinhos no fim de semana. O primeiro resgate, no sábado (12), foi na Fazenda São José da Formosa, a cerca de 100 quilômetros de Corumbá (MS), de um jovem de 24 anos, necessitando de auxílio médico após queda de cavalo.
 
No domingo (13), o resgate foi na Fazenda Santa Lucinha, a aproximadamente 150 km de Corumbá, de um jovem de 28 anos, com mal-estar e febre alta. Ambos foram resgatados com o auxílio de uma aeronave do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Oeste (EsqdHU-61), organização militar subordinada ao Com6ºDN, e os deslocamentos contaram com acompanhamento de um médico do Hospital Naval de Ladário (HNLa). Na chegada ao heliponto do EsqdHU-61, uma ambulância do Corpo de Bombeiros seguiu com os pacientes para a Santa Casa de Corumbá.
 
 
O segundo resgate foi na região do Paiaguás
 
A Marinha esclarece que o resgate de vítimas, feito por meio de Evacuação Aeromédica (EVAM), empregando helicópteros do Com6ºDN, é uma ação de cooperação com o Corpo de Bombeiros e sua realização ocorre eventualmente em locais onde o acesso é difícil ou inviável via terrestre e em caso de comprovada emergência.
 

Capitania dos Portos do Espírito Santo homenageia integrantes do Clube “Amigos da Canoa”

Homenagem
 
Integrantes do Clube “Amigos da Canoa” durante visita à CPES
 
Alunos, instrutores e membros Clube “Amigos da Canoa” do Espírito Santo foram recebidos em 10 de março na Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES), para um almoço em retribuição ao gesto honroso da equipe durante passagem do Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Apa”, da Marinha, pelo litoral de Guarapari (ES).
 
Durante a estada, o grupo pôde acompanhar as atividades desenvolvidas pela CPES, conhecer as instalações e os procedimentos de operação de busca e salvamento no mar, bem como as atividades de fiscalização do tráfego aquaviário. Além de ser uma forma de agradecimento, esse contato mais próximo com os componentes do clube permitiu a transmissão de conhecimento que será replicado a outros praticantes de esportes náuticos, fato que amplia ainda mais a mentalidade marítima na sociedade capixaba.
 
Integrantes do Clube “Amigos da Canoa” acenam a militares do
NPaOc “Apa” durante a passagem do navio pelo Espírito Santo

A presença dos integrantes do Clube “Amigos da Canoa” na CPES ocorreu como forma de reciprocidade ao ato simbólico de respeito e admiração pela Marinha, quando um grupo levantou os remos enquanto o navio da Força, de passagem pelo Espírito Santo, realizava o Cerimonial à Bandeira, em 24 de fevereiro.
 

Marinha realiza premiação do Programa de Segurança da Navegação na Amazônia, em Belém (PA)

Prêmio
 
Comandante do 4º Distrito Naval e Capitão dos Portos da Amazônia Oriental falam
sobre a importância da segurança da navegação na Amazônia
 
A Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) realizou, no dia 10 de março, a premiação do Programa de Segurança da Navegação na Amazônia (PSNA) 2021, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), em Belém (PA). O evento agraciou personalidades civis, entidades, órgãos, agências e empresas públicas e privadas, ligadas ao setor de transporte de passageiros e cargas, que cooperaram para a disseminação da mentalidade de segurança da navegação na região Amazônica.
 
Criado em junho de 2001, o PSNA tem como objetivo estimular e edificar a mentalidade fluvial voltada para a segurança da navegação de modo a reduzir as ocorrências de acidentes na região. O programa é composto por seis projetos: Educando para Preservar os Rios, Educando o Pequeno Navegante, Educando o Pequeno Marinheiro, Segurança na Navegação Comercial, Educando para Evitar o Sofrimento (combate ao escalpelamento) e Educando para Evitar o Vandalismo.
 
A iniciativa visa aperfeiçoar o atendimento das tarefas básicas previstas na Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário, a salvaguarda da vida humana e a prevenção da poluição do meio hídrico.
 
Representantes de empresas agraciadas com as premiações
 
As empresas agraciadas com as premiações e Diplomas de Menção Honrosa do PSNA 2021 foram: Instituto Federal do Pará, Sociedade Amigo da Marinha, Transdourada, Navegação Salmista, Orla Pescados, Grupo de Nazaré Escoteiros do Mar, ONG Amigos Voluntários do Pará, OCRIM, Ministério Público do Trabalho, Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Carga da Bacia Amazônica, Wilson Sons Serviços Marítimos, Companhia Docas do Pará, o colunista Luiz Omar Cardoso Pinheiro, Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Pará, Corpo de Bombeiros Militar do Pará, Grupamento Fluvial de Segurança Pública do Estado do Pará e Contramestre Fluvial Josimar Tavares Ferreira.
 

Marinha do Brasil adota solução de Gestão Hospitalar Integrada da AGHUse

Ciência e Tecnologia
 
Militares da Diretoria de Saúde da Marinha durante videoconferência
 
No dia 9 de março, ocorreu por videoconferência, a reunião de boas-vindas à Diretoria de Saúde da Marinha (DSM), na Comunidade Aplicativos para Gestão Hospitalar (AGHUse), que é coordenada pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), instituição desenvolvedora do sistema. O AGHUse é considerado um referencial em sistemas de gestão hospitalar e permite registrar os processos administrativos e assistenciais de forma integrada. Dentre os benefícios providos, podem-se destacar o prontuário informatizado único, com validade jurídica e compartilhado entre as unidades de saúde, funcionalidades como marcação de consultas/exames e a adequação às normas nacionais de saúde.
 
A reunião contou com a participação do Assessor do Diretor de Saúde da Marinha, o Contra-Almirante (Md) Marcelo Alves da Silva, militares da DSM, integrantes do HCPA e da empresa Sonda, responsável pelo sistema nas Organizações Militares Hospitalares (OMH) e com Facilidades Médicas (OMFM) localizadas no Rio de Janeiro.
 
A Marinha alinhou-se às demais Forças Armadas, que já utilizam alguns módulos do AGHUse, além de instituições como o próprio HCPA, Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade Estadual de Campinas, Universidade Federal do Rio de Janeiro e Secretaria de Saúde do Estado da Bahia.
 
Informações adicionais acerca do AGHUse podem ser acessadas no endereço https://sites.google.com/hcpa.edu.br/aghuse/sobre-o-aghuse
 

Capitania Fluvial de Santarém habilita aquaviários Fluviais Auxiliares de Convés e Máquinas

Capacitação
 
Entrega de CIR aos novos Aquaviários
 
A Capitania Fluvial de Santarém (CFS) realizou, em março, a entrega de 88 certificados e Carteiras de Inscrição e Registro (CIR) aos alunos habilitados no Curso de Formação de Aquaviários - Marinheiros Auxiliar Fluvial de Convés e Máquina, ocorrido de 21 a 25 de fevereiro, em Itaituba (PA).
 
O curso, solicitado pela Câmara de Vereadores de Itaituba, reduziu uma demanda passiva na região, permitindo a formação de novos aquaviários e contribuindo para a criação de uma mentalidade voltada para a garantia da segurança da navegação, de responsabilidade pessoal e coletiva, da sustentabilidade de meio ambiente e da preservação da vida humana.
 

Escoteiros do Mar realizam atividades na CPRJ e no Espaço Cultural da Marinha

Cultura
 
Integrantes do 123°Grupo Escoteiro do Mar "Almirante Saldanha"
durante atividade na CPRJ

O Centro Cultural do Movimento Escoteiro realizou, em 5 de março, a prova final do Curso de Primeiros Socorros e a atividade de abertura do ano do 123º Grupo Escoteiro do Mar “Almirante Saldanha”, nas dependências da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (CPRJ) e do Espaço Cultural da Marinha (ECM).

A prova incluiu, além de testes escritos, a simulação de acidentes reais utilizando bonecos e pessoas maquiadas. Ao mesmo tempo, os lobinhos do 123° Grupo Escoteiro do Mar "Almirante Saldanha" participaram do passeio Histórico e Cultural Marítimo, promovido pela Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, pela Baía de Guanabara.

Ao fim do dia, ocorreram as Promessas Escoteiras de dois chefes e dois adolescentes, que se efetivaram no grupo.
 

CGAEM realiza palestra motivacional aos alunos da Escola Técnica Estadual Visconde de Mauá

Capacitação
 
Capitão-Tenente Allyson Andrade e alunos do Curso de Eletromecânica
 
O Centro de Guerra Acústica e Eletrônica da Marinha (CGAEM), representado pelo Capitão-Tenente Allyson Andrade, ministrou, no dia 14 de março, palestra motivacional aos alunos concluintes do Curso de Eletromecânica da Escola Técnica Estadual Visconde de Mauá, subordinada à Fundação de Apoio à Escola Técnica, instituição pública fluminense de ensino médio, superior e técnico profissionalizante.
 
O palestrante, ex-aluno da escola, abordou as especificidades da vida a bordo dos navios da Marinha e os desafios acadêmicos a serem vencidos para o ingresso na carreira naval. Além disso, durante a palestra, foram explanados outros assuntos, como carreira de Praças e Oficiais, métodos de ingresso, fainas marinheiras, meios navais e guerra eletrônica.
 

Capitania dos Portos do Espírito Santo visita a Arcelor Mittal

Relacionamento institucional
 
Capitão dos Portos do Espírito Santo em visita à Arcelor Mittal
 
Com o propósito de conhecer e acompanhar as atividades portuárias, bem como apurar as medidas adotadas para prevenção à poluição hídrica, o Capitão dos Portos do Espírito Santo e uma equipe de militares realizaram, no dia 9 de março, uma visita técnica e institucional na Arcelor Mittal, uma siderúrgica localizada no Polo Industrial do Porto de Tubarão, município de Vitória (ES).

Durante a visita, foram abordadas as responsabilidades ambientais que devem envolver operações e os diversos procedimentos de segurança a serem adotados pela empresa, ressaltando a importância de difundir a mentalidade marítima aos envolvidos, colaboradores e à sociedade capixaba.

O acompanhamento permanente da Marinha referente às atividades portuárias é fundamental para garantir o cumprimento de leis e normas da Autoridade Marítima, resguardar a vida humana no mar e proteger as riquezas marítimas da Amazônia Azul.
 

Marinha do Brasil participa da Semana Nacional da Economia Azul em São Tomé e Príncipe

Amazônia Azul
 
Apresentação das ações para o fomento da mentalidade
marítima brasileira e desenvolvimento da Economia Azul
 
O Brasil participou dos debates ocorridos entre os dias 7 e 11 de março, em São Tomé e Príncipe (STP), por ocasião da Semana Nacional da Economia Azul. O evento realizado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), contou com a presença do Presidente da República, membros do governo, representantes do corpo diplomático e instituições internacionais.
 
A Marinha do Brasil, por meio do Chefe da Missão de Assessoria Naval em STP, apresentou suas ações para o fomento da mentalidade marítima brasileira, revisão da Política Marítima Nacional e defendeu que o desenvolvimento das atividades marítimas na “Roça Azul”, conceito oceanopolítico semelhante à Amazônia Azul, requer maiores investimentos na Guarda Costeira de STP, para garantia da segurança marítima e a salvaguarda da vida humana no mar.
 
Embaixador do Brasil destaca as capacidades do Brasil
para o estabelecimento da Economia Azul
 
O Embaixador do Brasil em STP, compareceu aos debates, ressaltou os resultados positivos da cooperação militar existente entre ambos os países, destacou as capacidades de cooperação do Brasil em outras áreas de interesse para o estabelecimento da Economia Azul em STP e recebeu a delegação da FAO.
 

Alunos da EFOMM embarcam em Aviso de Instrução da Escola Naval

Capacitação
 
Alunos durante manuseio de equipamentos do passadiço

Cinquenta e oito alunos do curso de náutica da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM), do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha, realizaram, em 9 de março, embarque no Aviso de Instrução da Escola Naval. No decorrer da navegação na Baía de Guanabara, os alunos realizaram navegação visual e indexada, exercícios de homem ao mar, manobra de atracação e desatracação sob a supervisão dos instrutores e Oficiais dos navios.

O embarque foi uma oportunidade para os futuros Oficiais da Marinha Mercante colocarem em prática parte dos conteúdos aprendidos nas salas de aula e simuladores, além de proporcionar intercâmbio de experiências com a tripulação do navio.


Alunos com Comandante e Imediato no Aviso
 

Expedição Científica nas Ilhas da Trindade e de Martin Vaz reforça a importância da Amazônia Azul para o Brasil

Amazônia Azul
Imagem aérea da Ilha da Trindade

 

Agência Marinha de Notícias

Primeiro-Tenente (RM2-T) Edwaldo Costa

Enviado especial embarcado no Navio Hidroceanográfico Faroleiro “Almirante Graça Aranha”

 

 

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) estão embarcados, desde o dia 7 de março, no Navio Hidroceanográfico Faroleiro (NHoF) "Almirante Graça Aranha", para uma expedição científica de 31 dias, em que realizarão estudos climáticos, oceanográficos, geológicos, históricos e ambientais nas Ilhas da Trindade e de Martin Vaz.

 

A participação conjunta da comunidade científica e da Marinha do Brasil durante esta 110ª Expedição Científica na Ilha da Trindade e na área marítima do Arquipélago de Martin Vaz mostra o interesse de ambas as partes no desenvolvimento de pesquisas e na garantia da soberania nacional na Amazônia Azul.

 

Segundo o Comandante do NHoF "Almirante Graça Aranha", Capitão de Fragata Marcelo de Abreu Souza, “o navio está prestando todo o apoio logístico, de pessoal e material aos pesquisadores. As pesquisas realizadas pela Marinha e pelas instituições que compõem esta expedição alavancarão o entendimento em diversas áreas científicas de interesse do Brasil”. 

 

Pela primeira vez na história, os pesquisadores vão pernoitar na desabitada Ilha Martin Vaz, local  onde acontece o primeiro nascer do sol do Brasil, que fica a aproximadamente 1.200 quilômetros de Vitória (ES) e a 1.550 km da cidade do Rio de Janeiro (RJ).

 

Importância das ilhas para o Brasil

A importância estratégica das ilhas oceânicas – casos de Trindade e Martin Vaz – foi consolidada pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que garante o direito de o Brasil estabelecer Mar Territorial e Zona Econômica Exclusiva ao redor das ilhas. Assim, é acrescentada uma área marítima de raio de 200 milhas (aproximadamente 370 km) ao redor de cada ilha oceânica, garantindo ao País exclusividade para explorar, explotar, conservar e gerir os respectivos recursos naturais, vivos e não vivos, da massa líquida, do solo e do subsolo marinhos, o que contribui para o desenvolvimento econômico brasileiro.

 

As ilhas oceânicas também tem importante valor científico, socioeconômico e ambiental, em função da singularidade de seus ecossistemas, das espécies endêmicas, da constituição e da evolução geológica e da possibilidade de geração de dados essenciais para previsões meteorológicas, estudos geológicos, geotécnicos, oceanográficos e climáticos, entre outros.

 

A pesquisa científica nessas localidades consideravelmente bem distantes da costa brasileira reforçam, desta forma, a soberania do Brasil na Amazônia Azul, por onde trafega mais de 95% do comércio exterior brasileiro e extraído cerca de 95% do petróleo nacional, sendo, ainda, acervo de incontáveis recursos vivos, minerais e sítios ambientais, com a existência de estratégicos portos, centros industriais e de energia. O dinamismo e a evolução de cenários oceanopolíticos e interesses de toda a ordem, demandam, cada vez mais, uma presença robusta do Estado brasileiro  na Amazônia Azul.

 

A Ilha Martin Vaz tem cerca de 500 metros de diâmetro e altitude de cerca de 175 metros

 

 

Leia a primeira matéria sobre a expedição científica

 

Assista ao vídeo sobre a expedição científica

 

 

 

Velas Latinoamérica 2022: Navio Veleiro “Cisne Branco” atraca em Montevidéu

Eventos
 
NVe “Cisne Branco” fundeado em Punta del Este
 
O Navio Veleiro (NVe) “Cisne Branco” participou da etapa uruguaia da comissão “Velas Latinoamérica 2022”, de 1o a 6 de março. Os eventos tiveram início com o fundeio dos navios participantes em Punta del Este, seguido de atracação em Montevidéu. No trânsito entre as cidades, foi realizado o desfile naval em homenagem ao Presidente da República Oriental do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou.
 
No dia 4 de março o NVe “Cisne Branco” recebeu autoridades e convidados em uma recepção na qual estiveram presentes o Embaixador Interino do Brasil, Luiz Claudio Themudo, os Embaixadores da Argentina, do Equador e do Peru e o Comandante da Armada da República Oriental do Uruguai, Almirante de Esquadra Jorge Wilson Menendez.
 
Assim como aconteceu no porto do Rio de Janeiro, ponto de partida da comissão “Velas Latinoamérica 2022”, foi permitida a visitação pública. Durante o evento, o público presente pôde contemplar não só o Nve “Cisne Branco” como também os demais veleiros atracados.

Militares da Marinha realizam Ação de Desinfecção nos Portos de Itaguaí e do Rio de Janeiro

Cuidando da nossa gente
 
Ação de desinfecção no Porto do Rio de Janeiro (RJ)
 
O Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, com capacidade em Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR) (GptOpFuzNav-DefNBQR), realizou, nos dias 9 e 10 de março, ações de desinfecção no Porto do Rio de Janeiro (RJ) e no Porto de Itaguaí (RJ), respectivamente, que possuem aproximadamente 200 funcionários.
 
O procedimento foi executado por um destacamento composto por 18 militares do Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica. Nas ações foram empregados álcool líquido na concentração de 70% e a solução de quaternário de amônio. A desinfecção ocorreu em prédios administrativos, secretarias, alojamentos da guarda portuária, portarias, alojamento e banheiros.
 
Militar durante descontaminação no Porto de Itaguaí (RJ)

 

NPaOc “Apa” realiza patrulha naval na área marítima dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo

Combate a ilícitos
 
NPaOc “Apa” em patrulha naval nas proximidades
da FPSO Cidade Anchieta

O Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Apa”, subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste, realizou, entre os dias 22 e 28 de fevereiro, ações de patrulha naval e de inspeção naval, sob a responsabilidade do Centro Regional de Segurança Marítima do Comando do 1º Distrito Naval (CRSM-1), na área marítima compreendida entre os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, a fim de fiscalizar as águas jurisdicionais brasileiras.

Nesse período, o planejamento do CRSM-1 resultou no emprego do NPaOc “Apa” como elemento avançado de Segurança Marítima no patrulhamento das áreas marítimas das Plataformas: Flouting, Production, Storage and Offloading (FPSO) Cidade de Anchieta; FPSO Cidade de Vitória; FPSO Capixaba; FPSO Espírito Santo; P-57; P-58; PPER-1; e MOP-1.

O CRSM-1 procura compreender as tendências e as relações dos atores que podem impactar a defesa, a segurança, o meio ambiente, a economia e o Entorno Estratégico Brasileiro, por meio de elementos avançados de Segurança Marítima. Ele assessora o Comandante do navio no Processo de Tomada de Decisão, tendo em vista sua experiência na avaliação de cenários e suas informações atualizadas por meio de diversos sistemas de monitoramento.
 
Lancha Orgânica durante inspeção naval em embarcação pesqueira
 
A aplicação do Poder Naval nas Atividades Benignas, com uso limitado da força com planejamento e com a colaboração do CRSM-1, elevou o patamar dos resultados. Além de abrir novas possibilidades, por meio do monitoramento das ações de presença e da fiscalização da área de interesses marítimos, aumentou a consciência situacional marítima, contribuindo para o cumprimento da missão do Comando do 1º Distrito Naval e, portanto, para a segurança da Amazônia Azul.
 

Comando do 1º Distrito Naval promove aula inaugural do IV Curso Especial de Perito Criminal Militar

Capacitação
 
A Aula inaugural ocorreu no auditório da OCM

O Comando do 1º Distrito Naval (Com1ºDN) realizou, em 7 de março, a aula inaugural da IV Turma do Curso Especial de Perito Criminal Militar (C-Esp-PCM/2022), no Auditório da Odontoclínica Central da Marinha (OCM).

O evento contou com a presença do Ministro do Superior Tribunal Militar, Almirante de Esquadra Leonardo Puntel, do Diretor de Pessoal Militar da Marinha, Vice-Almirante Henrique Renato Baptista de Souza; do Comandante do Distrito Naval, Vice-Almirante Eduardo Machado Vazquez; do Procurador da Justiça Militar, Luciano Moreira Gorrilhas, além de autoridades civis e militares, Oficiais e alunos da IV Turma do C-Esp-PCM.
 
As aulas do curso serão ministradas ao longo dos próximos sete meses, pelos integrantes do Serviço de Polícia Judiciária Militar (SPJM) e Instituições Militares/Civis. A turma do C-Esp-PCM/2022 é composta por 7 militares da Marinha, 2 da Força Aérea Brasileira e 1 da Guarda Municipal do Rio de Janeiro.

O C-Esp-PCM foi criado pela Portaria n° 30, em 30 março de 2017, pelo Diretor-Geral do Pessoal da Marinha, tendo o propósito de preparar militares da Marinha e Forças Auxiliares, para o exercício de funções técnicas de Perito Criminal Militar, a fim de compor os SPJM dos Distritos Navais e aumentar a agilidade e eficiência nos procedimentos para a apuração dos crimes militares.

Após a conclusão do C-Esp-PCM, os alunos estarão aptos para realizarem perícias nas seguintes áreas: papiloscópicas, fotográfica forense, características físico morfológicas, documentoscópica, balística forense, local de incêndio e explosão, acidentes de trânsito, perícia em áudios e imagens forenses, reprodução simulada, técnicas de coletas de indícios, vestígios e evidências e local de crime/morte violenta.

“Projeto Escola” ganha plataforma digital

Cultura

Público estudantil poderá acessar jogos educativos e fazer tour virtual

nos circuitos expositivos do Museu Naval, do Espaço Cultural da Marinha e da Ilha Fiscal

 

 

Agência Marinha de Notícias 

Brasília, DF

 

Primeiro-Tenente (RM2-T) Luciana Santos de Almeida

 

 

Mais de 70 mil estudantes da rede pública de ensino já foram beneficiados com o “Projeto Escola” que, em 2022, completa 24 anos de criação. Ação educativa mais longeva da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), o projeto que beneficiava alunos do Rio de Janeiro (RJ) com visitas presenciais mediadas até março de 2020 – pausadas pela pandemia –, agora conta com uma plataforma digital que permite o acesso de alunos de todo o Brasil.

 

Por meio do site, é possível participar de atividades de arte-educação para despertar a criatividade, a integração do grupo e a troca de experiências, além de fazer um tour virtual pelos circuitos expositivos do Museu Naval, do Espaço Cultural da Marinha e da Ilha Fiscal, que ainda receberão novidades. “Ainda neste primeiro semestre, essas visitações em plataforma digital ganharão uma narração, que servirá de áudio-guia, reafirmando nosso compromisso com a inclusão”, disse o diretor da DPHDM, Vice-Almirante José Carlos Mathias.

 

Iniciativa da DPHDM e do Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro, o “Projeto Escola” foi criado em agosto de 1998 para ampliar o conhecimento de alunos da Rede Pública de Ensino sobre a importância do Poder Naval na formação do Brasil. Em novembro de 2021, ganhou plataforma virtual, patrocinada pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, com recursos da Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), obtidos via Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

 

A plataforma digital inclui a visita em 360º ao Museu Naval e sua exposição de longa duração, “O Poder Naval na Formação do Brasil”; ao Espaço Cultural da Marinha, permitindo conhecer, entre outras atrações, o Navio-Museu Bauru, que participou da Segunda Guerra Mundial, o Submarino-Museu Riachuelo, e o Caça AF-1 Skyhawk, que atuou na Guerra do Golfo (1990-91); e, na Ilha Fiscal, às exposições “Amazônia Azul” e “Ilha Fiscal, um neogótico em terras tropicais”. Além disso, é possível se divertir com jogos educativos e ler a cartilha interativa, disponíveis no site.

 

 

                              DPHDM/“Projeto Escola”

O Projeto Escola ocorre nos circuitos expositivos de longa duração da DPHDM

 

Visitas presenciais

Só em 2019 – último ano de ações realizadas presencialmente –, cerca de 4,9 mil alunos de escolas públicas foram atendidos pelo projeto. Com as visitas, a Marinha do Brasil visa estimular o desenvolvimento da consciência marítima e o resgate da memória nacional entre os estudantes. “Trata-se de um investimento de cidadania e cultura para as gerações futuras”, afirma o diretor da DPHDM. 

 

Destinado a escolas da rede pública previamente agendadas e localizadas a uma distância de até 60 km do Complexo Cultural da Marinha, o projeto oferecia gratuitamente transporte escolar e lanche, além de uma foto da turma, como recordação, enviada por e-mail.

 

Intendência da Marinha comemora 252 anos

Homenagem
 
Cerimônia alusiva ao 252º Aniversário da Intendência da Marinha

No dia 4 de março, no Centro de Instrução e Adestramento Almirante Newton Braga (CIANB), ocorreu a cerimônia alusiva ao 252° aniversário da Intendência da Marinha. O evento foi presidido pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, e contou com a presença do ex-Ministro da Marinha Almirante de Esquadra Mauro Cesar Rodrigues Pereira, do ex-Comandante da Marinha Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, de Ministros do Superior Tribunal Militar, membros do Almirantado, ex-Secretários-Gerais da Marinha e Almirantes Intendentes Veteranos.

O Oficial mais antigo do Corpo de Intendentes da Marinha na ativa, Vice-Almirante (IM) Wagner Corrêa dos Santos, em sua Ordem do Dia, relembrou a participação da Intendência da Marinha no processo de Independência do Brasil. O Secretário-Geral da Marinha, Almirante de Esquadra Marcelo Francisco Campos, em vídeo comemorativo, ressaltou a importância e a abrangência da Intendência da Marinha.

Durante o evento, foi realizada a outorga do Título de “Intendente Honorário” a militares da ativa e da reserva, além de autoridades e servidores civis, que dedicaram parcela considerável de suas atividades ou contribuíram de forma marcante para a consecução das tarefas atinentes à Intendência da Marinha. Na sequência, a Turma de Guardas-Marinha (IM) de 1970 da Escola Naval, representada pelos Contra-Almirantes (IM) Carlos Henrique Miranda e Luiz Antonio da Silva Lima, foi homenageada.
 
Entrega da placa à Turma Homenageada

Após a cerimônia, o Comandante da Marinha ressaltou a vibração dos homens e mulheres que ostentam a “folha de acanto” em seus uniformes e com comprometimento e dedicação atuam nos mais variados setores. “É em parte, graças ao essencial e exemplar trabalho da nossa intendência que a Marinha pode dispor, a qualquer tempo, de meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais permanentemente aprestados, prontos para o cumprimento da nobre missão de defender os direitos de todos os brasileiros na nossa Amazônia Azul, o mar que nos pertence” afirmou.
 

Capitania dos Portos do Espírito Santo encerra Operação “Verão 2021-2022”

Operação "Verão"
 
Militares da CPES durante inspeção naval
pela Operação “Verão 2021-2022”
 
A Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES) encerrou, no dia 6 de março, a Operação “Verão 2021/2022”. Durante a operação, que teve início em 17 de dezembro de 2021, a fiscalização diária foi reforçada com o emprego de aproximadamente 200 militares, que percorreram o litoral do Espírito Santo, compondo equipes extras de inspeção naval, nas regiões da Grande Vitória, Sul Capixaba, Meio Norte e Norte Capixaba.

A CPES inspecionou um total de 2.433 embarcações, emitiu 145 notificações e lavrou 98 Autos de Infração, bem como apreendeu 11 embarcações que colocavam em risco a segurança da navegação. Nas abordagens, foram aplicados 55 testes com o apoio do etilômetro, verificação documental de embarcações e da habilitação dos condutores, a existência e o estado de conservação do material de salvatagem, o limite de lotação da embarcação e demais regras para garantir a segurança da navegação.

Além disso, como parte das ações da Operação “Verão 2021/2022”, a CPES participou da abertura da temporada 2022 do Projeto “Praia Limpa”, na Orla de Camburi e nas ilhas adjacentes, Ilha Acústica e Ilha do Fato, organizado pela equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Vitória (SEMMAM) e pelo Projeto “Vitória da Restinga”.
 
Militares da CPES atuaram em prol da segurança do tráfego
aquaviário durante a Operação “Verão 2021-2022”
 
Antes da operação se iniciar e durante o seu desenvolvimento, as equipes visitaram as marinas, colônias de pesca e iates localizados na área de sua jurisdição, realizando ações de conscientização e orientação para reforçar a mentalidade marítima junto aos condutores de embarcações e passageiros.

A CPES ressalta que a participação da sociedade, por meio das denúncias recebidas, foi relevante para uma atuação mais efetiva e um verão mais seguro.
 

Capitania dos Portos da Amazônia Oriental aborda mais de 80 embarcações durante Operação “Carnaval 2022”

Segurança da Navegação
 
Militares inspecionam documentação de embarcações, na orla de Belém (PA)
 
A Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) realizou mais de 80 abordagens em embarcações, sendo uma notificada, durante a Operação “Carnaval 2022”, no período de 25 de fevereiro a 6 de marco, nos municípios de Belém (PA) e Salinópolis (PA).
 
As fiscalizações foram intensificadas nas travessias e nas praias, por meio de inspeções navais, com o objetivo de assegurar a salvaguarda da vida humana no mar, rios e lagos, a segurança da navegação e a prevenção da poluição hídrica oriunda de embarcações.
 
Durantes as abordagens, militares da Marinha fizeram orientações sobre os procedimentos de embarque e desembarque, prevenção ao escalpelamento, e realizaram ações de conscientização sobre o enfrentamento da pandemia da Covid-19.
 

CPES celebra o Dia Internacional da Mulher, com evento náutico e um musical no Farol Santa Luzia

Homenagem
 
Farol de Santa Luzia recebeu iluminação diferenciada
em homenagem ao Dia da Mulher
 
Em parceria com as Secretarias de Educação e de Comunicação da Prefeitura Municipal de Vila Velha (ES), a Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES) homenageou as mulheres, no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, com uma iluminação especial no Farol Santa Luzia, localizado no município de Vila Velha (ES).

Além da iluminação decorativa do sinal náutico, uma programação cultural especial e horário de visitação estendido foi oferecida ao público, incluindo apresentação do violinista Tácito da Silva Ribeiro, sarau com poetisas e palestra com a escritora Mônica Boiteux sobre o livro “Mulheres Capixabas Incríveis”.
 
Evento “O Mar é nosso” foi acompanhado pela CPES
 
A CPES também apoiou, no dia 6 de fevereiro, o evento náutico feminino de motoaquática, “O Mar é nosso”, exclusivo para mulheres, que contou com a presença de 30 mulheres, 17 embarcações, acompanhadas pelos militares da Capitania, saindo do Canal de Vitória e visitando as Ilhas do Frade e das Caieiras.
 

Tribunal Marítimo realiza primeira sessão de julgamento pelo SEI

Ciência e Tecnologia
 
Sustentação oral de advogado, Dr. Marcos Martins Filho,
durante julgamento pelo SEI
 
No dia 9 de março, a sessão plenária nº 7.558 do Tribunal Marítimo (TM) foi um marco na história da modernização da Corte. Pela primeira vez foram realizados julgamentos pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Celeridade e tecnologia marcaram a sessão em que o colegiado utilizou a funcionalidade responsável pelo trâmite administrativo dos processos por meio digital.
 
Os processos julgados pelo SEI foram: nº 34.348/2020, conduzido pelo juiz relator Marcelo David Gonçalves, e o de nº 34.252/2020, do juiz relator Attila Halan Coury. A sessão marcou mais uma fase da implantação do Processo Eletrônico do TM, capitaneado por militares de Tecnologia da Informação (TI) do próprio Tribunal. Dentre as capacidades do Sistema, estão o aumento da produtividade e a diminuição do uso do papel no trâmite de processos, além de possibilitar aos representados ou advogados das partes peticionarem em qualquer computador ou até mesmo pelo celular, facilitando o acesso aos autos.
 
Desde que foi implantado, houve distribuição de 1.065 processos pelo SEI desde 12 de novembro de 2020, além de 217 representações recebidas. A primeira sessão plenária por meio do SEI ocorreu em 20 de abril de 2021, quando foi recebida representação oferecida pela Procuradoria Especial da Marinha (PEM).
 
Tela do módulo de julgamento do SEI
 
A customização do SEI, com a funcionalidade SEI Julgar, foi desenvolvida por Oficiais e Praças de TI do TM, destacando o profissionalismo e a atuação do corpo técnico na implantação e manutenção dessa nova era da Corte Marítima.
 

Escola de Guerra Naval retoma cursos em 2022

Capacitação
 
Aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos
 
A Escola de Guerra Naval (EGN) começou esta semana com a retomada de diversos cursos. No dia 7 de março, o Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos (PPGEM) iniciou suas atividades com uma aula inaugural sobre Métodos Científicos e os alunos do Curso Complementar de Altos Estudos (C-CAE) e do Curso de Extensão em Estudos Marítimos (C-EEM) iniciaram um período de adaptação e preparo para as aulas que começarão no dia 14 de março.
 
Alunos do C-CAE e C-EEM participam da Semana de Ambientação
 
Outros cursos também tiveram suas atividades iniciadas no começo desse ano, como o C-EMOI Fase I (para 1314 Oficiais-Alunos), o C-EMOI Fase II (Turma 1 – presencial – com 84 Oficiais-Alunos e Turma 2 – Etapa EAD – com 85 Oficiais-Alunos); o C-SUP (incluindo Gestão de Saúde e Gestão de Projetos – com 136 Oficiais-Alunos); o C-EMOS (com 120 Oficiais-Alunos, sendo 9 de Marinhas Amigas) e o C-PEM (com 43 discentes, sendo 35 Oficiais de Marinha, 1 Oficial do Exército, 3 Oficiais da Força Aérea, 2 servidores civis, 1 Capitão de Longo Curso e 1 policial federal).
 

NPo “Almirante Maximiano” realiza Adestramento de Mergulho Autônomo Polar

Capacitação
 
Mergulhador da Marinha inicia adestramento
de Mergulho Autônomo Polar
 
O Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” realizou, no dia 6 de março, o Adestramento de Mergulho Autônomo Polar, com o objetivo de manter a qualificação dos militares ao empregarem material de mergulho em condições climáticas extremas no continente gelado.
 
O Mergulho Autônomo Polar é uma modalidade que utiliza ar atmosférico comprimido. A técnica permite que os mergulhadores da Marinha atuem em temperaturas abaixo de 5o graus Celsius, porém com o tempo de fundo do mergulhador reduzido.
 
Grupo de Mergulhadores na Baía do Almirantado
 
A técnica pode ser empregada em apoio aos grupos de pesquisa embarcados, durante as Operações “Antártica” (OPERANTAR), tanto a bordo dos navios que participam da Operação, quanto na Estação Antártica Comandante Ferraz.
 

CIAMPA inicia Turma I/2022 do Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais

Formação militar-naval
 
Cerimônia de recepção dos Aprendizes-Fuzileiros Navais
 
O Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (CIAMPA) iniciou, em 7 de março, o processo de formação da Turma I/2022 do Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais. Quatrocentos jovens de todos os Estados do Brasil chegaram ao Centro de Instrução com o objetivo de servir ao País e se tornar um Combatente Anfíbio da Marinha.
 
Aprendizes-Fuzileiros Navais chegam ao CIAMPA
para completar Turma I/2022
 
O curso tem duração de 18 semanas e não se limita aos conhecimentos dos campos técnico-profissional e físico, abrangendo, também, os campos moral e ético, pautados nos valores essenciais do Corpo de Fuzileiros Navais: Honra, Competência, Determinação e Profissionalismo.
 

Pesquisadores embarcam para expedição científica inédita

Ciência e Tecnologia
Navio Hidroceanográfico Faroleiro “Almirante Graça Aranha” (H34)
 
 
Agência Marinha de Notícias 
Niterói, RJ
 
Como parte da preparação para o início da 110ª Expedição Científica, organizada pelo Programa de Pesquisas Científicas da Ilha Trindade (PROTRINDADE), o Navio Hidroceanográfico Faroleiro “Almirante Graça Aranha” recebeu, no dia 7 de março, em Niteroi (RJ), pesquisadores de universidades brasileiras para uma jornada científica de 31 dias nas Ilhas de Trindade e Martin Vaz. O objetivo da expedição é realizar estudos climáticos, oceanográficos, geológicos, históricos e ambientais. 
 
Os pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) embarcaram no navio após cumprir os protocolos de segurança estabelecidos em razão da pandemia da COVID-19. 
 
A expedição, organizada pela Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar e pelo Programa de Pesquisas Científicas na Ilha da Trindade (PROTRINDADE), é a primeira da história em que pesquisadores vão pernoitar na desabitada Ilha Martin Vaz. O local é onde acontece o primeiro nascer do sol do Brasil e fica a aproximadamente 2.400 quilômetros do continente africano. Descoberta em 1501, localizada no Oceano Atlântico, a aproximadamente 1.200 quilômetros de Vitória (ES), a ilha possui cerca de 500 metros de diâmetro, tem formato arredondado e seu topo abriga uma vegetação predominantemente rasteira. Sua fauna é formada por crustáceos, aracnídeos, insetos e aves marinhas migratórias. 
 
Segundo a gerente do PROTRINDADE, Capitão de Corveta Vitória Régia Coelho Costa, tanto o Arquipélago Martin Vaz quanto a Ilha da Trindade são muito importantes para o País. “A ocupação garante ao Brasil a possibilidade de exploração econômica de uma faixa de 200 milhas náuticas, aproximadamente 370 km, ao seu redor. Tudo que existe na água, no solo e subsolo dessa região pertence aos brasileiros”. 
 
As pesquisas são fundamentais para a geração de informações que auxiliam no conhecimento do nosso território. Os pesquisadores vão poder trabalhar em três frentes: no navio da Marinha, no Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT) e no acampamento, em Martin Vaz. “A experiência de embarcar com a Marinha e trabalhar na Ilha é única, sob vários aspectos. Permite darmos continuidade à pesquisa e à observação que existem na região, desde 2004, e possibilita a compreensão do efeito dos oceanos no clima global”, afirmou o pesquisador da UFRJ Luan Schimidel Ramos de Oliveira.
 
Pesquisadores embarcando no navio

 

Com nove mil mulheres em suas fileiras, Marinha consolida o seu pioneirismo nas Forças Armadas

Homenagem
 
Tenente Iraci em atendimento à população ribeirinha no Amazonas
 
Na data de celebração do Dia Internacional da Mulher, a presença das mulheres na Marinha do Brasil (MB), militares e civis, está consolidada. Podem ser citados como exemplos de avanços dos espaços conquistados, nos últimos anos, a promoção da primeira mulher ao posto de Oficial-General, em 2012, a formatura da primeira turma mista de oficiais da Escola Naval, em 2017, e o ingresso de mulheres como Aspirantes a Oficial no Corpo da Armada e de Fuzileiros Navais, em 2019.
 
Em curto prazo, também está prevista a possibilidade de ingresso, a partir de 2023, nas Escolas de Aprendizes Marinheiros e nos Cursos de Formação de Soldados Fuzileiros Navais, completando-se, assim, o processo de inclusão das mulheres em todos os Corpos, Quadros, escolas e centros de instrução da MB. Atualmente, cerca de nove mil mulheres compõem as fileiras da Marinha.
 
Aspirantes a bordo do Navio-Aeródromo Multipropósito “Atlântico”
 
Destaca-se, também, importantes cargos e funções que vêm sendo ocupados por mulheres, a exemplo da titularidade de organizações militares, da composição de contingentes de Missões de Paz da ONU e de tripulações dos meios da Esquadra, dos Navios da Esperança e dos Navios de Apoio Oceanográfico e Polar, no apoio à pesquisa científica no Continente Antártico.
 
Recentemente, a Primeiro-Tenente Enfermeira Iraci Medeiros Bezerra Neta, servindo no Comando da Flotilha do Amazonas, tornou-se a primeira mulher da MB a atingir a marca de 1.000 dias de mar. Durante uma visita recente do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, ao Comando do 9º Distrito Naval (Manaus-AM), a Primeiro-Tenente Araci afirmou que foi a carência da população ribeirinha e o trabalho realizado pela Marinha que a fez ter vontade de compor os quadros da MB. “Algumas comunidades são bem necessitadas. São idosos, crianças e adultos que precisam muito de nosso apoio e isso é um orgulho pra todos nós”.
 
Contra-Almirante Luciana, hoje Diretora de Comunicações e
Tecnologia da Informação da Marinha
 
Mais do que o ineditismo do feito em si, atingido após sete anos de navegação nos rios da Amazônia, também nos enche de orgulho o enorme valor humano do trabalho realizado pela Tenente Iraci, ao longo de todo esse tempo, em benefício da saúde de milhares de brasileiros”, destacou o Comandante da Marinha.
 
Mulheres na Marinha
No dia 7 de julho de 1980, foi promulgada a Lei nº 6.807, tornando a Marinha pioneira na participação das mulheres nas fileiras das Forças Armadas. Nascia, assim, o Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha (CAFRM), formado pelo Quadro Auxiliar Feminino de Oficiais (QAFO) e pelo Quadro Auxiliar Feminino de Praças (QAFP). Na época, o ingresso das mulheres na Marinha constituiu um marco de grande repercussão na sociedade brasileira.
 
Com a Lei nº 9.519, de 26 de novembro 1997, foi extinto o CAFRM e, de acordo com as habilitações de origem, as mulheres passaram a integrar os respectivos Corpos e Quadros existentes para o sexo masculino, possibilitando o ingresso como Oficiais nos Corpos de Engenheiros e de Intendentes da Marinha, e nos Quadros de Médicos, de Cirurgiões-Dentistas, de Apoio à Saúde e Técnico, em igualdade de condições no acesso às promoções e cursos.
 
A trajetória de pioneirismo das mulheres na Marinha do Brasil, portanto, foi um processo gradual e exitoso. A partir de 1998, decorrente da reestruturação de Corpos e Quadros, a inserção da mulher na Força Naval foi ampliada com a promoção da primeira brasileira ao posto de Oficial General das Forças Armadas em 2012, a Contra-Almirante Médica Dalva Maria Carvalho Mendes, e, em 2018, ratificada com a inclusão de mais uma militar no círculo de Oficiais Generais, a Contra-Almirante Engenheira Naval Luciana Mascarenhas da Costa Marroni.
 
Militar em atividade de pesquisa
 
Oficial a bordo do Navio Hidroceanográfico “Cruzeiro do Sul”
 

Capitania dos Portos de Alagoas participa da Operação “Cânions”

Segurança da Navegação
 
Na ação, foram vistoriados os paredões rochosos,
prevenindo desastres e mitigando riscos
 
A Capitania dos Portos de Alagoas (CPAL) e a Agência de Penedo participaram, no período de 15 a 24 de fevereiro, da Operação “Cânions”, em conjunto com representantes da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Alagoas e Sergipe; do Serviço Geológico do Brasil; do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade; das Prefeituras de Piranhas (AL) e Canindé de São Francisco (SE); dentre outros órgãos e autoridades.
 
A Operação, no Rio São Francisco, tem o objetivo de vistoriar os paredões rochosos do Cânion do Talhado (AL), Vale dos Mestres (SE) e região de Xingó (na divisa entre os estados de Alagoas e Sergipe), buscando realizar estudos geotécnicos para prevenção de desastres e mitigação de riscos.
 
Militares da CPAL durante inspeção naval na área dos paredões rochosos do
Cânion do Talhado, Vale dos Mestres e região de Xingó
 
Na ocasião, a CPAL explanou assuntos referentes à Segurança da Navegação, à Salvaguarda da Vida Humana no mar e à Prevenção da Poluição Hídrica na região dos Cânions, considerada importante polo turístico do Sertão, recebendo centenas de turistas diariamente.
 

NPaOc “Amazonas” recebe visita do Encarregado de Negócios do Brasil na Namíbia, no porto de Walvis Bay

Relacionamento institucional
 
 
Encarregado de Negócios do Brasil na Namíbia foi
recebido no NPaOc “Amazonas”
 
O Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Amazonas”, subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste, atracado no porto de Walvis Bay, Namíbia, recebeu, em 2 de março, a visita do Encarregado de Negócios do Brasil na Namíbia, Ministro-Conselheiro Antonio Carlos França, acompanhado do Adido de Defesa Naval, do Exército e Aeronáutico na Namíbia, do Chefe do Grupo de Assessoramento Técnico dos Fuzileiros Navais e do Chefe da Missão de Assessoria na Namíbia, durante a Operação "Obangame 2022".
 
A visita teve caráter protocolar, com o intuito de estreitar os laços entre a Marinha do Brasil (MB) e o Ministério das Relações Exteriores, órgãos que possuem a missão de representar o País no seu entorno estratégico.
 
Encarregado de Negócios do Brasil na Namíbia, acompanhado pelo de
Adido de Defesa, Naval, do Exército e Aeronáutico e Comandante do Navio
 
Entre os assuntos tratados, foi destacada a importância da presença da Marinha do Brasil na Namíbia e na Operação “Obangame 2022”, por aumentar a interoperabilidade e proporcionar uma maior cooperação e amizade com Marinhas amigas, com o propósito de contribuir para a segurança marítima de uma parcela relevante do entorno estratégico nacional.
 

Capelães Navais levam apoio e suporte espiritual a famílias atingidas pelas chuvas em Petrópolis (RJ)

Cuidando da nossa gente
 
Capelães Navais durante celebração em escola para
moradores desabrigados
 
Como parte dos esforços da Marinha do Brasil para amenizar o sofrimento dos moradores afetados pelas fortes chuvas que atingiram a cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro (RJ), Capelães Navais permaneceram na cidade, no período de 19 de fevereiro e 3 de março, para oferecer apoio espiritual, aconselhamento e palavras de consolo às vítimas. Nestas duas semanas, o Serviço de Assistência Religiosa da Marinha (SARM) contribuiu para renovar a fé e a esperança de cerca de 1200 famílias, reforçando as ações do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais – Petrópolis, mobilizado para levar ajuda e socorro ao município.
 
Com o apoio de lideranças religiosas da região, especialmente da Paróquia Santo Antônio, no Alto da Serra; e da Igreja Metodista de Petrópolis, do bairro Quitandinha, o Capitão-Tenente (CN) Willians Soares Bezerra e o Primeiro-Tenente (CN) Bento Oliveira de Almeida realizaram missas e cultos ecumênicos, atenderam cristãos que buscavam confissão e auxiliaram na doação de itens alimentícios, roupas e colchões aos moradores que tiveram suas casas destruídas pelo temporal. Os Capelães Navais tiveram relevante atuação junto às crianças alojadas em escolas, igrejas e pontos de acolhimento, proporcionando momentos de distração e interação.
 
Capelão Naval proporciona momentos de alegria
a crianças abaladas pelas chuvas
 
A atuação dos Capelães Navais contribuiu para o êxito da Marinha, que, desde as primeiras horas após as fortes chuvas, prontamente mobilizou militares, montou Hospital de Campanha e empregou meios para prestar socorro à cidade. A MB transportou mais de 25 toneladas de doações, desobstruiu vias de acesso e realizou 1700 atendimentos médicos, ratificando o compromisso institucional de auxiliar a população brasileira sempre que necessário.
 

Submarino “Tikuna” recebe aspirantes e apoia pesquisa de TCC sobre mulheres embarcadas em submarinos

Relacionamento institucional
 
Aspirantes durante a visita ao Submarino “Tikuna”
 
O Submarino “Tikuna” recebeu, em 16 de fevereiro, a visita de quatro Aspirantes do 4º ano da Escola Naval, com o propósito de conhecer a missão, as instalações e as atividades realizadas pelo submarino, assim como, apresentar as principais atividades realizadas pelos Oficiais do submarino e auxiliar à Aspirante Iana Rodrigues Duarte na conclusão do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), cujo tema é “A projeção de mulheres militares a bordo de submarinos da Marinha do Brasil”.
 
O Comandante do Submarino “Tikuna” ministrou uma palestra e apresentou os pontos principais do “Espadarte”, nome com que o submarino é conhecido na Esquadra Brasileira, aos jovens Aspirantes para que possam ter melhor embasamento para suas escolhas futuras.
 
Aspirante na observação no periscópio
 
Os quatro Aspirantes, todos do Corpo da Armada, interagiram e adquiriram experiências com oficiais submarinistas, realizaram observações no periscópio, navegaram com cartas na Mesa de Navegação Eletrônica e realizaram exercícios simulados no Controle de Governo e Profundidade do Submarino.
 
Por fim, o Comandante reforçou que o “Tikuna” estará sempre de portas abertas para recebê-los e dirimir suas dúvidas sobre a operação de submarinos.
 

Marinha lança campanha “Nosso compromisso é com você”

Cuidando da nossa gente

 

 

Os brasileiros são o maior patrimônio do Brasil. Tendo isso como uma certeza, a Marinha lançou, neste mês, a campanha institucional “Nosso compromisso é com você”. A divulgação ocorrerá até o dia 15 de abril e tem o propósito de enaltecer o permanente emprego de meios e pessoal da Marinha do Brasil (MB) no cuidado e no apoio à população brasileira.
 
O exemplo mais recente é a atuação da MB em Petrópolis, por ocasião das chuvas que causaram estragos na cidade, mas não fica só por aí. Existem muitas outras ações que são feitas em todas as regiões do País, de forma permanente ou temporária, ao longo de todo ano. Dentre as ações mais conhecidas estão as Operações de Assistência Hospitalar (ASSHOP) à população ribeirinha, que são realizadas pelos chamados “Navios da Esperança”, na Região Norte.
 
ASSHOP
Em cada ASSHOP, um Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) da MB atende a uma determinada região escolhida antecipadamente. Nessas operações são empregados os NAsH “Dr. Montenegro” (U-16), “Osvaldo Cruz” (U-18) e “Carlos Chagas” (U-19). Embarcados nos navios, profissionais de saúde, provenientes de outras regiões do Brasil, lançam-se nas barrancas dos rios da Amazônia levando alívio para as pessoas que moram nesses locais.
 
As áreas a serem visitadas são denominadas Pólos de Saúde e se referem às localidades ribeirinhas mais carentes de atendimento, resultado, principalmente, da distância dos centros urbanos da região, inexistência de serviços de saúde, públicos ou privados, falta de atividades econômicas estáveis e lucrativas, e falta de infraestrutura de saneamento básico (água potável e esgoto tratado). Em muitos casos, as visitas dos navios da MB são a única oportunidade de atendimento médico e odontológico a esses moradores.
 
Para conhecer um pouco mais sobre as diversas ações realizadas pela Marinha do Brasil em apoio a população brasileira acesse o link abaixo e leia matérias publicadas em 2022.
 
 
 

 

Marinha do Brasil realiza Ações Cívico-Sociais e presta assistência religiosa em Petrópolis (RJ)

Cuidando da nossa gente
 
Capelão Naval realiza Culto Ecumênico para famílias afetadas pelas chuvas
 
Dando continuidade às ações desenvolvidas em Petrópolis, visando mitigar os efeitos do desastre ocorrido, bem como restabelecer o bem-estar da população e a normalidade social, a Marinha permanece na região, atuando em proveito do Comando Conjunto Leste, para tentar amenizar o sofrimento dos moradores da cidade, que foi atingida por fortes chuvas no dia 15 de fevereiro. Além dos mais de 1800 atendimentos realizados no Hospital de Campanha (HCmp), que funcionará até o dia 4 de março, e das 37 missões de transporte de mais de 270 toneladas em doações (água, alimentos e roupas), Ações Cívico-Sociais (ACiSo) e Assistências Religiosas permanecem acontecendo.
 
Desde o início da Operação, por meio do apoio de Capelães Navais, assistências religiosas vêm sendo prestadas à população petropolitana, com intuito de confortar as famílias afetadas pelo desastre e levar palavras de esperança. Até o momento, foram realizados 5 cultos ecumênicos e 4 missas em diversos abrigos e paróquias da cidade, assistindo a mais de 500 pessoas. Além disso, celebrações religiosas são realizadas internamente, visando assistir os militares que compõem o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais que estão atuando em Petrópolis.
 
Dentre as ACiSo realizadas, destacam-se as atividades de limpeza dos jardins do tradicional ponto turístico da cidade, o Museu Imperial, bastante afetado por quantidades expressivas de lama.


Militares em atividade no Museu Imperial
 
Também foram realizados alguns serviços para melhoria e conservação das instalações na Escola Almirante Tamandaré, pertencente à rede de ensino municipal de Petrópolis, onde foi realizado o corte de grama, pintura de áreas de recreação e de convivência, bem como pequenos reparos na fachada da escola.
 
Militar realiza reparos na Escola Almirante Tamandaré
 

Marinha assina Plano de Trabalho para instalação de Patromoria Avançada em Maragogi (AL)

Relacionamento institucional
 
Capitão dos Portos de Alagoas e Prefeito de Maragogi durante a assinatura do
Plano de Trabalho para instalação de Patromoria Avançada
 
A Capitania dos Portos de Alagoas (CPAL) e a Prefeitura de Maragogi (AL) assinaram, em 24 de fevereiro, um Plano de Trabalho Conjunto, com o objetivo de celebrar um Acordo de Cooperação para a implantação de uma Patromoria Avançada no povoado de São Bento, localizado em Maragogi.
 
O município de Maragogi, considerado um importante polo turístico do Brasil, apresenta a maior concentração de embarcações de transporte de passageiros voltadas para o turismo náutico do Estado de Alagoas, além de possuir elevada demanda por atividades cartoriais náuticas.
 
A instalação de uma Patromoria Avançada nessa região visa propiciar a intensificação das Ações de Fiscalização do Tráfego Aquaviário e do Ensino Profissional Marítimo, contribuindo para a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no mar e a prevenção da poluição hídrica, além de possibilitar maior qualidade de atendimento ao público do litoral norte de Alagoas.
 

Marinha ministra instrução no mar em apoio ao IFCE/Acaraú

Segurança da Navegação
 
Instrução no mar aos alunos do Curso de Formação de Aquaviários –
Pescador Profissional Especializado (CFAQ-III C N3)
 
A Agência da Capitania dos Portos em Camocim (AgCamocim) realizou, no dia 21 de fevereiro, em apoio ao Ensino Profissional Marítimo do Campus Acaraú, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE/Acaraú), instrução no mar aos alunos do Curso de Formação de Aquaviários – Pescador Profissional Especializado – Nível 3, com o intuito de incrementar a qualificação profissional e intelectual dos futuros profissionais do mar.
 
A atividade consistiu em aulas práticas a bordo de embarcação pesqueira, com noções de Sobrevivência no Meio Aquaviário, Prevenção e Combate a Incêndio, Primeiros Socorros, Procedimentos de Emergência, Prevenção e Poluição Ambiental, Manobra de Embarcações, Navegação e Comunicação, Arquitetura Naval e Serviço de Quarto.
 
Militar da AgCamocim ministra aula sobre
Comunicação a bordo de embarcações
 
Por meio de um Acordo de Cooperação Técnica, o IFCE/Acaraú é acreditado pela Diretoria de Portos e Costas da Marinha, para ministrar cursos do Ensino Profissional Marítimo para aquaviários do 3º Grupo – Pescadores. A iniciativa permite a soma de esforços entre as Instituições em prol da formação de mão de obra habilitada, de modo a atender a crescente demanda do mercado e colaborar para a cadeia produtiva da pesca cearense.
 

Centro de Instrução e Adestramento Almirante Radler de Aquino promove Workshop de Oceanografia

Capacitação
 
Montagem do ADCP na Lancha “Miguens”
 
O Centro de Instrução e Adestramento Almirante Radler de Aquino promoveu, em 24 de fevereiro, o Workshop de Oceanografia, com apoio da Base de Hidrografia da Marinha em Niterói (BHMN) e realização pelo escritório da empresa NORTEK, no Brasil.
 
O evento foi conduzido em duas etapas, uma expositiva, nas dependências do Centro de Instrução e Adestramento, e a segunda, executada como levantamento de dados do ADCP (Acoustic Doppler Current Profiler), em um embarque a bordo da Lancha “Miguens”, que pertence à BHMN.
 
Análise em tempo real dos dados adquiridos pelo ADCP
 
O evento contribuiu para a atualização do pessoal das áreas de Hidrografia, Oceanografia e Engenharia Costeira quanto às inovações dos instrumentos de medição das variáveis oceanográficas: nível do mar e correntes, bem como suas possíveis aplicações em prol do Poder Naval e da Segurança da Navegação.
 

Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte visita as instalações da Petrobras em Guamaré (RN)

Relacionamento institucional
 
CPRN visita Centro de Defesa Ambiental
da Petrobras em Guamaré (RN)
 
Militares da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte (CPRN) visitaram, no dia 22 de fevereiro, a Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC). Na ocasião, foram apresentados os processos de captação, refino e distribuição do material in natura na RPCC, bem como os produtos derivados desses processos, como gasolina, diesel, querosene de aviação, bunker (combustível para navios) e gás.
 
Em seguida, no Centro de Defesa Ambiental do Rio Grande do Norte (CDA-RN), foram realizadas simulações de contenção de vazamento de óleo pelas plataformas e embarcações a serviço da Petrobras. Na oportunidade, foi possível conhecer os equipamentos, o treinamento e a capacidade de atuação da equipe do CDA-RN.
 
No dia seguinte, foi realizado um sobrevoo nas plataformas e quadros de boias localizados nas proximidades da cidade de Guamaré (RN), com uma visita às instalações da Plataforma "Ubarana 2".
 
Visita às instalações da plataforma "Ubarana 2"
 
As atividades contribuíram para a aquisição de conhecimentos a serem empregados na prevenção à poluição hídrica causada por embarcações e plataformas, além de subsidiar a condução de possíveis Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação.
 

Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste realiza Estágio Básico de Abordagem

Capacitação
 
Militares recebem instruções durante aulas teóricas
do Estágio Básico de Abordagem, Turma 02/2022
 
O Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste realizou, no período de 21 a 25 de fevereiro, o Estágio Básico de Abordagem e formou a segunda turma no ano de 2022.
 
O estágio tem por propósito qualificar, capacitar e adestrar militares para funções relacionadas à abordagem durante as atividades de Patrulha Naval (PATNAV). As aulas teóricas foram ministradas na Base Naval de Natal e os treinamentos práticos, como revista, algemação, incursões, manuseio de armamento e procedimentos de abordagem, foram conduzidos a bordo do Rebocador de Alto-Mar “Triunfo”.
 
Militares durante adestramento sobre técnica de abordagem
 
A conclusão do curso permite a uniformização de procedimentos e a formação de militares para atuar como integrantes dos Grupos de Visita e Inspeção, durante as ações de PATNAV dos meio subordinados ao Comando do 3º Distrito Naval.
 

Comitiva da Armada da República da Colômbia visita o COMPAAz

Relacionamento institucional
 
Capitão de Mar e Guerra João Batista durante apresentação
institucional sobre o COMPAAz
 
Uma comitiva da Armada da República da Colômbia (ARC), composta pelo Comandante da Força-Tarefa Contra o Narcotráfico nº 72, Poseidon, Brigadier General de Infantería de Marina Rafael Olaya Quintero, acompanhado do Diretor Contra as Drogas, Capitán de Navio Juan Carlos Jiménez Howard, realizou uma visita ao Comando de Operações Marítimas e Proteção da Amazônia Azul (COMPAAz).
 
A comitiva foi recebida pelo Comandante do COMPAAz, Contra-Almirante Gustavo Calero Garriga Pires, e pelo Comandante do Centro de Operações Marítimas (COpMar), Capitão de Mar e Guerra João Batista Barbosa.
 
A visita teve como propósito apresentar a nova estrutura organizacional recém-implementada e os sistemas que contribuem para a consolidação da Consciência Situacional Marítima (CSM) no Brasil, bem como estreitar os laços de cooperação entre a Marinha do Brasil (MB) e a ARC. No intercâmbio de informações, a comitiva colombiana realizou uma apresentação sobre a Campanha Naval ORIÓN, com foco nos resultados obtidos ao longo das oito edições, ressaltando a importância e destaque da participação da Marinha do Brasil (MB) nesta iniciativa, que envolve 41 países.
 
Foto oficial da comitiva da Armada da República da
Colômbia em visita ao COMPAAz
 
O Capitão de Mar e Guerra João Batista realizou uma apresentação institucional do COMPAAz, expondo aos visitantes os recursos de Comando e Controle do Teatro de Operações Marítimas no âmbito da MB, além dos sistemas de monitoramento utilizados no Centro de Controle do Tráfego Marítimo, ressaltando as atividades interagências no combate aos ilícitos que ameaçam a segurança marítima, especialmente as ações de repressão ao narcotráfico nas Águas Jurisdicionais Brasileiras em apoio à Polícia Federal.
 

Santos é a primeira cidade do mundo a aprovar lei para o ensino de Cultura Oceânica nas escolas

Mentalidade Marítima

 

Acervo Marinha do Brasil


Ilha da Trindade, distante 1.140 km da costa brasileira
 

Agência Marinha de Notícias
Brasília, DF

Primeiro-Tenente (T) Paulo Yan Carlôto de Souza

 

O mar tem imenso valor para o Brasil e para os brasileiros. Compreender sua importância é fundamental para garantir um futuro próspero. Com o intuito de fomentar o conhecimento sobre o oceano, o município de Santos (SP) promulgou, no dia 21 de novembro de 2021, a Lei de Cultura Oceânica (Lei nº3.935/2021), que tem como objetivo implementar atividades de promoção da Cultura Oceânica na rede municipal de ensino.

A lei define Cultura Oceânica “como o conjunto de processos que promove o letramento oceânico, ou seja, a compreensão dos princípios essenciais e conceitos fundamentais, que permitem conhecer a influência do oceano sobre nós e nossa influência no oceano”. Ela abrangerá desde a educação infantil até a educação de jovens e adultos, integrando diversas áreas do conhecimento, a fim de promover a valorização dos oceanos.

Uma legislação dessa natureza é inédita não só no Brasil, mas em todo o mundo e condiz com a realidade brasileira: cerca de 80% da população vive a menos de 200 km do litoral. Além disso, aproximadamente 95% do nosso comércio exterior é feito por via marítima e 90% do petróleo é produzido off shore.

Implementação da lei
O Secretário do Meio Ambiente de Santos, Marcos Libório, que propôs a lei quando era vereador, afirmou que a iniciativa surgiu de uma inquietação pessoal. Ele é natural de Santos e, através de sua experiência pessoal, percebeu que seu bem-estar estava diretamente relacionado com a preservação do oceano. “Eu percebi a necessidade de um investimento na formação das crianças. A gente precisava criar ou, pelo menos, conscientizar as crianças da sua responsabilidade cidadã no respeito ao oceano, no respeito à nossa praia. Eu levei comigo essa motivação para a câmara municipal, consegui conversar com os meus pares vereadores e nós aprovamos unanimemente a Lei de Cultura Oceânica e o prefeito sancionou quase que de forma imediata para que entrasse em vigor já nesse período de ensino”, declara.

A aprovação da Lei de Cultura Oceânica é considerada um marco, mas os próximos passos serão decisivos. Está prevista a realização de fóruns para o desenvolvimento do conteúdo programático para implementar a Cultura Oceânica nas escolas do município.

Após essa etapa, os professores da rede pública passarão por capacitação para aplicarem esse novo direcionamento às suas respectivas áreas do conhecimento. A Secretária de Educação do município, Cristina Barletta, explica como serão desenhadas as ações: “por meio deste fórum a gente vai elaborar um plano sobre a cultura oceânica nas escolas e na cidade, formalizando essas ações, criando uma rede municipal da cultura oceânica. Então a ideia é implementar um curso de formação para os nossos professores. É criar e divulgar um currículo azul, que enriquecerá a alfabetização oceânica. [Essa] é uma iniciativa que vai envolver a sociedade civil em geral, reforçando a necessidade desses comportamentos sustentáveis em relação ao oceano”. Após a implementação desse currículo, ele passará por constantes avaliações com o objetivo de ser aperfeiçoado.

 


A prefeitura de Santos traduziu para o português o Kit Pedagógico “Cultura Oceânica Para Todos”, elaborado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI). Clique aqui para acessá-lo.

 

Divulgação da Cultura Oceânica
O Professor da UNIFESP, Dr. Ronaldo Christofoletti, incentivador da Lei de Cultura Oceânica, explica que “o que a gente busca não é só uma lei por lei, mas sim um processo de construção, cientificamente embasado, que une atores locais em diversos municípios brasileiros. Salvador já está com o projeto de lei em tramitação. Tem vários municípios em discussão, costeiros e não costeiros”, esclarece o professor.

Ele coordena o projeto Maré de Ciência, cuja missão é integrar diferentes setores da sociedade com a finalidade de difundir a Cultura Oceânica. Entre as ações do Maré de Ciência está a Olimpíada Brasileira do Oceano, realizada em parceria com a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM).

A Marinha do Brasil (MB) coordena, no âmbito da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM), uma ação chamada “Promoção da Mentalidade Marítima” (PROMAR), cujo objetivo é “ampliar o desenvolvimento de uma mentalidade marítima e Cultura Oceânica na população brasileira”, através de ações como a realização de exposições itinerantes, entrevistas, filmes e palestras sobre assuntos do mar; a distribuição de material de divulgação das atividades da CIRM; e a capacitação de multiplicadores em temas da Cultura Oceânica.

 

Acervo Marinha do Brasil


Alunos do Programa Forças no Esporte conhecem maquete da nova Estação Antártica Comandante Ferraz

O desenvolvimento da cultura oceânica não afeta somente aqueles que vivem próximos ao litoral. “A população que está no interior também pode exercer essa influência [sobre os oceanos]. E [ser afetada pelo] efeito que o oceano exerce nas nossas vidas e em nosso bem-estar. A maior justificativa disso é que o oceano, como grande regulador térmico do planeta, influencia o clima não só do litoral, mas dos continentes como um todo”, ressalta o Vice-Diretor do COI para a América Latina e Caribe, Capitão de Mar e Guerra Frederico Antonio Saraiva Nogueira.

Amazônia Azul
A Amazônia Azul é a região que compreende a superfície do mar, águas sobrejacentes ao leito do mar, solo e subsolo marinhos contidos na extensão atlântica que se projeta a partir do litoral até o limite exterior da Plataforma Continental brasileira.

Mais do que um espaço geográfico, a Amazônia Azul deve ser vista como um conceito político-estratégico remetendo à importância do Poder Marítimo ao Brasil. Ensejada no Atlântico Sul, entorno estratégico estabelecido nos documentos de alto nível, como a Política Nacional de Defesa, a Estratégia Nacional de Defesa e o Plano Estratégico da Marinha – PEM 2040, a Amazônia Azul é patrimônio nacional, fonte de riqueza e cobiça, a ser protegido, preservado e explorado, com sustentabilidade.

2021-2030: Década da Ciência Oceânica
A Década da Ciência Oceânica (2021 a 2030) foi declarada em 2017, após proposta da UNESCO, por meio da Comissão Oceanográfica Intergovernamental, que ficou responsável por redigir o Plano de Implementação da Década, contendo as ações necessárias para sua efetiva implantação. No Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação coordenou a elaboração do plano local em parceria com diversas instituições, incluindo a MB.

No Plano Nacional de Implementação da Década da Ciência Oceânica estão previstos sete resultados esperados para esse período. O sétimo resume com precisão o que se espera alcançar com a promoção da Cultura Oceânica: “um oceano inspirador e envolvente, para que a sociedade possa compreender e valorizar a sua relação com o bem-estar humano e o desenvolvimento sustentável”.

 

Marinha completa duas semanas apoiando a população de Petrópolis

Cuidando da nossa gente
 

Aeronaves SH-16 (Seahawk) e UH-15 (Super Cougar) em apoio à Operação Petrópolis
 
Agência Marinha de Notícias 
Petrópolis, RJ 
 
Após completar mais de duas semanas de atividades, a Marinha do Brasil (MB), além de dar continuidade ao atendimento por meio do seu Hospital de Campanha (HCmp), vem dando ênfase em ações de transporte de doações, assistência religiosa e ações cívico-sociais (ACISO). Até o momento, foram mais de 1700 atendimentos médicos realizados no HCmp. A operação já contou com mais de 370 militares envolvidos em diversas ações na cidade de Petrópolis.
 
Um dos principais marcos dessa missão foi a pronta-resposta da Força, que desde as primeiras horas após as fortes chuvas, já estava presente na cidade da Região Serrana. A prontidão operativa decorreu da rápida mobilização dos diversos setores da Marinha, ao colocar seus meios e estruturas apoiando o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais - PETRÓPOLIS.
 
A Marinha deslocou para a cidade um helicóptero SH-16 (Seahawk), um UH-15 (Super Cougar) e um UH-12 (Esquilo), que foram fundamentais para missões como, por exemplo, o transporte de gerador de energia para o parque de antenas localizado no Morro do Morin, cujo acesso por terra estava bloqueado pelos deslizamentos.
 
A fase de conclusão das ações da MB na cidade segue até a próxima sexta- feira (4). O cronograma da semana prossegue com atividades de desobstrução de vias, limpeza de áreas urbanas, assistência religiosa, ACISO, logística no transporte de doações e atendimentos no HCmp. 
 

Militar da Marinha presta apoio de saúde à população de Petrópolis
 
 
Hospital de Campanha
O HCmp, na fase inicial, funcionou como um posto de saúde avançado, de triagem e atendimento de baixa complexidade às vítimas do desastre. Nesta última semana, a procura pelos serviços de saúde se deu, também, pelos pacientes que foram impactados de forma mais indireta pela tragédia. 
 
O Diretor do Centro de Medicina Operativa da Marinha, Capitão de Mar e Guerra Médico Kleber Coelho de Moraes Ricciardi, explica como se dá essa fase final: "Nessa segunda etapa, fizemos o acolhimento e atendimento de casos mais leves nas diversas especialidades: clínico, ortopédico, pediátrico, além de emergências odontológicas. E até mesmo, a entrega de medicamentos para doenças crônicas, como hipertensão e diabetes”.
 
O funcionamento do HCmp, montado no SESI Petrópolis, permanece das 8h às 18h até a sexta-feira (4), com as instalações ambulatoriais e de UTI.
 
Assista ao vídeo sobre as ações da Marinha em Petrópolis. 
 

Atendimentos no HCmp permanecem até a próxima sexta-feira
 
 
 
 

Marinha firma cooperação com o Ministério Público do Trabalho para garantir segurança de aquaviários

Segurança da Navegação

 

                                   Acervo: Marinha do Brasil/ Com4ºDN
Abordagem realizada por militares da Marinha na fiscalização de embarcações que transportam madeira
 
Agência Marinha de Notícias
Brasília, DF
 
Primeiro-Tenente (RM2-T) Camila Marques de Almeida
 
A Marinha do Brasil (MB) firmou no final do ano passado, junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), um Acordo de Cooperação Técnica que promove ações conjuntas voltadas à segurança de trabalhadores aquaviários. A deliberação já está em vigor e tem abrangência em todo o território nacional.
 
Após várias denúncias recebidas pelo MPT, relacionadas as condições inadequadas de trabalho a bordo de embarcações, surgiu a necessidade de ampliar a segurança jurídica dos aquaviários, portuários, armadores e das empresas brasileiras de navegação.
 
O acordo possibilitará a realização de ações nas áreas de instrução, fiscalização, comunicações, inteligência, contribuindo para o cumprimento das atribuições constitucionais dos órgãos envolvidos. “Essa atuação em conjunto é fundamental, porque o trabalho de excelência da Marinha nas águas, mares e rios nos ajuda a cumprir o nosso papel na proteção dos aquaviários”, declarou a Procuradora do MPT e Coordenadora Nacional do Trabalho Portuário e Aquaviário, Flávia Bauler.
 
Segundo a procuradora Flavia Bauler, planos de ações estão sendo elaborados em parceria com os Distritos Navais e as Capitanias dos Portos espalhadas pelo País. “Temos nos reunidos com representantes da Marinha para gerar ações regionalizadas. Assim, podemos atuar de forma específica em cada localidade”, complementa.
 
Na prática, essa atuação coordenada proporcionará agilidade, eficiência e economicidade na prestação de serviços e nas atribuições de competência da MB e do MPT. Anualmente, serão consolidados os resultados das fiscalizações para identificar possibilidades de melhorias.
 
 
                                   Acervo: Marinha do Brasil/Com3ºDN
Fiscalização de itens de segurança inerentes à segurança da navegação

 

NAsH “Tenente Maximiano” leva atendimentos médicos e odontológicos a comunidades ribeirinhas do Pantanal

Cuidando da nossa gente
 
Atendimento a bordo do NasH “Tenente Maximiano”
 
O Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) “Tenente Maximiano”, subordinado ao Comando da Flotilha de Mato Grosso, realizou, no período de 7 a 25 fevereiro, Ações de Assistência Cívico-Social e Ações de Assistência Hospitalar nas comunidades ribeirinhas do Tramo Norte do Rio Paraguai (Jatobazinho, Paraguai Mirim, Barra de São Lourenço, Porto São Domingos e Porto Carne Seca) e na cidade de Cáceres (MT).
 
Ao longo de 20 dias, foram atendidas cerca de 350 pessoas, entre crianças e adultos, totalizando 470 procedimentos médicos, 1.161 procedimentos odontológicos e distribuídos 77 kits odontológicos, além de doação de roupas e brinquedos para famílias mais carentes.
 
Cerca de 350 pessoas foram atendidas durante a ação
 
Em Cáceres, acadêmicos visitaram o NAsH e trocaram conhecimentos com os militares que compõem a equipe de saúde do navio. Ainda na cidade, foi realizada uma apresentação do Projeto “Guarda Mirim”, que tem como propósito explicar às crianças sobre a importância das atividades da Marinha para a sociedade.

 

Marinha resgata jovem na região do Paiaguás

Cuidando da nossa gente
 
Resgate foi realizado a cerca 100 quilômetros de Corumbá
 
O Comando do 6º Distrito Naval (Com6ºDN), após solicitação de apoio do Corpo de Bombeiros, realizou, em 23 de fevereiro, o transporte de uma jovem de 32 anos, do Porto São Pedro, região do Paiaguás, a cerca de 100 quilômetros de Corumbá (MS), até o Complexo Naval de Ladário.
 
A jovem apresentava crise alérgica e convulsões. O resgate foi feito com o auxílio de uma aeronave do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Oeste (EsqdHU-61), organização militar subordinada ao Com6ºDN, e o deslocamento foi feito com acompanhamento de um médico do Hospital Naval de Ladário. Na chegada ao heliponto do EsqdHU-61, uma ambulância do Corpo de Bombeiros seguiu com a paciente para a Santa Casa de Corumbá.
 
A Marinha esclarece que o resgate de vítimas, feito por meio de Evacuação Aeromédica, empregando helicópteros do Com6ºDN, é uma ação de cooperação com o Corpo de Bombeiros e sua realização ocorre, eventualmente, em locais onde o acesso é difícil ou inviável via terrestre e em caso de comprovada emergência. O voo depende, ainda, de diversos fatores, como condições meteorológicas, período diurno, distância, entre outros.

 

BtlDefNBQR realiza desinfecção do Hospital de Campanha do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais - Petrópolis

Cuidando da nossa gente
 
Militares descontaminam Hospital de Campanha
 
Visando contribuir para a manutenção da plena capacidade de operação do Hospital de Campanha da Marinha que atua na cidade de Petrópolis, em proveito do Comando Conjunto Leste, um destacamento do Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (BtlDefNBQR), que integra o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, realiza, diariamente, a desinfecção das instalações do Hospital de Campanha estabelecido no Sesi/Firjan.
 
A desinfecção ocorre 30 minutos após o encerramento das atividades no local. A ação garante que o Hospital de Campanha permaneça livre de riscos para a saúde da população atendida, bem como para os profissionais que realizam os atendimentos. O processo engloba não apenas a limpeza, como também o controle de impurezas nas áreas e nos materiais presentes no local.

 

Comando do 2º Distrito Naval apresenta balanço parcial da Operação “Verão” na área de jurisdição

Operação "Verão"
 
Instrução de Segurança aos Aquaviários
que transportam passageiros
 
Após 60 dias do início da Operação “Verão 2021/2022”, o Comando do 2° Distrito Naval apresentou o balanço parcial na área de jurisdição, que envolve os Estados da Bahia e Sergipe. Iniciada em dezembro de 2021, a Operação “Verão” é uma campanha desenvolvida pela Marinha do Brasil (MB) em todo o País, com foco na fiscalização de embarcações.
 
Os principais aspectos verificados nas ações que seguem de maneira intensificada até março são referentes à habilitação do condutor, documentação da embarcação, material de segurança e salvatagem, luzes de navegação, lotação autorizada e o estado de conservação da embarcação.
 
Militares verificam documentação na Orla Por do Sol, em Aracaju (SE)
 
No período, a Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE) registrou 1.811 abordagens, 87 notificações e 9 apreensões de embarcações no Estado. Já a Capitania dos Portos da Bahia (CPBA), em sua área de jurisdição, efetuou 1.865 abordagens, 191 notificações e 8 apreensões. A CPSE e a CPBA realizam ainda atendimentos por meio do Projeto “Capitania Itinerante”, com o intuito de ampliar a oferta de serviços ao público que reside em localidades mais afastadas das capitais.
 
No sul da Bahia, as ações executadas pela Delegacia da Capitania dos Portos em Porto Seguro (DelPSeguro) resultaram na abordagem de 745 embarcações, sendo 100 delas notificadas e 8 apreendidas. Por meio da Delegacia Itinerante, a DelPSeguro efetuou 114 atendimentos em municípios da região. Já a Delegacia da Capitania dos Portos em Ilhéus (DelIlhéus) abordou 1.274 embarcações, emitindo 20 notificações. A Delegacia promoveu ainda palestra sobre segurança da navegação para os participantes do Rally dos Mares, evento que reuniu mais de 100 embarcações. E, por meio do atendimento itinerante, a DelIlhéus emitiu cerca de 40 documentos nos municípios baianos de Canavieiras e Camamu.
 
Em Juazeiro, a Capitania Fluvial realizou 249 abordagens, com nove notificações e 3 apreensões. As ações da Agência Fluvial de Bom Jesus da Lapa somaram 388 abordagens, 14 notificações e 6 apreensões, além de 229 serviços protocolados, por meio do atendimento itinerante em Xique-Xique (BA).
 
Inspeções foram intensificadas nos últimos 60 dias na Bahia

 

Marinha promove projeto “Capitania Itinerante” no recôncavo baiano

Cuidando da nossa gente
 
CPBA atende ao público que reside em regiões mais afastadas
por meio do Projeto “Capitania Itinerante”
 
A Capitania dos Portos da Bahia (CPBA) realizou, nos dias 17 e 18 de fevereiro, o projeto “Capitania Itinerante”, em Santiago de Iguape, uma pequena vila de pescadores que fica às margens do Rio Paraguaçu, município de Cachoeira (BA), localidade onde é registrada intensa atividade de pesca. A ação teve como objetivo proporcionar ao público que reside em regiões mais afastadas, o acesso aos diversos serviços prestados pela CPBA.
 
Cerca de 30 atendimentos foram prestados em Santiago do Iguape,
vila localizada em Cachoeira (BA)
 
Durante a ação, foram realizados cerca de 30 atendimentos ao público, que englobaram a atualização de cadastro dos aquaviários, além de renovação e emissão de segunda via da Caderneta de Inscrição e Registro (CIR). Na ocasião, também foi realizada, em proveito da Operação “Verão”, uma palestra sobre segurança da navegação.

 

Navio de Apoio Oceânico “Purus” realiza apoio logístico ao POIT

Operações
 
NApOc “Purus” fundeado nas proximidades da Ilha da Trindade
 
O Navio de Apoio Oceânico (NApOc) “Purus”, subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste, realizou, no período de 2 a 18 de fevereiro, a Comissão em apoio ao Posto Oceanográfico na Ilha da Trindade (POIT).
 
A comissão permitiu o reabastecimento de suprimentos da ilha com equipamentos, materiais e gêneros alimentícios, além de substituir os militares de sua guarnição.
 
Localizada a cerca de 1.200 quilômetros a leste do continente, a ilha da Trindade possui importância estratégica para o País, tornando necessária a manutenção de um destacamento de militares da Marinha, com o propósito de manter a estrutura local; apoiar a realização de pesquisas; e efetuar observações climatológicas por meio da Estação Meteorológica da Ilha da Trindade.

 

EAMCE realiza cerimônia de formatura de 272 alunos

Formação militar-naval
 
Marinheiros da Turma November/2021 realizam
juramento à Bandeira
 
A Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará (EAMCE) realizou, em 18 de fevereiro, cerimônia de formatura e juramento à Bandeira dos 272 alunos da Turma November/2021. A solenidade foi presidida pelo Comandante do 3o Distrito Naval, Vice-Almirante André Moraes Ferreira, e contou com a participação de autoridades e familiares dos formandos.
 
Os Marinheiros, que obtiveram a 1a, 2a e 3a colocação do curso, foram agraciados com prêmios escolares ofertados pela Diretoria de Ensino da Marinha, pelo Comando do 3o Distrito Naval e pela família do Patrão-Mor Aguiar. O Marinheiro Isaias Sousa Carvalho, 1o colocado no Curso, externou o sentimento da Turma November/2021 com a conquista: “Nossa sensação é de dever bem cumprido. Conseguimos nos formar e superar todas as dificuldades e hoje orgulhamos nossas famílias”.
 
Almirante de Esquadra Öberg, Vice-Almirante André e
Capitão de Fragata Ulisses durante cerimônia
 
O evento foi realizado para público restrito, em virtude da situação epidemiológica vigente, e cumpriu todos os protocolos sanitários em vigor, incluindo uso obrigatório de máscaras e adoção de distanciamento social. O Curso de Formação teve duração de dez meses e, após o término, os Marinheiros foram designados para embarcar nos diversos navios da Marinha.

 

Com4ºDN promove palestra sobre Evolução da Navegação Marítima e os impactos para o Amapá

Capacitação
 
Vice-Almirante Edgar em palestra no auditório da Capitania
 
A Capitania dos Portos do Amapá (CPAP) recebeu, no dia 22 de fevereiro, o Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Edgar Luiz Siqueira Barbosa, para proferir palestra sobre “A Evolução da Navegação Marítima e os impactos para o Amapá”. No evento, foram abordados aspectos históricos e marcos da navegação marítima, como a abertura de portos, as Campanhas Hidrográficas realizadas no Estado do Amapá na década de 1950, o estabelecimento de diversos auxílios à navegação e a relevância dos levantamentos hidrográficos, além de apresentar o conceito da Amazônia Azul.
 
Na palestra, também foram mencionados os grandes acidentes mundiais, que resultaram em danos ambientais e perdas de vidas, e a importância dos avanços tecnológicos e da capacitação de pessoal para a garantia da segurança da navegação. Foi destacada a presença da Marinha como elemento para o desenvolvimento econômico na região Norte do Brasil, bem como os trabalhos da Marinha na fronteira do País, para garantia da soberania nacional e a proteção da Amazônia.
 
Vice-Almirante Edgar recebe certificado de agradecimento do
presidente da Soamar-AP Glauco Cei
 
Ao final do evento, o presidente da Sociedade Amigos da Marinha do Amapá (Soamar-AP), Glauco Mauro Cei, agradeceu a participação do Vice-Almirante Edgar e realizou a entrega de certificado. A palestra contou com a presença do Comandante da 22ª Brigada de Infantaria de Selva, General de Brigada João Roberto Albim Gobert Damasceno, do Promotor de Justiça André Barreto, da Vice-Prefeita de Macapá, Mônica Penha Ferreira Dias, do Comandante do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Macapá, Primeiro-Tenente Wladimir Favacho Santiago, e do Presidente da Companhia Docas de Santana (AP), Edival Tork, além de representantes da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, da praticagem da Bacia Amazônica Oriental ZP-01, e das empresas Maranelo, Country Director da DEV Mineração, Silnave Navegação, Bertolini Macapá, REICON Macapá e Oncológica do Brasil.
 
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