Base de Fuzileiros Navais do Rio Meriti firma convênio em prol do Profesp

































No dia do resgate, o “Guerreiro 34” (SH-16 N-3034) decolou às 17h10 de São Pedro da Aldeia-RJ para a área de buscas, onde receberia o apoio da Fragata “Constituição”. No translado da aeronave, por volta de 17h40, o copiloto avistou um objeto flutuando no mar. Com a utilização do Electro-Optic Sensor System, sensor óptico da aeronave com capacidade de obter imagem térmica, confirmou-se que o objeto era um casco de embarcação e, também, a presença de um bote com três sobreviventes.



























O evento premiou os autores das dez melhores redações da Categoria Universitária e os dez primeiros colocados da Categoria Geral. A vencedora da Categoria Universitária, Guarda-Marinha (IM) Francisca Sarah Dantas Brito, destacou o valor que o mar possui, diferenciando a “Amazônia Azul” pelas áreas da Zona Econômica Exclusiva e da Extensão da Plataforma Continental. Já o vencedor da Categoria Geral, Lucas Motta Domingues, ressaltou a diversidade de recursos existentes na região, lembrando também que a preservação ambiental existe não só em terra, mas, também, no mar.
Organizado pela Sociedade dos Amigos da Marinha do Rio de Janeiro, coordenado pela Fundação CESGRANRIO e com o patrocínio da Conselho Nacional de Praticagem (Conapra), o concurso teve como objetivo aprofundar o tema e dar maior conhecimento à sociedade dessa porção do Oceano Atlântico adjacente ao território brasileiro. Em 2019, o concurso será ampliado, tendo maior abrangência e divulgação.
Com o intuito de despertar o interesse da sociedade brasileira para a importância do mar sob sua jurisdição, fonte de recursos, bens naturais, biodiversidade e riquezas geradas para o País, a Marinha do Brasil criou o termo "Amazônia Azul", para, em analogia com os recursos daquela região terrestre, representar sua equivalência com a área marítima.



































