O Ministério da Defesa reitera o compromisso das Forças Armadas com a preservação da saúde de seus integrantes e com a manutenção da sua capacidade de combate, especialmente diante do desafio atual da pandemia Covid-19.
Deste modo, os diversos estabelecimentos de ensino das Forças Armadas, observando sempre as diretrizes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), tem adotado procedimentos compatíveis com seus respectivos cursos.
De maneira geral, os cursos de formação, que são normalmente conduzidos em caráter de internato, permanecem em andamento, sendo tomadas todas as medidas necessárias a assegurar a saúde de seus integrantes.
Ressalta-se que tais cursos têm como alicerce didático, normativo e legal a modalidade de ensino sob o regime de internato, transparentemente difundido por meio de seus editais de convocação, durante o processo voluntário de seleção para ingresso.
Além disso, tanto o corpo de docentes quanto os alunos com eventual suspeita de exposição ao novo coronavírus ou com quaisquer sinais da doença são prontamente avaliados e, caso a avaliação revele que houve exposição ao vírus, são prontamente colocados em isolamento e tratados também conforme as orientações do Ministério da Saúde.
Destaca-se, ainda, que os alunos dos cursos de formação, de maneira geral, são jovens, que foram submetidos, muito recentemente, a rigorosas avaliações médicas (requisito para a própria matrícula nos respectivos cursos), representando, portanto, a parcela da população menos sujeita aos efeitos do coronavírus.
Assim, o Ministério da Defesa, apesar de compreender a preocupação de alguns familiares, tem plena convicção de que a permanência dos militares nos cursos, em regime de internato, não representa risco à saúde desses alunos, permitindo sim maior preservação da saúde do grupo, além de assegurar que as Forças Armadas possam continuar a cumprir sua missão e seu compromisso com o País, inclusive no próprio combate ao novo coronavírus.
