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Em continuidade às atividades planejadas para a OPERANTAR XLIII, no dia 12 de janeiro de 2025, data em que o Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) completou 43 anos desde a sua criação, foi lançado um acampamento científico na Ilha Snow Hill (Latitude 64°20’ S / Longitude 056°54’ W), localizada no Mar de Weddell, cerca de 300 quilômetros ao sul da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF).

O apoio foi realizado pelo Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel”, subordinado ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos (GNHo), utilizando-se do helicóptero UH-17 do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral para o transporte dos pesquisadores e do montanhista, além do material (cerca de 4.000 kg e 15 m³).

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Estudar diferentes regiões da Antártica, um continente isolado e relativamente pouco explorado, pode trazer respostas a diversas questões da atualidade. Apoiados por militares da Marinha do Brasil (MB), cientistas brasileiros atuam no ambiente austral desvendando enigmas ambientais, sociais e tecnológicos, em um cenário que sofre, sobremaneira, com as mudanças climáticas globais.

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Em dezembro de 2024, a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) atualizou suas instalações com a adição de dois novos laboratórios voltados para pesquisas com organismos aquáticos, ampliando a gama de estudos sobre as espécies antárticas. As novas estruturas vão permitir não apenas o desenvolvimento de pesquisas ao longo de todo o ano, mas também o suporte a organismos mais exigentes e a simulação de condições ambientais variadas, conforme as necessidades de cada estudo.

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Em 6 de outubro, a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) deu início à 43ª Operação Antártica (OPERANTAR XLIII).

O Edital nº 08/2023 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) contemplou 29 projetos de pesquisas, dos quais, nesta operação, 24 serão atendidos com a participação de 171 pesquisadores.

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A abertura da reunião foi realizada pelo Almirante de Esquadra Silva Lima, Chefe do Estado-Maior da Armada, na foto ao centro

Mudanças no continente gelado e seus impactos sobre o clima e a biodiversidade foram analisadas por gestores e pesquisadores

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Continuidade das pesquisas científicas no continente gelado depende do apoio do Congresso

Deputados e senadores participaram, nesta quarta-feira (19), do encontro da Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), em Brasília (DF). Diante da ampliação das instalações da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) e do aumento do número de projetos de pesquisa na região, a mobilização parlamentar visa ampliar os investimentos no programa, que já não conseguem suprir totalmente a atual demanda.

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Marco inédito contribui para o desenvolvimento de pesquisas científicas

 

10/03/2024 - Por Primeiro-Tenente (T) Ohana Gonçalves - Rio de Janeiro, RJ

O Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” cruzou, sexta-feira (8), pela primeira vez, o Círculo Polar Antártico, localizado, aproximadamente, na latitude 66°33′48.9’’Sul, a fim de contribuir para o desenvolvimento dos projetos científicos, que fazem parte da 42ª Operação Antártica (OPERANTAR).

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06/02/2024 - Por Segundo-Tenente (RM2-T) Leonardo Sá - Brasília, DF

As espessas camadas de gelo e neve que recobrem a Antártica preservam a história do planeta. O Continente Branco configura-se como um arquivo natural que contém informações sobre as mudanças climáticas, biológicas, marinhas e geológicas que ocorrem ao longo de milhares de anos. Com temperaturas extremamente baixas e condições climáticas únicas, a região oferece um ambiente ideal para estudos científicos de diversas áreas do conhecimento.

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PROANTAR apoia pesquisas em uma das regiões mais remotas do planeta

 

12/01/2024 - Por Segundo-Tenente (RM2-T) Leonardo Sá - Brasília, DF

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Em continuidade às atividades planejadas para a OPERANTAR XLII, no período de 7 a 10 de dezembro, foram lançados acampamentos científicos nas Ilhas James Ross e Vega, localizadas no Mar de Weddell, cerca de 300 quilômetros ao sul da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF).

O apoio foi realizado pelo Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel”, subordinado ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos (GNHo), utilizando-se do helicóptero UH-17 do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral para o transporte de material (cerca de 5.500 kg cada acampamento) e dos pesquisadores e alpinistas.