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Há 40 anos, pesquisadores e militares da Marinha do Brasil (MB) permaneceram, pela primeira vez, na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) durante todo o inverno antártico. Desde então, a presença brasileira no continente passou a incluir invernadas regulares, garantindo a continuidade das pesquisas científicas. Quatro décadas após aquela primeira permanência, marcada por temperaturas inferiores a 20 graus negativos e pelo isolamento da estação, uma comitiva retornou à Antártica nesta semana para celebrar o marco histórico da participação do Brasil no continente.

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No dia 6 de fevereiro de 2026 ocorreu a celebração dos 42 anos de operação da Estação Antártica Comandante Ferraz. Esta comemoração é um marco contundente da presença do Brasil no continente antártico e da adesão nacional à ciência, à cooperação internacional e à preservação ambiental. Ao longo de mais de quatro décadas, a estação consolidou-se como uma plataforma estratégica para pesquisas de relevância científica, contribuindo para a compreensão de fenômenos climáticos, oceanográficos e ambientais que influenciam não apenas a região polar, mas também o planeta.

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Foi divulgada recentemente a produção “Polo a Polo”, estrelada por Will Smith, na qual é entrevistado o pesquisador Heitor Evangelista (UERJ, CNPq, Instituto Nacional de Ciência da Criosfera – INCT da Criosfera), durante expedição ao módulo Criosfera 1.

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Villela foi referência para o desenvolvimento da ciência e para o debate sobre as mudanças climáticas no Brasil — Foto: Arquivo pessoal

Um dos primeiros brasileiros a pisar no continente Antártico em 1961 e um dos pioneiros na divulgação científica no país, o professor Rubens Nadal Junqueira Villela morreu aos 95 anos, na madrugada desta quarta-feira (21), em São Paulo. A causa da morte não foi divulgada.

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Presença na região consolida o Brasil no Tratado da Antártica e fortalece produção científica em um dos ambientes mais desafiadores do planeta

O Dia Mundial da Antártica, comemorado nesta segunda-feira (1º), lembra a data de assinatura do Tratado da Antártica, em 1959, documento reconhecido por mais de 50 nações e que vem garantindo, ao longo de todos esses anos, que a região continue a receber o título de continente da paz, voltado para o interesse científico e em favor do futuro da humanidade. O Brasil tem presença permanente no local, por meio da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), da Marinha do Brasil (MB) — referência internacional em pesquisa e tecnologia.

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Evento anual está acontecendo na Itália e discute propostas de proteção ambiental para o continente mais remoto do planeta; comunidade brasileira faz parte do acordo desde 1975

O Brasil está participando da reunião do Tratado da Antártica, que reúne os países signatários do acordo, e discute propostas internacionais de proteção ambiental no continente mais remoto do planeta. Este ano, a reunião está acontecendo em Milão, na Itália, com previsão de encerramento para o início de julho.

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Imagem: Reprodução/Instagram

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Acordo visa ampliar pesquisas científicas brasileiras no continente gelado

Um convênio firmado na manhã desta terça-feira (18), entre a Marinha do Brasil (MB), a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e a Fundação Espirito-Santense de Tecnologia (FEST), promete impulsionar as atividades científicas no continente gelado. O acordo visa melhorar os processos logísticos do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) para que a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), estrutura mantida pela Força Naval naquela região, seja capaz de apoiar ainda mais projetos de pesquisa.

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Estação brasileira no continente gelado impulsiona pesquisas sobre clima e meio ambiente

No último dia 6 de fevereiro, a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) comemorou 41 anos, reafirmando a presença brasileira no Continente Branco. Desde sua inauguração, em 1984, a estação passou por modernizações e ampliações, consolidando-se como um importante polo para estudos interdisciplinares em um dos ambientes mais desafiadores do planeta.