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Serviço de Assistência Social da Marinha realiza Projeto “Tocando Famílias” com usuários e familiares do Programa de Atendimento Especial

  • Publicado em 10/10/2019 - 17:32
  • Atualizado em 10/10/2019 - 17:46
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Responsáveis dos usuários do PAE participam de atividade de integração
 
Foi realizado o projeto “Tocando Famílias”, do Programa de Atendimento Especial – Pessoa com Deficiência (PAE), executado pelo Serviço de Assistência Social da Marinha (SASM), nos dias 12 e 19 de setembro, na Casa do Marinheiro. Compareceram 478 pessoas, entre usuários e seus familiares, que participaram de atividades de integração e lazer.
 
Após o acolhimento inicial, os responsáveis participaram de uma vivência de escuta e reflexão. Foram realizadas ações que trabalharam a fala terapêutica das famílias. Os pais compartilharam as dificuldades diárias que enfrentam nos cuidados com os filhos especiais e destacaram as alegrias que eles proporcionam aos familiares.
 
Em paralelo, as crianças, jovens e adultos do PAE participavam dos ensaios de uma peça teatral inclusiva. “O Corcunda Nosso de Cada Dia”, inspirado no livro “O Corcunda de Notre Dame”, foi encenada por pacientes da clínica Tocando em Você e contou com a participação dos usuários presentes em cada dia. Ao final de uma tarde de ensaios com atividades motoras, lúdicas e sensoriais, a peça foi apresentada aos participantes.
 
O segundo dia de atividades contou ainda com a apresentação do coral “Uma Só Voz”, formado por membros e ex-membros da população de rua do Rio de Janeiro, regidos pelo maestro Rico Branco. Rico destacou a importância de se apresentarem em um espaço da Marinha. “Para nós é uma honra muito grande estar aqui, é a primeira vez que uma das Forças nos convida, para dar visibilidade a pessoas que estão em vulnerabilidade social. Essa é, com certeza, a apresentação mais especial para a gente no ano de 2019”, agradece ele.
 
O Segundo-Sargento Pedro Procópio de Deus Filho foi ao “Tocando Famílias” acompanhando sua filha, Perla. Ele destacou a importância do cuidado com a pessoa com deficiência e de eventos como esse. “Antes de um ano a gente veio a perceber que tinha algo diferente na Perla. Nós procuramos o SASM e fomos encaminhados ao GAAPE, onde até hoje a minha filha é assistida. E graças ao SASM e a toda essa equipe que luta, que corre atrás pela gente, minha filha está com 24 anos, participando desse evento, matriculada na escola especializada, tudo pela Marinha, que nos dá esse apoio. E vamos torcer para que essa luta continue sempre, pelas crianças especiais, porque eles precisam muito de nós”, relatou emocionado.
 

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