
Imagem aérea da comunidade de Mirituba, localizada na Gleba “Amassunu”, Tombo da Marinha do Brasil
No período de 18 a 28 de fevereiro, em ação coordenada, o Navio Patrulha Fluvial (NPaFlu) “Raposo Tavares”, uma equipe destacada da Estação Naval do Rio Negro (ENRN), Fuzileiros Navais do 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas (1ºBtlOpRib) e uma aeronave do 3° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-3) suspenderam para a Comissão Patrulha Patrimonial Negro.
A Comissão, planejada anualmente pela ENRN, tem como propósito a manutenção da vigilância e a custódia dos Tombos da Marinha do Brasil, da Gleba “Amassunu”, Ilha Matiuera e Ilha Coró, localizadas no povoado de Velho Airão-AM.
A missão contou com o apoio logístico do NPaFlu “Raposo Tavares” e dos Fuzileiros Navais que realizaram a segurança dos militares da ENRN, durante o censo populacional, ocorrido nas Comunidades de Mirituba e Santo Elias (ambas localizadas na Gleba “Amassunu”) e no período adjudicado à manutenção e a colocação das placas distribuídas pelos 190km² de extensão dos tombos.
Na ocasião, foi realizado um sobrevoo de reconhecimento efetuado pela aeronave do EsqdHU-3, que contribuiu para identificação dos indícios de desmatamentos, verificação da existência de povoamento ilegal e os registros fotográficos aéreos da região, visando à ampliação dos acervos existentes e à confecção de relatórios futuros.
Ainda durante a comissão, o NPaFlu “Raposo Tavares’’ realizou patrulha e inspeção naval no Rio Negro, com o propósito de coibir os delitos transfronteiriços e ambientais, fiscalizar a segurança da navegação e a salvaguarda da vida humana.

Fotografia de uma das placas da Marinha do Brasil, na Gleba “Amassunu”, com 178 km² de extensão (o maior dos três tombos)
