
Gerentes e editores da imprensa baiana posam para foto com os oficiais da MB
Na manhã do dia 10 de abril, diretores, editores e chefes de reportagem de dez veículos de comunicação baianos estiveram a bordo do Navio Veleiro (NVe) “Cisne Branco”, que esteve atracado no Porto de Salvador, entre os dias 7 e 11 de abril.
Os profissionais de imprensa foram recepcionados pelo Comandante do 2º Distrito Naval, Vice-Almirante Almir Garnier Santos, e pelo Comandante do NVe “Cisne Branco”, Capitão de Mar e Guerra João Alberto de Araújo Lampert. O grupo acompanhou apresentação sobre as atividades e principais projetos da Marinha do Brasil, proferida pelo Diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, Contra-Almirante Flávio Augusto Viana Rocha.
O objetivo do evento foi aproximar a imprensa baiana da Marinha do Brasil, por meio de pautas e reportagens sobre a atuação da Força Naval, como a participação em missões de paz no Líbano e no Haiti, o apoio às pesquisas na Antártica e ilhas oceânicas, a formação do pessoal, a assistência hospitalar e as ações cívico-sociais, dentre outras. “Muitas das nossas atividades acontecem longe dos olhos da população. Por isso, o papel da imprensa é fundamental para que a Marinha do Brasil preste contas à sociedade”, destacou o Contra-Almirante Rocha.
A gerente de programação do Núcleo Globo da TV Bahia, Mônica Cohen, parabenizou a iniciativa do encontro. “Eventos como esse são boas oportunidades para reforçarmos a nossa parceria com a Marinha do Brasil, que já é muito boa”, declarou.
Ao final da apresentação, os representantes da mídia baiana dirigiram perguntas afetas à Marinha do Brasil (MB) aos oficiais presentes. Questionado sobre as capacidades da MB para fazer frente a ameaças ao país diante das limitações orçamentárias, o Vice-Almirante Garnier registrou que “nenhuma Marinha do mundo possui meios suficientes para controlar completamente cada quilômetro quadrado das águas de jurisdição ou de interesse, mas a Marinha do Brasil mantém-se pronta para responder com firmeza a qualquer tentativa de violação da soberania do Brasil em suas águas jurisdicionais”.
