
Militares do GptFNSa ajudaram a compor o banco de sangue da Hemoba
A campanha da Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), "Essa letra não pode faltar no Carnaval - Doe sangue", que teve o objetivo de captar doadores de sangue no período do Carnaval 2019, mobilizou um grande número de militares do Grupamento de Fuzileiros Navais de Salvador (GptFNSa), no dia 26 de fevereiro.
O Comandante do GptFNSa, Capitão de Fragata (FN) Alexandre Soares de Araujo, falou sobre a campanha. "Tomamos conhecimento da campanha da Hemoba e, aproveitando a proximidade do Carnaval deste ano com o aniversário do Corpo de Fuzileiros Navais, comemorado no dia 7 de março, resolvemos aderir". E completou: "O ato de doar sangue já é bastante difundido na Marinha. Tradicionalmente, aproveitamos nossas datas comemorativas para realizar ações como essa. Fizemos uma divulgação interna e conseguimos trazer 71 doadores, só no dia de hoje".
Segundo a coordenadora da Captação de Doadores da Hemoba, Iara Matos, conseguir candidatos voluntários à doação de sangue não é tarefa fácil, embora o assunto esteja sempre em destaque na imprensa nacional. O apoio constante de grupos organizados da sociedade, incluindo os militares, é indispensável para a manutenção dos atendimentos às unidades de saúde. “Receber mais uma vez esse quantitativo de doadores mobilizados pela Marinha do Brasil é fundamental para a fundação e, sem dúvida, dará uma grande sustentação nos estoques de sangue”, comentou.
Brasil tem baixo número de doadores
O sangue não pode ser fabricado e nem substituído. As doações de sangue regulares são indispensáveis para que centenas de atendimentos de urgência, emergência e eletivos sejam realizados. As transfusões de sangue fazem a diferença na vida de centenas de pessoas. A Organização Mundial da Saúde recomenda que de 3% a 5% da população de um país deve ser doadora. No Brasil, o percentual de doadores está em torno de 1,9%, abaixo do ideal.

Soldado expõe seu ato de solidariedade
