
Seminário teve como tema “Defesa Nacional e os Programas Estratégicos das Forças”
A Escola Superior de Guerra (ESG) realizou, nesta sexta-feira (13), o Seminário de Defesa Nacional, em Brasília-DF. O evento abordou os temas de Defesa, com foco na Política Nacional de Defesa (PND), Estratégia Nacional de Defesa (END), Livro Branco de Defesa Nacional (LBDN) e Programas Estratégicos das Forças Armadas.
O evento visou ampliar a difusão das ações e atividades planejadas e realizadas pelo Ministério da Defesa, pelas Forças Armadas e por parceiros institucionais do setor de Defesa. Também buscou manter o relacionamento com os setores estratégicos de interesse e promover o debate e a participação da sociedade brasileira em assuntos de Defesa.
O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, foi um dos palestrantes do Seminário. Foram realizadas, também, apresentações pelo Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva; pelo Comandante do Exército, General de Exército Edson Leal Pujol; e pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez.

Comandante da Marinha durante palestra
Na ocasião, o Almirante Ilques falou sobre o Plano Estratégico da Marinha - PEM 2040, que trata de ações a médio e longo prazos. “A grande novidade é que tiramos ele das grandes prateleiras secretas e ultrassecretas para colocarmos à disposição da sociedade brasileira. O documento está disponível no nosso site e é ostensivo”, disse.
Os Programas Estratégicos da Marinha também foram tema da palestra. O Almirante Ilques afirmou que o central e o mais importante é o “Capacitação de Pessoal”. “Um marinheiro, um fuzileiro naval, um servidor civil cada vez mais capacitado será a base da Marinha do futuro, que deixa de ser analógica para tornar-se cada vez mais digital”.
O Comandante da Marinha destacou a relevância do Programa Nuclear da Marinha, do Programa de Desenvolvimento de Submarinos e do Programa Classe Tamandaré para a Defesa do País.
Também falou sobre o desenvolvimento do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul, ao lado das Forças Armadas e outros órgãos.
Ao final, enfatizou a importância do evento. “É essencial que, a partir dessa interação que está sendo aprofundada pelas Forças Armadas, a sociedade brasileira participe conosco com críticas construtivas”.
