CPRJ garante a segurança das balsas para o Réveillon de 2018

13/01/2018
 
O Capitão dos Portos, Capitão de Mar e Guerra Sergio Renato Berna Salgueirinho, garante a segurança das balsas para a realização do “Réveillon 2018”
 
A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 1º Distrito Naval, informa que a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (CPRJ) realizou, dia 29 de dezembro de 2017, a inspeção final nas balsas que foram utilizadas na queima de fogos nas praias de Copacabana, Flamengo e Icaraí, em continuidade à “Operação Ano Novo 2018”, conduzida pela CPRJ, durante todo o mês de dezembro, para garantir a segurança do “Réveillon” no mar.
 
A CPRJ começou a fiscalizar as condições das balsas, dos rebocadores, das lanchas de apoio, e de todas as embarcações envolvidas nas festividades de “Ano Novo”, no início de dezembro, a fim de garantir que atendam ao padrão de segurança da navegação exigido pela Autoridade Marítima brasileira. Além disso, também estabeleceu o correto posicionamento das balsas e coordenou o movimento dos navios de cruzeiro.
 
No dia 31 de dezembro de 2017, equipes de Inspeção Naval da CPRJ, distribuídas nas diversas marinas (Marina da Glória, Iate Clube do Rio de Janeiro, Clube Naval, Charitas, Clube de Regatas Guanabara, Iate Clube Jardim Guanabara, Iate Clube, Icaraí e Iate Clube de Ramos), inspecionaram barcos de turismo náutico e de esporte e recreio que foram às áreas dos espetáculos, para prevenir a presença de embarcações sem os requisitos de segurança exigidos pelas normas.
 
A Operação "Ano Novo 2018", com ênfase no dia 31 de dezembro, fiscalizou e orientou o tráfego aquaviário nas águas interiores da Baía de Guanabara e adjacências, com destaque para as praias que receberam as balsas com os fogos de artifício, a fim de contribuir para a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no mar e a prevenção da poluição ambiental, a partir de embarcações.
 
Durante a Operação "Ano Novo 2018", a CPRJ empregou, sob sua coordenação, um helicóptero, um navio-patrulha, um aviso de patrulha, cerca de 30 embarcações de pequeno e de médio porte e 200 militares. Foram distribuídas 18 balsas nas orlas do Rio de Janeiro e Niterói (RJ), sendo 11 em Copacabana, 2 no Flamengo e 5 em Icaraí.