
(da esq. p/ dir.) Vice-Almirante Gilberto Santos Kerr, Almirante de Esquadra Alipio Jorge Rodrigues da Silva e Vice-Almirante Carlos Eduardo Horta Arentz
No dia 4 de dezembro, foi realizada cerimônia militar para transmissão do cargo de Comandante do 7º Distrito Naval (Com7ºDN). O evento foi presidido pelo Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Alipio Jorge Rodrigues da Silva.
A cerimônia, restrita a poucos convidados, seguiu os protocolos sanitários vigentes em relação à Covid-19 e foi transmitida ao vivo pelo canal oficial da Marinha no Facebook.
Em suas palavras de despedida, o Vice-Almirante Carlos Eduardo Horta Arentz, que esteve à frente do Com7ºDN por oito meses e 15 dias, destacou a grande responsabilidade do cargo diante dos novos desafios enfrentados e vencidos. “O surgimento da pandemia do novo coronavírus arrastou-nos para uma nova realidade, na qual buscamos diuturnamente mitigar seus efeitos, não só no âmbito da família naval, como também da população em geral. Adaptamos-nos a esse contexto, logrando dar andamento aos projetos iniciados nas gestões anteriores e mantendo a nossa capacidade operativa, participando de diversas ações de desinfecção, doação de sangue, distribuição de alimentos às famílias do Programa Forças no Esporte, campanhas de conscientização à Covid-19 durante inspeções navais, dentre outros. Apenas oito meses se passaram, mas preenchidos por uma ampla gama de atividades, realizadas com muita intensidade”.

Honras de despedida ao Vice-Almirante Arentz
Em seu discurso inicial, o Vice-Almirante Gilberto Santos Kerr ressaltou a missão dos marinheiros da capital de fortalecer a mentalidade marítima. “Ao ser indicado para o Comando do 7º Distrito Naval, procurei encontrar a conexão entre a sua área de jurisdição e o enorme espaço marítimo que chamamos de Amazônia Azul, o que poderia unir os desbravadores do Planalto Central aos bandeirantes das latitudes salgadas. O Plano Estratégico da Marinha estabelece um objetivo de cooperar com o desenvolvimento nacional, logo percebe-se que, em meio às atividades relacionadas à segurança da navegação fluvial e lacustre, a operação com diversos órgãos federais, estaduais e municipais, há uma tarefa implícita dos marinheiros da capital, qual seja fortalecer a mentalidade marítima perante a população dos estados de Tocantins, Goiás e do Distrito Federal, distantes dos 5,4 milhões de km² que chamamos de Amazônia Azul”.
