Cerimônia marca reincorporação das EDCG Classe “Guarapari”

24/11/2021
 
CEMA, CON e Comandante da EDCG “Guarapari”
no momento de descerramento da placa
 
 
No dia 22 de novembro, foi realizada, na Base Naval do Rio de Janeiro, a Mostra de Armamento das Embarcações de Desembarque de Carga Geral (EDCG) “Guarapari”, “Tambaú” e “Camboriú”, todas pertencentes à Classe “Guarapari”. O evento marcou a reincorporação dos meios à Esquadra.
 
A cerimônia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), Almirante de Esquadra Marcos Silva Rodrigues, e contou com a presença do Comandante de Operações Navais (CON), Almirante de Esquadra Alipio Jorge Rodrigues da Silva, do Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Arthur Fernando Bettega Corrêa, e de outras autoridades navais. Após o embarque das tripulações, foram lidos o Ato de Reincorporação e a Ordem do Dia e realizados, de forma simultânea, os cerimoniais à Bandeira de cada navio. Na sequência, os Comandantes foram investidos no cargo, sendo recepcionados, em seguida, por seus respectivos Imediatos. A cerimônia foi encerrada após o protocolar descerramento das placas pelo CEMA.
 
As EDCG Classe “Guarapari” foram incorporadas à Marinha, originalmente, em 1980. Em 1991, as embarcações deixaram de ser classificadas como navios de 4ª classe, passando, então, à subordinação do Grupo de Embarcações de Desembarque e, posteriormente, do Comando do 1º Esquadrão de Apoio. Após serem submetidas a um período de revitalização, com realização de obras estruturais, adaptações e melhorias nos compartimentos habitáveis, as EDCG foram reincorporadas à Armada, passando a operar, após aproximadamente 30 anos, novamente como navios de 4ª Classe.
 
Investidura no Cargo dos Comandantes das EDCG
 
A tarefa principal das EDCG Classe “Guarapari” é a realização do Movimento Navio-Terra durante as Operações Anfíbias, transportando pessoal, viaturas e equipamentos, a partir de um Navio-Doca, para o desembarque na praia. Também podem ser empregadas em atividades com emprego limitado da força (Operação de Evacuação de Não-Combatentes) e em atividades benignas (Operações Humanitárias).
 
Fonte: Centro de Comunicação Social da Marinha