
A atuação integrada entre as Organizações Militares subordinadas ao Comando do 1° Distrito Naval, Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha e Força de Submarinos contribuiu de forma significativa para a remoção da aeronave que caiu na última quinta-feira, dia 19 de janeiro, em Paraty (RJ).
A Marinha, após trabalhar na localização dos destroços da aeronave sinistrada, executou a reflutuação, possibilitando a empresa contratada pelo proprietário removê-los e transportá-los até Angra dos Reis. Para cumprir essa tarefa, empregou embarcações da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, da Agência da Capitania dos Portos em Paraty e Angra dos Reis, o Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas” e o Aviso-Patrulha “Anequim”.
Adicionalmente, a Diretoria de Hidrografia e Navegação, com o uso do equipamento Sidescan, localizou peças fundamentais ao subsequente trabalho de investigação das causas do acidente, como, por exemplo, os motores da aeronave.
No sábado (21), o Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas” prestou apoio logístico aos militares da Marinha e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão responsável pelas investigações da queda da aeronave. Na ocasião, foi traçada uma estratégia para coordenar as ações de remoção.
Desde o dia em que ocorreu o trágico acidente, em 19 de janeiro, a Marinha mobilizou um efetivo de cerca de 150 militares, incluindo mergulhadores da Base Almirante Castro e Silva, a fim de isolar a área, efetuar a reflutuação e garantir a integridade estrutural dos destroços, de modo a não comprometer as perícias futuras e assegurar que as normas previstas para o plano de remoção fossem observadas.
