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Alunos do CIAW participam do projeto “Visitando a História”, da DPHDM

  • Publicado em 23/03/2020 - 16:19
  • Atualizado em 23/03/2020 - 16:21
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Capitão de Mar e Guerra (Refº) Miyoshi durante palestra sobre
 a história de povos antigos
 
No dia 09 de março, a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM) levou o projeto “Visitando a História” ao Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), na Ilha das Enxadas, a fim de contribuir com o desenvolvimento da mentalidade marítima dos futuros oficiais da Marinha do Brasil.
 
Na ocasião, o assessor da DPHDM, Capitão de Mar e Guerra (Reformado) Hideo de Oliveira Miyoshi, palestrou sobre “A evolução da navegação e da astronomia no tempo” aos 261 guardas-marinha, iniciando a segunda etapa do Curso de Formação de Oficiais (CFO), destinada à formação militar-naval. A apresentação complementa os conhecimentos que os alunos do CFO-2020 irão adquirir em “História e Tradições Navais”, disciplina que integra o currículo do curso.
 
Em sua apresentação, o Comandante Miyoshi demonstrou a importância da observação astronômica para o avanço científico e a conquista dos mares e oceanos, que possibilitou o progresso civilizatório — como atesta a história dos povos fenícios, romanos, gregos e cartaginenses no Mediterrâneo.
 
Aluna do CFO-2020, a Guarda-Marinha (do Quadro de Médicos) Raiana Pereira, psiquiatra, ressaltou o entusiasmo e didática do palestrante da DPHDM, além do vasto conteúdo apresentado: “Ter contato com temas tão diversos das nossas áreas de formação é fundamental para nos tirar da ‘zona de conforto’ e apresentar novos conhecimentos, iniciando na Marinha.” E completou: “Olhar o passado heroico dos navegadores que nos permitiram chegar até aqui, ajuda-nos a entender o presente e projetar o futuro”.
 
Tendo como objetivo estimular a consciência marítima, o projeto “Visitando a História” destina-se a militares e servidores civis das Forças Armadas e Forças Auxiliares, em especial, a alunos dos centros de formação, bem como instituições de Ensino Superior, públicas e privadas. Completando dez anos em 2020, o projeto já atendeu aproximadamente 6,2 mil pessoas.
 
Palestrante demonstrou a facilidade do cálculo da latitude para
os navegadores no hemisfério norte graças à observação da Estrela Polar

 

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