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Jovem pesquisadora aposta na Bioengenharia como solução para ambientes degradados

  • Publicado em 17/08/2017 - 21:15
  • Atualizado em 17/08/2017 - 21:46
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Projeto da aluna de mestrado, Laís Naval, inclui placas que simulam o ambiente onde os organismos marinhos nativos se fixam

Implantado em 2016, o curso de Mestrado e Doutorado em Biotecnologia Marinha, desenvolvido pelo Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), é formado por alunos de todas as partes do Brasil, que vem trabalhando em produtos biotecnológicos dos mais diversos.

Entre os projetos científicos apresentados durante o XII BIOINC está o da aluna de mestrado Laís Naval, que tem como foco aumentar a biodiversidade local (espécies nativas), e impedir o estabelecimento de espécies exóticas (invasoras), em áreas de ambiente degradado, como portos e marinas, utilizando técnicas de Bioengenharia.

Para a realização do experimento, placas experimentais com diferentes níveis de complexidade topográfica foram instaladas no quebra mar do Porto do Forno. “Essas placas simulam o ambiente onde os organismos marinhos nativos se fixam. Se comprovado que essas estruturas favoreçam o aumento da biodiversidade nesses locais impactados, a ideia é que todo tipo de construção realizada em área costeira seja feita com esse novo design”, explica a aluna.

Atualmente, 25 países participam desse projeto. No Brasil, apenas o Porto do Forno vem realizando esses testes. A pesquisa faz parte do Projeto Mundial de Portos (www.worldharbourproject.org).

 

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