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Submarino-Museu “Riachuelo”, da DPHDM, recebe a visita de seu primeiro comandante

  • Publicado em 23/03/2022 - 15:19
  • Atualizado em 23/03/2022 - 15:22
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Cultura
 
No antigo Compartimento de Comando do “Riachuelo”, o Vice-Almirante Obino
rememorou as missões que participou comandando o submarino
 
Uma saudosa imersão ao passado: assim pode ser definida a visita, em 17 de março, do Vice-Almirante José Luiz Feio Obino ao Submarino-Museu “Riachuelo”, do qual foi o primeiro comandante, de março de 1977 a março de 1979.
 
Trata-se do sexto navio e o segundo submarino da Marinha a ostentar esse nome, em homenagem à Batalha Naval do Riachuelo. Reclassificado como “submarino-museu”, em novembro de 1997, por ocasião de sua baixa do serviço ativo, ele é desde então uma das atrações do Espaço Cultural da Marinha, no Rio de Janeiro, administrado pela Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM).
 
Mostra de Armamento do Submarino “Riachuelo”, na cidade portuária
de Barrow-in-Furness, no condado de Cúmbria, na Inglaterra, em 1977
 
Designado para comandar o mais novo submarino da Armada brasileira à época, o então Capitão de Fragata Obino liderou o Grupo de Recebimento doRiachuelo”, composto por 7 oficiais e 57 praças. Incorporado à Marinha em 27 de janeiro de 1977, o “Riachuelo” teve sua Mostra de Armamento realizada em 12 de março de 1977, recebendo o indicativo visual “S-22”. Ao longo das suas duas décadas de operações, contabilizou cerca de 182 mil milhas navegadas, 1.283,5 dias de mar e 17.699 horas e 41 minutos de imersão.
 

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