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Projeto do SCPN avança com o Desenvolvimento do Sistema de Gerenciamento Integrado da Plataforma

  • Publicado em 02/09/2021 - 16:35
  • Atualizado em 02/09/2021 - 16:37
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Empacotamento dos equipamentos da Plataforma de
Integração Operativa do SCPN
 
O Programa de Submarinos (PROSUB) avança com o projeto detalhado do submarino convencional com propulsão nuclear (SCPN) “Álvaro Alberto” mediante o êxito dos testes iniciais que vêm sendo realizados com o software do Sistema de Gerenciamento Integrado da Plataforma (SGIP).
 
No dia 29 de junho, foram conduzidas as primeiras verificações com a versão 1.0 do software. Os experimentos estão sendo conduzidos conjuntamente entre a empresa IHM Stefanini e o Centro de Desenvolvimento de Submarinos, na estrutura orgânica da Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), no âmbito do PROSUB. O SGIP está sendo desenvolvido de modo sequencial, constituindo, em sua versão original, o software de controle e monitoramento dos Sistemas de Distribuição de Energia e de Resfriamento das Seções de Ré do submarino.
 
Na mesma ocasião, foram inspecionados e recebidos os primeiros equipamentos que compõem a Plataforma de Integração Operativa do SCPN pela Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN), igualmente inserida na disposição da DGDNTM. Após a verificação de conformidade técnica em relação à sua especificação, os itens foram transportados para o Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM), onde serão empregados no processo de validação operacional do submarino por intermédio da integração do SGIP aos simuladores desenvolvidos por essa Instituição Científica e Tecnológica.
 
O Programa Nuclear da Marinha, assim como o PROSUB, representam dois dos principais Programas Estratégicos da Força. Por meio desses empreendimentos, o Brasil adquirirá a capacidade de projetar, construir, operar e manter meios de elevada complexidade tecnológica, quer sejam SCPN, quer sejam submarinos com propulsão diesel-elétrica (S-BR), competências restritas atualmente a apenas cinco países: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

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