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Forças Armadas realizam ação no Porto de Iranduba na Operação “Amazônia”

  • Publicado em 04/11/2016 - 00:22
  • Atualizado em 04/11/2016 - 00:22
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Fuzileiros Navais durante a ocupação do Porto de Iranduba, no Amazonas

 

Por ocasião da Operação “Amazônia 2016”, que aconteceu até o dia 18 de outubro, o Ministério da Defesa (MD) e as Forças Armadas realizaram, no dia 15 de outubro, no Porto de Iranduba (AM), um exercício de simulação de ocupação e tomada do Porto.

A ação, que visou adestrar as tropas para uma situação real, iniciou com Fuzileiros Navais sendo transportados, por meio de Lanchas de Ação Rápida e da Lancha de Combate “Aruanã”, até às margens do Rio Solimões, onde realizaram de forma simulada a reconquista de um território de posse do inimigo. O ápice do exercício aconteceu com a simulação de uma explosão que causou múltiplas vítimas entre militares e civis.

Uma equipe de saúde coordenada pelo MD utilizou o protocolo START (Simple Triage and Rapid Treatment), ou triagem simples e rápido tratamento, que estabelece o atendimento por cores para priorizar o atendimento e transporte e permite triar uma vítima em menos de um minuto.

Após o atendimento inicial, os feridos foram evacuados ou levados ao Hospital de Campanha montado na área pela Força Aérea Brasileira com médicos e enfermeiros militares das três Forças. O exercício contou com a participação de 1.800 militares e foi finalizado com a visita das autoridades ao local de atendimento.

 

Atendimento durante o exercício por militares das três Forças

 

De acordo com o Ministro da Defesa, Raul Jungmann, “esse tipo de exercício é fundamental para que as nossas Forças, em primeiro lugar, estejam adestradas e prontas para atuar em um cenário como este ou similar, aqui ou na defesa das nossas fronteiras e, também, para que exercitem aquilo que se chama interoperabilidade, ou seja, a capacidade das Forças de atuarem conjuntamente, de forma articulada”, destacou.

A ação no Porto de Iranduba contou com as presenças do Ministro da Defesa; do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho; do Comandante do Comando Militar da Amazônia, General de Exército Geraldo Antonio Miotto; do Chefe de Logística do MD, Almirante de Esquadra Luiz Henrique Caroli; do Comandante do Sétimo Comando Aéreo Regional, Major-Brigadeiro do Ar Waldeísio Ferreira Campos; do Comandante do 9º Distrito Naval, Vice-Almirante Luís Antônio Rodrigues Hecht; e de autoridades militares das Forças Armadas. 

 

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