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Grupo de Orientação para Reserva Remunerada e Aposentadoria acontece no Serviço de Assistência Social da Marinha

  • Publicado em 25/09/2019 - 14:42
  • Atualizado em 25/09/2019 - 14:51
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Militares e servidores civis participantes do Grupo
 de Orientação para Reserva, no SASM
 
Militares e servidores civis próximos à reserva remunerada e aposentadoria compareceram ao Serviço de Assistência Social da Marinha (SASM), nos dias 9 e 10 de setembro, para o Grupo de Orientação para a Reserva, realizado no auditório da Organização Militar. Além de um workshop voltado para o planejamento da vida pós-ativa, os participantes assistiram a uma palestra sobre planejamento financeiro.
 
Na abertura do evento, o Diretor do SASM, Capitão de Mar e Guerra Carrão, destacou o momento de mudanças que os militares e servidores civis estão vivendo. Ele reforçou a importância de uma preparação estratégica e psicológica para almejar novas conquistas com vitalidade, lembrando sempre que, embora haja distinções entre a carreira dentro da Força e no mercado civil, a adaptação é possível para aqueles que desejam continuar produzindo.
 
A oficina “Realização e Plenitude na Aposentadoria”, realizada, no primeiro dia, pela psicóloga Lilia Cota, foi voltada para os projetos de futuro dos participantes. As atividades focaram no autoconhecimento, traçando estratégias para que cada um seja capaz de atingir seus objetivos.
 
No segundo dia, o Capitão-Tenente Paulo Vitor abordou questões relacionadas à saúde financeira. Com foco no planejamento da aposentadoria e reserva, a explanação mostrou aos participantes como mudanças simples de hábitos podem levar a grandes economias, além de ensinar técnicas de economia a curto, médico e longo prazo.
 
O Suboficial Jucimar Silva dos Santos, servindo na Diretoria-Geral de Desenvolvimento Tecnológico da Marinha, já com 30 anos de serviço ativo, refletiu sobre o momento em que vive. “O que me motivou a vir para o evento foi a oportunidade de conhecer algo que eu desconhecia e também estar, de certa forma, me desligando sem traumas da Marinha. Parece que nesse momento de transferência para a reserva a gente fica mais atento a tudo e aos nossos direitos”, conclui.
 

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