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Com3°DN realiza homenagem à Memória dos Marinheiros Mortos em Guerra

  • Publicado em 27/07/2016 - 15:23
  • Atualizado em 27/07/2016 - 19:44
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Autoridades e convidados presentes
 

O Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN) realizou, no dia 21 de julho, a cerimônia alusiva à Memória dos Marinheiros Mortos em Guerra. O evento ocorreu a bordo do Rebocador de Alto-Mar “Triunfo”, que desatracou do cais da Base Naval de Natal, em direção à boca da barra do Rio Potengi, local da cerimônia.

O evento, presidido pelo Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante Afrânio de Paiva Moreira Junior, contou com a presença de autoridades civis e militares e do ex-combatente Segundo-Sargento (Telegrafista Reformado) José Florêncio Câmara, que presenciou o naufrágio da Corveta “Camaquã”.

 

Lançamento de flores ao mar
 

Emocionado, o Sargento Câmara diz lembrar-se de momentos ruins, mas, apesar disso, é feliz por poder repassar às pessoas suas histórias e experiências, fazendo questão de participar ativamente das cerimônias realizadas.

A Marinha do Brasil realiza essa cerimônia, anualmente, no aniversário do naufrágio da Corveta “Camaquã”, em 21 de julho de 1944, data que ficou consagrada à memória daqueles que perderam suas vidas no mar, em guerra. No curso da história, muitos Marinheiros brasileiros tombaram em operações de guerra, desde a luta pela consolidação da Independência até a Segunda Guerra Mundial, incluindo episódios como a Batalha Naval do Riachuelo.

Cobertura especial

A cerimônia contou ainda com a participação de 16 alunos do curso de Comunicação Social da Universidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Os universitários fazem parte do Projeto Rondon no Rio Grande do Norte e estiveram a bordo do Rebocador de Alto-Mar “Triunfo” com o intuito de cobrir a cerimônia.

 

Alunos do Projeto Rondon realizam entrevistas a bordo do Rebocador de Alto-Mar “Triunfo”

 

Segundo a professora Ana Migott, “a Universidade de Passo Fundo agradece a acolhida de seus alunos rondonistas nessa solenidade, que permitiu aos acadêmicos vivenciar um pouco da Marinha do Brasil. A experiência permitiu emoções, conhecimentos e perplexidade na honrosa cerimônia. Vivenciar a solenidade nos tornou, por um instante, especiais”.

 

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