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Amazul participa de simpósio sobre perspectivas do setor nuclear

  • Publicado em 27/10/2017 - 14:38
  • Atualizado em 28/10/2017 - 02:24
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Durante a INAC 2017, o diretor-presidente da Amazul, Ney Zanella dos Santos (ao centro), destaca os projetos para o Programa Nuclear da Marinha (PNM), o Reator Multipropósito Brasileiro e o modelo de Gestão do Conhecimento
 
No dia 23 de outubro, o diretor-presidente da Amazul, Ney Zanella dos Santos, apresentou os principais projetos de que a empresa participa na mesa redonda sobre perspectivas do setor nuclear na “VIII Conferência Internacional Nuclear do Atlântico – INAC 2017”, que aconteceu em Belo Horizonte no período de 22 a 27 de outubro. Entre eles, Zanella destacou os projetos para o Programa Nuclear da Marinha (PNM), o Reator Multipropósito Brasileiro (em parceria com a Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN) e o modelo Gestão de Conhecimento que está sendo implantado na Unidade de Hexafluoreto de Urânio (Usexa), no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo.
 
A INAC, promovida pela Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), reúne cerca de mil participantes, entre cientistas, pesquisadores, professores, militares, profissionais de instituições públicas e privadas e representantes do setor industrial de vários países, como Argentina, China e Rússia.
 
Da mesa redonda sobre perspectivas do setor nuclear participaram representantes da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A, CNEN, Eletronuclear, Indústrias Nucleares do Brasil S.A, Empresa de Pesquisa Energética, além de Zanella e o Almirante Ferreira Marques, representando a Marinha do Brasil.
 
Em sua apresentação, Zanella disse que a Amazul tem características ímpares que possibilitam sua parceria com diversas instituições. “A Amazul pode efetuar contratações de profissionais por tempo determinado para desenvolver projetos específicos; montar escritórios no Brasil e no exterior; ser contratada sem concorrência para projetos na área nuclear e constituir outras empresas em parceria com empresas privadas”, disse. Segundo Zanella, estas especificidades conferem flexibilidade à Amazul para atuar em várias áreas e em sinergia com qualquer empresa no setor nuclear.
 
Segundo Zanella, o principal, é que a Amazul tem um corpo altamente qualificado de profissionais, que atuam há décadas no setor nuclear e estão aptos a trabalhar em muitos outros projetos que forem demandados à empresa. Como exemplo, citou o Depósito de Resíduos de Baixa e Média Densidade, que deverá ser desenvolvido no país.
 

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