Decisão do comandante em antecipar volta ao Brasil reduz riscos na travessia do mar mais revolto do planeta.
A principal embarcação da Marinha brasileira destinada à pesquisa será a casa da reportagem do Correio por quatro dias. O confinamento, as restrições naturais da vida do mar e as longas travessias exigem que as pessoas exercitem ainda mais a tolerância e se respeitem entre si. Eis a regra fundamental do folheto de adaptação do navio para os “marinheiros” aprendizes, que ainda não sabem o que é atravessar a mítica passagem de Drake, conhecida como a região mais perigosa do planeta, que tirou inúmeras vidas desde que o homem se lançou às conquistas dos sete mares, no século 15.
