COVID-19: Confira as últimas informações

Enviado em: 02/03/2020 | Atualizado: 18/06/2020 às 01:15


Quando devo tomar a vacina? Quem já teve a doença precisa se vacinar? Quais os grupos que não podem ser vacinados? Essas são algumas dúvidas da Família Naval quando o assunto é COVID-19.

OO Saúde Naval mantém você informado sobre a vacinação com a orientação da Diretoria de Saúde da Marinha e ajuda você a se atualizar sobre a doença com informações dos médicos infectologistas do Hospital Naval Marcílio Dias.

Essas orientações estão em constante revisão em virtude da evolução e das novas informações a respeito do comportamento do novo coronavírus.

Fique atento!


COVID-19 PERGUNTAS FREQUENTES


A vacinação contra COVID-19 poderá ser oferecida à Família Naval, em apoio às Secretarias Municipais de Saúde, a partir do momento que as vacinas sejam disponibilizadas à MB, obedecendo o Plano Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde. Portanto, é importante destacar que a Família Naval não compareça, neste primeiro momento, às Policlínicas Navais e Hospitais Distritais em busca da vacina contra a COVID-19.

No momento, não há vacina disponível para comercialização no país. Toda a produção do Instituto Butantan foi adquirida pelo Ministério da Saúde. O Governo Federal assumiu a responsabilidade de comprar as vacinas e repassar para os Estados e Municípios.

Sim, observando as prioridades estabelecidas nos Planos de Vacinação das secretarias de saúde locais.

Sim, da mesma forma que os veteranos.

Sim, uma vez que as vacinas contra COVID-19 são provenientes do Ministério da Saúde. Não só os servidores civis, mas a população em geral poderá se dirigir às Organizações Militares Hospitalares da MB após a disponibilização das vacinas pelas Secretarias de Saúde.

As secretarias de saúde locais, responsáveis pelo repasse das vacinas contra COVID-19, não dispõem de doses suficientes para atender a população, por essa razão, não é possível apresentar um calendário de vacinação. Neste momento, a vacinação cumpre o estabelecido no Plano Nacional, priorizando os profissionais de saúde, inclusive os militares envolvidos diretamente no enfrentamento à pandemia, e, em um segundo momento, os idosos, de acordo com as orientações das secretarias de saúde locais.

De acordo com o Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação do Ministério da Saúde, a vacinação deve ocorrer em ambientes que atendam às recomendações técnicas nele descritas, a fim de que seja preservada a qualidade das vacinas, pois sua eficácia depende, principalmente, do rigoroso controle da temperatura.

Por essa razão, os locais de vacinação a serem escolhidos são aqueles que dispõem de sala de vacinação em conformidade com as recomendações do referido manual. Nesse caso, os Hospitais Distritais e Policlínicas Navais são as organizações Militares que reúnem condições de receber a Família Naval. Num primeiro momento, a vacinação volante não é cogitada.

Ao ser demandada, a MB apoiará o Ministério da Saúde na campanha de vacinação contra a COVID-19, disponibilizando as instalações das Organizações Militares Hospitalares como Postos de Vacinação, bem como os militares e servidores civis, para atenderem a Família Naval e a população em geral, seguindo o previsto no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19. O Saúde Naval promoverá a divulgação dos locais de vacinação, de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de saúde locais. Importante ressaltar que a Família Naval poderá buscar atendimento nos Postos de Saúde locais, próximos à sua residência, visando diminuir o deslocamento até as Organizações Militares de Saúde da MB.

Não há necessidade do paciente se cadastrar e agendar para receber a dose da vacina contra COVID-19. Esse deverá comparecer ao local de vacinação, portando um documento de identificação com foto e o CPF ou o CNS (Cartão Nacional de Saúde), também conhecido como o Cartão SUS (não obrigatório), para que seja feita a identificação, controle, segurança e monitoramento adequado das pessoas que receberam as doses. Isso vai ajudar a evitar a duplicidade de vacinação.

A Portaria GM/MS nº 69, de 14 de janeiro de 2021, instituiu a obrigatoriedade de registro de aplicação de vacinas contra a Covid-19 nos sistemas de informação do Ministério da Saúde. A comprovação da vacinação poderá ser feita por meio do cartão de vacinação, do Certificado Nacional de Vacinação emitido pelo serviço de vacinação ou pelo próprio cidadão, via aplicativo Conecte SUS, disponibilizado pelo Ministério da Saúde.

O HNMD e a UISM, por serem Unidades Hospitalares de alta complexidade na cidade do Rio de Janeiro, não participarão da campanha de vacinação contra a COVID-19. Os locais de vacinação na MB serão oportunamente divulgados pelo Saúde Naval, de acordo com o estabelecido pelas Secretarias de Saúde municipais.

As Organizações Militares Hospitalares observarão rigorosamente o calendário das secretarias de saúde locais para cada grupo prioritário em observação ao Plano Nacional de Imunização.

Sim, procure uma das Unidades de Saúde que participam da campanha de vacinação contra COVID-19, portando o documento de identidade com CPF ou apresente o Cartão Nacional de Saúde (CNS) - o Cartão do SUS, que pode ser emitido via aplicativo Conecte SUS, disponibilizado pelo Ministério da Saúde.

Caso as Organizações Militares de Saúde do Exército ou da Aeronáutica participem da campanha nacional de imunização contra COVID-19, poderão ser procuradas pelos membros da Família Naval. Ressalta-se que a vacina contra COVID-19 também estará disponível nas Unidades Básicas de Saúde dos municípios mais próximos à sua residência.

Sim, pois potencialmente poderá continuar transmitindo a doença.

Sim, ela é uma forma de proteger as pessoas que estão a sua volta.

Não, ela possibilitará que você não desenvolva os sintomas graves da doença.

De acordo com os ensaios clínicos em andamento e os critérios de exclusão utilizados nos referidos estudos, entende-se como contraindicações prováveis os seguintes grupos:

  • menores de 18 anos de idade;
  • gestantes;
  • lactantes;
  • pessoas que já apresentaram reação anafilática confirmada a uma dose anterior e de uma vacina contra a COVID-19; e
  • pessoas que apresentaram reação anafilática confirmada a qualquer componente da(s) vacina(s).

O Saúde Naval divulgará os grupos a serem vacinados de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de saúde locais.

  • menores de 18 anos de idade;
  • gestantes;
  • lactantes;
  • pessoas que já apresentaram reação anafilática confirmada a uma dose anterior e de uma vacina contra a COVID-19; e
  • pessoas que apresentaram reação anafilática confirmada a qualquer componente da(s) vacina(s).

Sim. Não se sabe se o sistema imunológico de quem já teve COVID está protegido ou não, uma vez que o tempo de duração da proteção natural de uma pessoa que já teve a doença ainda é desconhecido.

Não podemos abrir mão dos cuidados ainda. Nosso objetivo é seguirmos diminuindo a transmissão com medidas simples de higiene (como, por exemplo, lavar as mãos, usar álcool em gel, manter o distanciamento, usar máscara). Não é hora de baixar a guarda. O vírus ainda está circulando. Essa é a opinião do CMG (RM1-Md) De Lorenzi em entrevista ao Saúde Naval.

É possível sim, mas é raro. Não é comum, mas temos que lembrar que tudo aquilo que é raro ainda é possível de acontecer. Essa é a opinião do CMG (RM1-Md) De Lorenzi em entrevista ao Saúde Naval.

Sim, dependendo da gravidade com a qual pessoa teve a doença, alguns sintomas podem permanecer. Dor de cabeça e tosse por exemplo. As pessoas que tiveram casos mais graves podem ter comprometimento nos pulmões, trombose, insuficiência renal, mas são casos raros. Essa é a opinião do CMG (RM1-Md) De Lorenzi em entrevista ao Saúde Naval.

A palavra em inglês quer dizer isolamento. No combate ao novo coronavírus, o termo sugere o bloqueio total com a intensificação de ações em relação à contenção do vírus no país e medidas mais restritivas de tráfego e circulação de pessoas. Alguns estados e municípios avaliaram que as regras de distanciamento social não têm sido suficientes e, por isso, aumentaram as restrições sociais, decretando o chamado lockdown.

As regras variam de acordo com o lugar, mas os cidadãos só podem sair à rua para suprir necessidades básicas ou para trabalhar em serviços essenciais. O trânsito da região também é parcialmente ou totalmente interrompido.

A perda total ou parcial do paladar e do olfato pode ser um dos sintomas do coronavírus. Há estudos sobre o tema que indicam isso.

Não há estudos suficientes para dizer se as mães podem transmitir o vírus aos bebês.

O Ministério da Saúde elaborou um material explicando cada uma das doenças e os sintomas que apresentam. Confira aqui

Os testes Não são indicados para todos. Eles serão aplicados de acordo com a avaliação clínica feita pelo médico.

Somente devem fazê-los:

  • pacientes com sintomas moderados e graves (com mais de 7 dias) e indicação de internação e;
  • profissionais de saúde.

Apenas a solicitação do paciente não é suficiente para a realização do teste.

Não, o distanciamento social, a etiqueta respiratória e a higienização das mãos não substituem as medidas de prevenção.

  • evitar tocar ou ajustar enquanto estiver usando;
  • antes de retirar, lave as mãos;
  • não toque na parte da frente, retire-a pelo nó ou laço da parte de trás;
  • para higienizar, deixa-a em de molho por 30 minutos em uma mistura de água e água sanitária (10ml de água sanitária para cada 500ml de água potável). Depois, lave-a com água e sabão, bem como higienize suas mãos;
  • seque bem antes de usar novamente;
  • a máscara precisa ser só sua, individual;
  • deve cobrir totalmente a boca e o nariz, além de ficar bem ajustada.

Deixe sapatos na área externa da casa ou logo na entrada. Eles podem trazer sujeira e doenças. Se possível, separe um par para quando for sair.

Ao chegar em casa, evite tocar nas coisas e cumprimentar pessoas sem que antes tenha lavado as mãos. As roupas também podem armazenar vírus. Portanto, tire-as assim que chegar e, se possível, tome banho. Se não puder, lave bem todas as áreas expostas de seu corpo.

Desinfete celular, óculos, chaves e cartões. Mochilas e bolsas devem ficar na área externa da casa. Elas podem encostar em muita coisa durante o uso, transformando-se em portadoras de sujeira. Caso não consiga limpá-las assim que chegar, pendure-as em um cabide. Assim, não há risco de contaminar outras superfícies como sofás, mesas e cadeiras. Use álcool 70% para higienizar tudo.

Procure cozinhar ou assar bem os alimentos. Tenha cuidado também com a higiene dos utensílios de cozinha. Eles podem contaminar sua comida. A correta manipulação e a boa higienização dos alimentos são vitais no momento do preparo.

Sim, frutas e verduras que forem consumidas cruas e com casca devem ser lavadas em água corrente e colocadas de molho em água com água sanitária (para cada litro de água uma colher de sopa de água sanitária). Outra opção para higienizar é usar o hipoclorito de sódio, que é vendido nos próprios supermercados.

Os ovos devem ter a casca higienizada antes do consumo e não quando forem comprados e guardados por terem uma película protetora em seu exterior.

Caixas, latas, potes, vidros, embalagens de plástico, garrafas… Tudo isso, na medida do possível, deve ser lavado com água e detergente. Esses produtos passam nas mãos de muita gente antes de chegar na sua casa, por isso, atenção.

Ao ir ao mercado, certamente, você tocará em carrinhos e cestas que circulam em centenas de mãos, por isso tenha cuidado e higienize suas mãos ao final das compras. Tente levar sua própria sacola para o mercado, pois os sacos plásticos têm maior risco de contaminação.

Depois de abertos ou prontos, os alimentos devem ser guardados em recipientes com tampas para evitar contaminação por gotículas de saliva. É importante lembrar que você só deve pegar nos alimentos já higienizados (que serão consumidos de forma crua como frutas) com as mãos limpas. Não compartilhe alimentos e nem utensílios de cozinha.

Os coronavírus (CoV) compõem uma grande família de vírus. Têm potencial de transmissão entre animais e humanos e podem causar, no homem, desde um resfriado comum até síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave (SARS, do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome, que apareceu em 2002 na China) e a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS, do inglês Middle East Respiratory Syndrome, relatado em 2012 na Arábia Saudita).

  • Evitar contato próximo com pessoas com infecções respiratórias agudas;
  • Lavar frequentemente as mãos com água e sabão, incluindo os punhos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente e antes de se alimentar. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
  • Usar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir (usando o braço e não as mãos)
  • Evitar tocar as mucosas dos olhos;
  • Higienizar sempre as mãos, principalmente, após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Evitar aglomerações;
  • Manter os ambientes bem ventilados.
  • Manter o isolamento domiciliar sempre que possível.

O Ministério da Saúde disponibilizou um vídeo com instruções bem claras. Acesse clicando aqui.

Os produtos mais indicados para matar o Covid-19 são: água e sabão, além dos produtos à base de álcool 70%.

Confira as medidas de isolamento domiciliar para casos suspeitos de COVID-19. Clique Aqui

Use a máscara sempre que sair de casa. Leve com você uma máscara reserva, já que seu tempo de uso é limitado

O ideal é que você leve também uma sacola para guardar a máscara que foi usada. Lembrando que, mesmo usando-a, a higienização deve ser constante.

Sim. Temos de evitar, neste momento, beijo no rosto ao cumprimentar as pessoas.

Não há comprovação científica para isso.

Os que estão fora de sede, bem como os apoiados por outras Forças, devem seguir os procedimentos normais de atendimento determinados nos protocolos das suas regiões..

Clique aqui e veja os principais casos.

A Marinha do Brasil está seguindo rigorosamente os protocolos do Ministério da Saúde. Confira a página da Diretoria de Saúde da Marinha para saber mais.

Idosos (com doenças crônicas, principalmente respiratória e cardíaca), imunodeprimidos (pessoas cujo sistema imunológico está enfraquecido), todos aqueles que têm doenças crônicas e gestantes com alto risco.

O pico máximo de reprodução do vírus são 7 dias, mas a pessoa pode transmiti-lo até o décimo quarto dia. Portanto, mesmo que o vírus esteja incubado e não houver sintomas, pode haver transmissão por 14 dias.

A origem ainda não está elucidada.

Você pode sentir

Em casos leves – tosse (seca ou com secreção) e febre;

Em casos severos – dificuldade respiratória aguda e insuficiência renal;

Você também pode ter

Diarreia, dores no corpo, congestão nasal e inflamação na garganta.

  • Inalação de secreções respiratórias (tosse, espirro, gotículas de saliva, catarro);
  • Contato pessoal próximo, como tocar ou apertar as mãos ou tocar em um objeto ou superfície contaminado com o vírus e, em seguida, tocar em boca, nariz ou olhos antes de lavar as mãos.


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