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Notícias

A produção de petróleo no Brasil deve passar dos atuais 2,7 milhões de barris diários para 3,756 milhões de barris diários em 2023, de acordo com projeções da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para o mesmo horizonte, a autarquia prevê que a produção de gás natural passe dos atuais 118 milhões de metros cúbicos/dia para 167,6 milhões de metros cúbicos/dia.

 

Os dados foram divulgados ontem, junto com as previsões sobre atividades de desenvolvimento e produção de petróleo e gás para os próximos cinco anos.

 

A ANP, por exemplo, estima que serão necessários R$ 17,4 bilhões de investimentos em novas unidades de produção petrolífera nos próximos cinco anos.

 

A análise da exploração econômica dos recursos minerais existentes na Amazônia Azul é um dos fatores que demonstram a importância da região para o Brasil. Nota-se, por exemplo, que mais de 90% do petróleo e cerca de 80% do gás natural produzidos no país advém do mar. Os recursos contidos na camada denominada pré-sal, descoberta em 2007, localizam-se abaixo do leito do mar, sob mais de três quilômetros de rochas do fundo marinho, estendendo-se do litoral do Espírito Santo ao litoral de Santa Catarina, atingindo aproximadamente 150 mil quilômetros quadrados de área.

Em 11 de julho, na sede da Empresa Gerencial de Projetos Navais, foi assinado um Acordo com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, Departamento Regional da Bahia, através do Campus Integrado de Manufatura e Tecnologia (SENAI CIMATEC), para estabelecer normas destinadas à atuação conjunta em projetos voltados à Economia do Mar, observando as expertises das partes.
 
O SENAI CIMATEC é uma instituição de excelência em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, serviços e materiais, operando projetos de alto impacto nacional e internacional. Esse Acordo possibilitará um incremento em atividades afins, que podem vir a trazer novas oportunidades de negócios, em especial no tocante às atividades inerentes ao Cluster Marítimo.
A Nuclep recebeu nesta quarta-feira (10) a visita de uma comitiva da Empresa Gerencial de Projetos Navais – Emgepron para tratar de uma parceria na formação de um cluster tecnológico naval de Defesa.
 
O chamado “Cluster Marítimo Brasileiro” pretende, através das vantagens oceânicas que o país oferece, agrupar indústrias, empresas e instituições ligadas ao setor, a fim de impulsionar o desenvolvimento da área e explorar as oportunidades de ampliar a economia nacional. O resultado esperado é o aumento da produtividade, emprego e consumo. Campos como o de serviços marítimos, Offshore, portuário e de turismo podem compor o aglomerado.
 

The OECD report Rethinking Innovation for a Sustainable Ocean Economy emphasises the growing importance of science and technology in managing the economic development of our seas and ocean responsibly. Marine ecosystems sit at the heart of many of the world’s global challenges: food, medicines, new sources of clean energy, climate regulation, job creation and inclusive growth. But we need to safeguard and improve the health of these ecosystems to support our ever-growing use of marine resources. Innovation in science and technology will play a key role in reconciling these two objectives.

Commissioner for Environment, Maritime Affairs and Fisheries Karmenu Vella has opened the 2019 European Maritime Day conference in Lisbon. This year, the main focus is on boosting a “blue” economy, the sustainable use of ocean resources for economic growth, through entrepreneurship, investment, and research and innovation. On this occasion, the European Commission launches the second edition of its Blue Economy Report.

“Blue Economy” has become a popular buzz word over the past decade. Drawing from the notion of a “Green Economy”, it refers to the control of the Earth’s oceans and marine life. But the concept of a blue economy has different, and often conflicting, meanings for different people, resulting in incompatible or blurred definitions and applications.

Forget green. The next clean economy is blue.

 

Blue, as in the deep blue sea.
 

For the past few years, we’ve seen a rising tide of companies, nonprofits, consortia and others diving in at the intersection of ocean stewardship and business opportunities. In other words: How do you maximize the economic value of oceans while protecting them?
 

The term "blue economy" has been around for a while. The World Bank put out an infographic about the blue economy two years ago and has a web portal on the topic. We first covered the subject in 2015 and included it as one of the 10 emerging trends in our 2016 State of Green Business report.
 

Responsável por concentrar metade da população brasileira, o litoral representa uma das principais fontes de riquezas do País. O mar rende R$ 2 trilhões por ano, o equivalente a 19% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) nacional. A estimativa foi apresentada pelo representante da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar e comandante da Marinha, Rodrigo de Campos Carvalho. Um dos participantes da 1ª Conferência Ministerial Regional das Américas sobre Economia Verde, ele defendeu a importância da preservação dos recursos marinhos para assegurar o desenvolvimento sustentável.

Até poucos anos atrás, se um país quisesse destruir as bases econômicas de um inimigo necessariamente precisaria destruir fisicamente suas instalações. “Nos dias de hoje precisamos apenas ter um bom conhecimento sobre ciber-ataques ou ciber-defesas: ciber-segurança de um modo geral. E um dos objetivos fundamentais da indústria de defesa mundial é se preparar para fazer frente a este tipo de conflito”, afirma o professor Antonio Fonfría, professor-doutor da Universidade Complutense de Madri (UCM).

Responsável por concentrar metade da população brasileira, o litoral representa uma das principais fontes de riquezas do país. O mar rende R$ 2 trilhões por ano, o equivalente a 19% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) nacional.
 
A estimativa foi apresentada hoje (24) pelo representante da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar e comandante da Marinha, Rodrigo de Campos Carvalho. Um dos participantes da 1ª Conferência Ministerial Regional das Américas sobre Economia Verde, ele defendeu a importância da preservação dos recursos marinhos para assegurar o desenvolvimento sustentável.
 
Uma equipe de 19 pesquisadores vai embarcar em uma expedição à bordo do navio oceanográfico Alpha Crucis, no Porto de Santos, para estudar os impactos da poluição global e das mudanças climáticas no Oceano Atlântico Sul. A embarcação pertence ao Instituto Oceanográfico (IO), da Universidade de São Paulo (USP). O grupo deixa o complexo marítimo na sexta-feira e retorna dia 28.
 
Segundo a diretora do IO, Elisabete de Santis Braga da Graça Saraiva, entender os danos do efeito estufa no mar ajuda a antecipar soluções a essa questão. As análises também servem para compreender as mudanças climáticas que atingem, principalmente, as populações que vivem em áreas costeiras, onde está grande parte do território da Baixada Santista.
 
O Fórum Econômico Mundial, de Davos, vem alertando o mundo para importância da exploração sustentável dos oceanos por razões ambientais, econômicas e de segurança alimentar, alinhado com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos do Mar (UNCLOS).
 
Globalmente, mais de 100 milhões de famílias são dependentes da indústria pesqueira e 3 bilhões de pessoas são diretamente dependentes de frutos do mar como sua principal fonte de proteína.
 
No dia 23 de Maio, membros da Comunidade Marítima se reuniram na sede do Clube Naval, no Rio de Janeiro-RJ, para um almoço em homenagem ao atual Comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior.