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Notícias

Agência Brasil

 

Um estudo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgado hoje (2) mostra que o Brasil utiliza um terço dos 63 mil quilômetros navegáveis dos rios. Atualmente, o país utiliza 19 mil km, ou seja, 30,9% da malha hidroviária para o transporte comercial (de cargas e passageiros). Com isso, apenas 5% da movimentação de cargas é feita pelos rios.

 

A movimentação de granel líquido no Porto do Mucuripe, em Fortaleza, atingiu 1.142.875 toneladas no primeiro semestre deste ano. De 2015 até julho de 2019, entre combustíveis, lubrificantes, gasolina A, óleo diesel, querosene de aviação e outros derivados de petróleo, o terminal marítimo registrou um total de 10 milhões de toneladas de cargas, entre embarques e desembarques.

 

O volume estimado para embarque no último trimestre de 2019 é 14% maior que o total movimentado pelo setor no mesmo período do ano passado. Nos três últimos meses de 2018 foram exportadas cerca de 5,26 milhões de toneladas de soja, milho, farelo e açúcar.

 

Até o final deste ano, o Porto de Paranaguá deve receber para descarga mais de 6,12 milhões de toneladas de granéis para exportação. O volume esperado para o último trimestre de 2019 é 14% maior que o total movimentado pelo setor no mesmo período do ano passado. Nos três últimos meses de 2018 foram exportadas cerca de 5,26 milhões de toneladas de soja, milho, farelo e açúcar.

 

Editor Portogente

É boa a intenção do presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio Carvalho, de lançar um edital de chamamento público para recebimento de doações de estudos portuários a título de modelagem da concessão do canal de acesso ao Porto de Santos à iniciativa privada. Todavia, a contratação de dragagem dos portos é competência do Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura.

 

Ramona Ordoñez e Pedro Capetti

RIO - A arrecadação de União, estados e municípios com o petróleo vai dobrar em cinco anos. Segundo cálculos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) obtidos pelo GLOBO, a produção estimada em 1,2 milhão de barris diários das quatro áreas do pré-sal da Bacia de Santos, que serão ofertadas no megaleilão confirmado pelo Congresso para novembro, será capaz de abastecer os cofres públicos com R$ 52,5 bilhões por ano a partir de 2024. A cifra é muito próxima de tudo o que foi arrecadado em royalties e participações especiais (PEs) por toda a indústria do petróleo no país em 2018: R$ 55,2 bilhões.

 

O Porto do Rio de Janeiro tem a expectativa de passar a movimentar cerca de 800 mil toneladas de granéis líquidos por ano para a Refinaria de Manguinhos (atual REFIT), o que corresponderá a um acréscimo de 214% na movimentação dessa natureza de carga no porto, em relação ao volume alcançado em 2018.

Dois navios de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Nordeste (Cepene), Riobaldo e Natureza, foram afundados nesta segunda-feira (16), ao largo de Tamandaré, em Pernambuco, na Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais. Os navios estavam aportados no píer do Cepene desde 2006, mas completamete sem uso, devido ao adiantado estado de deterioração das embarcações.
 

Redação Portogente
16 de Setembro de 2019 às 00:09

 

Ante o risco de recessão que ameaça os países ricos, o ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas realiza políticas acertadas para garantir a implantação de infraestrutura adequada e geradora da tão necessária oferta de trabalho. Assim, prioriza conclusão de obras que se arrastam há décadas e atrai investimentos, no vácuo dos juros negativos e dos bancos abarrotados de dinheiro.

 

17.09.2019 07:00 por Renato Senna

 

As riquezas naturais do mar brasileiro também são responsáveis por aquecer a economia do país. Cerca de 85% do petróleo brasileiro, 75% do gás e 45% do pescado extraídos no Brasil são provenientes da Amazônia Azul. Além de ser responsáveis por patrulhar a região, a Marinha também tem braços importantes nas pesquisas.

 

A Marinha está empenhada em modernizar sua frota com encomendas em estaleiros nacionais e vem conduzindo um processo de articulação institucional com as esferas superiores do governo para criar no Brasil um polo naval com diversos clusters distribuídos pelo país. O desafio é a viabilidade orçamentária e financeira, mas o plano envolve uma parceria com a Emgepron. Entre as alternativas de funding e capitalização está sendo avaliada a destinação de 10% dos recursos do Fundo da Marinha Mercante, por meio de um projeto de lei que tramita no Congresso. 
 

By Contributing Reporter

RIO DE JANEIRO, BRAZIL – Petrobras signed, on Wednesday, August 7th, an agreement with the Brazilian Navy to invest nearly R$400 million (US$110 million) in research on the Brazilian coast, the so-called Blue Amazon, and in the Antarctic.

The signed cooperation pact renews the cooperation of the state-owned oil company with the Navy for another five years, which has already existed for over 30 years, according to the company.

According to Petrobras, the partnership, which is backed by the National Petroleum, Natural Gas and Biofuels Agency (ANP), aims to stimulate research to ensure the exploration and sustainable use of marine resources.

Por Vitor Abdala - Repórter da Agencia Brasil Rio de Janeiro

 

A Petrobras assinou ontem (7) um acordo com a Marinha do Brasil para investir cerca de R$ 400 milhões em pesquisas no litoral brasileiro, a chamada Amazônia Azul, e na Antártida. O termo de cooperação assinado renova, por mais cinco anos, a colaboração da estatal petrolífera com a Marinha, que já existe há mais de 30 anos, de acordo com a empresa.

 

Fernanda Nunes
Rio

 

A Petrobras assinou na quinta-feira, 8, a renovação de uma parceria técnico-científica para viabilizar a exploração e o aproveitamento sustentáveis dos recursos marinhos. O investimento estimado é de R$ 400 milhões, que, segundo o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, "vai proporcionar a continuidade das pesquisas na 'Amazônia Azul brasileira' e no continente antártico.

 

Transportar 2,7 milhões de contêineres por ano até dezembro de 2020, através da cabotagem, e aumentar em 40% a frota de embarcações destinadas a esta operação – caracterizada pelo transporte marítimo pela costa do País – estão entre os planos do Governo Federal, que pretende lançar, até o fim do mês, o projeto BR do Mar. A iniciativa prevê, ainda, a eliminação da cobrança do ICMS sobre o óleo bunker (combustível naval) para incentivar o transporte marítimo pela costa brasileira.

 

Aumentar a oferta de cabotagem, incentivar a concorrência e reduzir custos estão entre as premissas do projeto, que está sendo elaborado por técnicos do Ministério da Infraestrutura. A expectativa é dobrar o volume de contêineres transportados por cabotagem no País.