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O programa BR do Mar, de incentivo à navegação de cabotagem, segue com um grande impasse entre os órgãos técnicos do governo e dificilmente deverá chegar a uma conclusão neste ano.
Quatro anos depois de ter o contrato de arrendamento prorrogado pelo Governo Federal até 2047, a Santos Brasil - um dos maiores terminais de contêineres da América Latina - acelera seu projeto de expansão e modernização do cais do Tecon Santos, estimado em R$ 1,5 bilhão.
Apesar das queixas relacionadas à competitividade, a navegação de cabotagem deve encerrar 2019 com crescimento acima de 10% no movimento de cargas e superior à média dos últimos anos. Para a Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac), os números registrados até agora em 2019 reforçam a visão otimista das empresas do setor para o mercado brasileiro.
No segundo trimestre deste ano, dado mais atualizado no site da entidade, a movimentação de contêineres pelas associadas da Abac foi de 303,472 mil TEU’s, 22% a mais que no mesmo período no ano passado, quando 248,755 mil TEU’s percorreram a costa brasileira. No primeiro semestre de 2019, foram 578,878 mil TEU’s, 16,3% a mais que o registrado no período de janeiro a junho de 2018 (497,785 mil TEU’s).
Os portos públicos baianos tiveram faturamento crescente por cinco meses consecutivos. De junho a outubro, as operações apresentaram evolução na receita. O percentual de crescimento chegou a 43,63% em setembro, quando o rendimento saltou de R$ 11 milhões para R$ 16 milhões.
O mar faz parte da vida dos brasileiros. Pelo mar fomos descobertos. Por ele chegaram os primeiros invasores e consolidamos nossa independência e nosso território. Com a proximidade do dia 16 de novembro, Dia Nacional da Amazônia Azul, é importante refletirmos sobre o potencial estratégico do mar para nosso país.
Nelza Oliveira
Especial para DefesaNet
Foi lançada na manhã de quarta-feira (13NOV2019) a Associação do Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro, na Casa FIRJAN, Zona Sul da cidade, iniciativa de empresários e da Marinha do Brasil, reunindo a EMGEPRON (Empresa Gerencial de Projetos Navais), a NUCLEP (Nuclebras Equipamentos Pesados SA), a AMAZUL (Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A) e a CONDOR Tecnologias Não Letais. O Cluster, como é chamada a concentração de empresas com características semelhantes em busca de mais eficiência e colaboração com as outras, vai unir esforços para a retomada da indústria naval, militar e mercante, do Rio de Janeiro.
No dia 5 de novembro, a Marinha do Brasil assinou contrato para prestação de serviços logísticos de operação portuária, incluindo descarga, armazenagem, inspeção não invasiva, para os bens adquiridos no exterior. O contrato dá continuidade ao planejamento estratégico do Centro de Distribuição e Operações Aduaneiras da Marinha (CDAM), ampliando as opções para a nacionalização de cargas no Porto de Santos.
RIO - O megaleilão de petróleo desta quarta-feira tem uma grande estrela: a área de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos.
Com reservas estimadas de 10 bilhões de barris, segundo projeção da consultoria Wood Mackenzie, Búzios está entre os sete maiores campos marítimos do mundo. Só para se ter uma ideia do tamanho de Búzios, as reservas totais do Brasil hoje são de 15 bilhões.
Além disso, é um campo que já está em produção, sem risco geológico. Ou seja, suas características e potencial já são conhecidos.
Por Roger Pereira, especial para a Gazeta do Povo
Com 7,4 mil quilômetros de costa, o Brasil tem, sob sua jurisdição, 3,5 milhões de quilômetros quadrados (km2) de espaço marítimo. Área que apenas o Brasil pode explorar economicamente e que, por conta das riquezas naturais e minerais abundantes, é chamada de Amazônia Azul, numa comparação à importância da floresta amazônica para o país.
Por Dagmara Spautz
O Complexo Portuário do Itajaí-Açu deve bater recorde histórico na movimentação de contêineres em 2019. A expectativa é que os portos de Itajaí e Navegantes cheguem a 1,2 milhão de TEUs (medida que corresponde a contêineres de 20 pés) até dezembro.
A projeção leva em conta a média de crescimento mensal do complexo, que tem sido entre 7% e 9%. Os números destoam da média nacional – no primeiro semestre, houve redução de 3,29% na movimentação de cargas nos portos do país.
