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Notícias

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Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) estão embarcados, desde o dia 7 de março, no Navio Hidroceanográfico Faroleiro (NHoF) "Almirante Graça Aranha", para uma expedição científica de 31 dias, em que realizarão estudos climáticos, oceanográficos, geológicos, históricos e ambientais nas Ilhas da Trindade e de Martin Vaz.

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Hoje completa um mês que um vulcão localizado nas proximidades de Tonga, país da Oceania, teve uma violenta erupção, provocando um tsunami no país e enviando cinzas e gases no ar. O caso talvez não tivesse gerado tanta repercussão no Brasil se não fosse o aparecimento de gases remanescentes do vulcão que alteraram o tom de cor do céu em diversas cidades brasileiras. Como consequência da erupção, houve, também, o rompimento de cabos submarinos que deixaram Tonga sem comunicação com o restante do mundo.

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O setor portuário brasileiro, formado pelos portos públicos e terminais privados, movimentou 1,210 bilhão de toneladas de carga em 2021. O número representou um crescimento de 4,8% em relação a 2020, de acordo com o levantamento divulgado no início deste mês pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).

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Muita gente não sabe, mas o nome Galeão, apelido pelo qual é conhecido o aeroporto Internacional Tom Jobim, assim é chamado porque no bairro da Ilha do Governador onde ele está localizado (bairro Galeão) foi construído, em 1659, o Galeão Padre Eterno, uma embarcação portuguesa considerada, à época, o maior navio do mundo. Ou seja: dois séculos antes de o Barão de Mauá iniciar a construção dos estaleiros da Companhia Ponta d’Areia, em Niterói, marco inaugural da Indústria Naval no Brasil, o Rio já tinha tradição no setor.

 

Em 2019, o Brasil foi atingido por um crime ambiental sem precedentes – mais de 5 mil toneladas de resíduos oleosos foram retiradas de nossas praias, no combate à poluição que atingiu 1.009 localidades no litoral brasileiro, afetando todos os Estados entre o Rio de Janeiro e o Maranhão.

 

 

Os primeiros fragmentos chegaram à costa na Paraíba em 30 de agosto de 2019, e, em seguida, começaram a surgir pelotas de óleo de forma esparsa em Pernambuco, Sergipe e demais Estados. Até esse momento, não se sabia que os fragmentos teriam a mesma origem ou que continuariam se espalhando pelo litoral.

 

O mercado de embarcações de apoio offshore (marítimo) cria um impacto positivo para a economia em escala global, por aumentar o volume de negócios realizados em função das atividades portuárias em alto-mar, segundo estatísticas divulgadas no Portal a Markets and Markets. Os dados apontam que, entre 2018 e 2023, o Offshore Support Vessel Market mundial deverá crescer em cerca de 5%.

 

As embarcações para serviços de apoio offshore ganham destaque no setor de transporte marítimo como suporte de plataformas petrolíferas, com objetivo principal de extrair petróleo para comercializar, afirma Flávio Santos Neves Ferreira, tecnólogo em Comércio Exterior, com MBA em Gestão Portuária e Logística.

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Como todo brasileiro, temos orgulho dos nossos patrimônios naturais, entre eles, a nossa Floresta Amazônica – um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo. E como velejadores brasileiros, também nos orgulhamos muito dos 7,4 mil km de costa nacional e dos 3,5 milhões de km² de espaço marítimo sob a jurisdição do nosso País. Essa área igualmente rica e relevante é chamada de Amazônia Azul – nome dado pela Marinha do Brasil. Não é à toa que esse termo é usado, pois ambas as áreas são extremamente ricas em biodiversidade e recursos naturais e, ainda, desempenham um papel muito importante para a vida das espécies – incluindo a nossa – e do nosso planeta.

Uma das principais fontes de riquezas do Brasil, o litoral do País rende cerca de R$ 2 trilhões por ano, o equivalente a 19% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, de acordo com dados da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, órgão que abrange 15 ministérios e é coordenado pela Marinha.
 

A chegada dos portugueses no Brasil, em 22 de abril de 1500, foi possível graças ao  investimento de Portugal no desenvolvimento náutico e, em especial, à estratégia de desenvolvimento científico e tecnológico estabelecida pelo infante Dom Henrique, no século XV, na região de Sagres. Não por acaso, portanto, esse é também o Dia da Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha do Brasil, cujo relacionamento  com  a  Academia  Brasileira de Ciências (ABC) vem de longa data.

 

Com o objetivo de chamar atenção e inspirar iniciativas que colaborem para a sua proteção, em 8 de junho é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos. A data foi estabelecida durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992 (RIO-92).
 

Marcos Caetano

 

A Fundação Cesgranrio e a Sociedade dos Amigos da Marinha do Rio de Janeiro (Soamar-Rio) promovem a 3ª edição do Concurso de Redação Amazônia Azul, com o objetivo de divulgar as riquezas naturais do litoral brasileiro.

 

A participação do pré-sal na produção nacional de petróleo e gás natural atingiu em fevereiro o patamar recorde de 73,14%, segundo divulgou na quarta, dia 17, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

 

De acordo com a agência reguladora, foram produzidos no pré-sal no mês passado 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia, medida que considera tanto a produção de petróleo quanto a de gás. Já a produção total brasileira foi de 3,55 milhões de barris por dia.

 

Segundo a ANP, somente o Campo de Tupi, o maior produtor nacional, respondeu por 32,8% da produção brasileira, com 1,2 milhão de barris de óleo equivalente por dia.

 

2021 é um ano ímpar para a agenda global do oceano. É nele que se inicia, efetivamente, a “Década do Oceano”, orquestrada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Neste ano, também, já será possível analisar os resultados dos primeiros cinco anos da Agenda 2030 (2016-2030), cujo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 14 – “Vida na  água”  –,  sobretudo,  possui  estreita relação com a agenda de mares e oceanos. Além disso, ao que tudo indicava, em 2020 ocorreria a segunda Conferência do Oceano da ONU (Lisboa, Portugal), adiada desde então, em decorrência da atual pandemia e ainda sem data confirmada.