Momento da homenagem aos mortos da Marinha em Guerra
Em 21 de julho, foi realizada, no Mausoléu do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, a cerimônia em memória aos mortos da Marinha em Guerra, presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, em data que faz alusão ao afundamento da Corveta Camaquã, mas que visa homenagear todos os marinheiros que perderam suas vidas no mar durante os conflitos que o Brasil participou.
A solenidade contou com a presença de Chefes Navais, Ministro do STM, membros do Almirantado, Almirantes, representantes do Exército Brasileiro, da Força Aérea Brasileira, do Clube Naval, do Centro de Capitães da Marinha Mercante, da SOAMAR-RJ, da Comunidade Marítima, Escoteiros do mar, Bombeiros Militares do Estado, de Aspirantes da Escola Naval e de Aluno do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha.
Em alocução por vídeo, o Presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante, Capitão de Longo Curso Alvaro José de Almeida Junior, resultou que as homenagens históricas trazem identidade e sentido à uma Nação, mensagem aderente à Ordem do Dia do Comandante da Marinha, que ressaltou a herança e o grande patrimônio legados ao Brasil pelos que sucumbiram em combate no mar.
Uma oração solene foi proferida pelo Capelão-Chefe da Marinha, seguida da aposição floral em memória dos que pereceram e, concomitantemente, o lançamento de pétalas ao mar pelos tripulantes do Aviso de Patrulha (AviPa) “Marlim”, que se encontrava fundeado nas proximidades do Monumento.
Outros momentos marcantes da homenagem foram o disparo de cargas de fuzilaria pelo destacamento de Honras Fúnebres do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro, as execuções da Marcha Fúnebre e do Toque de Silêncio. Também foram entoados os Toques de Alvorada e Vitória, seguidos da canção dos Combatentes da Segunda Guerra Mundial, simbolizando o reconhecimento eterno da Marinha por aqueles que se imortalizaram no mar à serviço da Pátria.










