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A cerimônia em comemoração ao 72º aniversário do Dia da Vitória, presidida pelo Ministro da Defesa Raul Jungmann, concedeu no dia 8 de maio aos ex-combatentes, e personalidades civis e militares a Medalha da Vitória em celebração ao término da Segunda Guerra Mundial. A solenidade foi realizada no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. O evento contou com a presença de veteranos das três Forças Armadas, da Força Expedicionária Brasileira (FEB), do Grupo de Aviação de Caça e da Marinha Mercante, participantes da luta contra o nazifacismo. Estiveram presentes na ocasião e atuaram como paraninfos, o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, o Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, General de Exército Mauro Cesar Lorena Cid, que representava o Comandante do Exército, e o Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato. O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, enfatizou a importância de o Brasil relembrar o feito conquistado pelo País durante a Segunda Guerra Mundial: "Os combatentes brasileiros enfrentaram inúmeros obstáculos no teatro de operações italiano, mas a participação deles no conflito consagrou-se pelo profissionalismo, reconhecidos pelos países aliados, bem como pela empatia e conduta louvável junto à população local", disse o Ministro.  Após o discurso do Ministro da Defesa, personalidades civis e militares foram condecorados com a Medalha da Vitória, honraria concedida pelo Ministério da Defesa (MD), entre eles o Ministro da Fazenda Henrique Meirelles. A homenagem tem o objetivo de agraciar pessoas e instituições que tenham contribuído com os feitos da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial. Os ex-combatentes foram conduzidos por veículos militares que foram usados na Segunda Guerra Mundial e desfilaram em continência às autoridades. Ao finalizar a cerimônia, foi executado uma salva de 15 tiros pelo Navio-Patrulha “Gurupá”, em frente ao monumento. Além do Comando do 1º Distrito Naval, militares do Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra, do Centro de Instrução Almirante Alexandrino e do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro participaram da cerimônia. Durante o conflito, a Marinha do Brasil envidou esforço logístico para transportar as tropas da FEB para a Itália, fez a escolta dos comboios e a proteção do tráfego marítimo contra ameaça submarina. A MB sofreu o maior número de baixas de nosso País na guerra, no contexto da Batalha do Atlântico. “Vários desses heróis, que tombaram em defesa da paz, da democracia, da vida e da liberdade, estão simbólica e materialmente enterrados no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, de onde glorificamos seus feitos e prestamos, a cada ano, uma justa e emocionada homenagem à sua memória”, ressaltou o Ministro da Defesa na ordem do dia alusiva à data.

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