A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro participou, em 21 de setembro, da Segunda Operação “Ágata 3° Trimestre/2022”, juntamente com o Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM – Polícia Federal) e o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), nas proximidades da Ilha do Boqueirão, interior da Baía de Guanabara. Durante a ação conjunta, foram conduzidas atividades de Inspeção Naval, Fiscalização e Patrulha Naval, nas quais utilizaram-se duas embarcações blindadas da Marinha do Brasil e duas embarcações da Polícia Federal.
Integrantes da Marinha do Brasil, NEPOM-PF e INEA se preparam para Operação Ágata, na Capitania dos Portos do Rio de Janeiro
A operação contou com a participação de militares da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (CPRJ), do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste (GptPatNavSSE), do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio Janeiro e do Centro de Munição da Marinha, além de fiscais do INEA e agentes da Polícia Federal, envidando esforços para o combate às ações do crime organizado e práticas ilícitas, bem como efetuar a fiscalização das atividades de pesca irregular na região.
Durante a operação, duas embarcações foram abordadas, sendo notificadas por infrações relacionadas à Lei nº 9.537 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – LESTA) e tendo sua singradura interrompida. Tais embarcações tiveram os condutores autuados, pelo INEA, a fim de regularizarem a documentação de pesca dos tripulantes.
Criada em 2011, a Operação Ágata é uma operação que visa aumentar a interoperabilidade e a integração entre os diversos órgãos governamentais, intensificando a presença do Estado na área marítima de Jurisdição da CPRJ, com a finalidade de promover a cooperação técnica, de inteligência e de logística, bem como coibir a ocorrência de crimes transfronteiriços e ambientais, garantir a segurança da navegação e salvaguardar a vida humana no mar.










