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A atuação integrada entre as Organizações Militares subordinadas ao Comando do 1° Distrito Naval, Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha e Força de Submarinos contribuiu de forma significativa para a remoção da aeronave que caiu na última quinta-feira (19), em Paraty (RJ). A Marinha, após trabalhar na localização dos destroços da aeronave sinistrada, executou a reflutuação, possibilitando a empresa contratada pelo proprietário removê-los e transportá-los até Angra dos Reis. Para cumprir essa tarefa, empregou embarcações da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, da Agência da Capitania dos Portos em Paraty e Angra dos Reis, o Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas” e o Aviso-Patrulha “Anequim”. Adicionalmente, a Diretoria de Hidrografia e Navegação, com o uso do equipamento Sidescan, localizou peças fundamentais ao subsequente trabalho de investigação das causas do acidente, como, por exemplo, os motores da aeronave. No sábado (21), o Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas” prestou apoio logístico aos militares da Marinha e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão responsável pelas investigações da queda da aeronave. Na ocasião, foi traçada uma estratégia para coordenar as ações de remoção. Desde o dia em que ocorreu o trágico acidente (19), a Marinha mobilizou um efetivo de cerca de 150 militares, incluindo mergulhadores da Base Almirante Castro e Silva, a fim de isolar a área, efetuar a reflutuação e garantir a integridade estrutural dos destroços, de modo a não comprometer as perícias futuras e assegurar que as normas previstas para o plano de remoção fossem observadas.

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