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Teste do pezinho ampliado: ainda mais segurança para o bebê 🦶🏽👶🏽

  • Publicado em 01/06/2023 - 10:57
  • Atualizado em 15/08/2025 - 17:55
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📅 Publicado em 1 de junho de 2023

O Teste do Pezinho faz parte do Programa de Triagem neonatal, que é um conjunto de ações preventivas, responsável por identificar precocemente indivíduos com doenças metabólicas, genéticas, enzimáticas e endocrinológicas, para que esses possam ser tratados em tempo oportuno, evitando as sequelas e até mesmo a morte.

O Teste do Pezinho deve ser realizado entre o 3º e o 5º dias de vida. Os recém-nascidos prematuros deverão repetir o teste conforme protocolos específicos. Se não for possível realizar o teste nesse período, ele pode ser feito até o 30º dia de vida, mas o ideal é que seja o mais precocemente possível para garantir um diagnóstico e tratamento rápidos, se necessário. O atraso na realização do teste pode levar a um diagnóstico tardio e, consequentemente, a um tratamento menos eficaz ou ao surgimento de sequelas.

O Teste do Pezinho é um exame simples, que consiste na coleta de algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê.

O Teste do Pezinho ampliado permite identificar até mais de 50 doenças, tais como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, síndromes falciformes, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.

O exame é fundamental para a saúde do bebê, pois permite o início do tratamento adequado o mais cedo possível, evitando complicações futuras.

O Programa Nacional de Triagem Neonatal tem em seu escopo seis doenças:

  1. Fenilcetonúria;
  2. Hipotireoidismo Congênito;
  3. Doença Falciforme e outras hemoglobinopatias;
  4. Fibrose Cística;
  5. Hiperplasia Adrenal Congênita; e
  6. Deficiência de Biotinidase.

Novo teste do pezinho
A Lei nº 14.154/2021, alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente, para aperfeiçoar o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), por meio do estabelecimento de um rol mínimo de doenças a serem rastreadas pelo teste do pezinho.

  1. Fenilcetonúria;
  2. Hipotireoidismo Congênito;
  3. Doença Falciforme e outras hemoglobinopatias;
  4. Fibrose Cística;
  5. Hiperplasia Adrenal Congênita;
  6. Deficiência de Biotinidase;
  7. Toxoplasmose congênita;
  8. Galactosemias;
  9. Aminoacidopatias;
  10. Distúrbios do ciclo da ureia;
  11. Distúrbios da betaoxidação dos ácidos graxos;
  12. Doenças lisossômicas;
  13. Imunodeficiências primárias;
  14. Atrofia Muscular Espinhal (AME).

Clique nas imagens e saiba mais sobre as doenças.

1

Fenilcetonúria

2

Hipotireoidismo congênito – T4 e TSH neonatal

3

Doença falciforme e outras hemoglobinopatias

4

Fibrose cística: IRT neonatal

5

Hiperplasia adrenal congênita: 17OH progesterona

6

Deficiência de biotinidase

7

Toxoplasmose congênita

8

Galactosemias

9

Aminoacidopatias

10

Distúrbios do ciclo da ureia

11

Distúrbios da beta-oxidação dos ácidos graxos

12

Doenças lisossômicas

13

Imunodeficiências primárias (IDP)

14

Atrofia Muscular Espinhal (AME)

Apoio Técnico:
CC (Md) Bruna Boreli
Pediatria e Nefrologia Pediátrica do HNBra

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