Imunização: a melhor opção

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A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. Ela não apenas protege aqueles que recebem a vacina, mas também ajuda a comunidade como um todo. Graças à vacinação, houve uma queda drástica nas doenças que costumavam matar milhares de pessoas todos os anos até a metade do século passado – como coqueluche, sarampo, poliomielite e rubéola.

Mas, mesmo sob controle hoje em dia, essas doenças podem rapidamente voltar a se tornar uma epidemia, caso as pessoas parem de se vacinar. Por isso, é muito importante manter seu calendário vacinal SEMPRE atualizado.

A Marinha do Brasil depende do abastecimento do Ministério da Saúde para realizar a vacinação da Família Naval e, em época de campanha, vacina também a população civil. A Diretoria de Saúde da Marinha organiza a vacinação da seguinte maneira:

  • O Hospital Central da Marinha vacina os militares que participarão de missões no exterior, e seus dependentes, com as seguintes vacinas: Hepatite A, Febre Tifóide, Cólera e Meningite Meningocócica;
  • As Policlínicas e o Ambulatório Naval da Penha oferecem vacinas do calendário básico, que contempla: Hepatite B, Difteria e tétano, Febre Amarela e Tríplice Viral, além de todo o calendário infantil.

Importante: as vacinas não são necessárias apenas na infância. Os idosos precisam se proteger contra gripe, pneumonia e tétano; as mulheres em idade fértil devem tomar vacinas contra rubéola e tétano; e os adolescentes precisam se vacinar contra o HPV. Os profissionais de saúde e outros grupos de pessoas, com características específicas, como militares, também possuem recomendações.

Composição e reações adversas
As vacinas são feitas com microrganismos da própria doença que previne. No entanto, estes estão enfraquecidos ou mortos e são introduzidos no organismo a fim de produzir os anticorpos, que são a nossa defesa. Os efeitos colaterais mais comuns após a vacinação são dor no braço, vermelhidão e inchaço. Também pode ocorrer febre ou mal-estar passageiro.

Casos especiais
Para os alérgicos aos componentes da vacina, imunossuprimidos e transplantados, existe o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Para ser atendido nessas unidades, é necessário um encaminhamento médico.

É muito melhor e mais fácil prevenir uma enfermidade do que tratá-la e é isso que as vacinas fazem. Não existe nada mais eficaz em saúde pública do que a imunização. Por isso, ela é a melhor opção.

Caroline Tavares
Capitão-Tenente (S)
Encarregada da Divisão de Vigilância em Saúde
Gerente de Imunização dos Programas de Saúde da Marinha
Centro Médico Assistencial da Marinha






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