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Dando prosseguimento às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti implementadas em todo o Brasil desde 29 de janeiro por aproximadamente 1.200 Organizações Militares, a Marinha do Brasil realiza entre os dias 15 e 19 de fevereiro a quarta e última etapa desta operação de saúde pública. Nela, o objetivo é reforçar — por meio de visitas e palestras em escolas da rede pública de ensino e particulares — o trabalho de conscientização junto a crianças e adolescentes sobre os riscos e as medidas preventivas contra o referido vetor, transmissor de doenças como a dengue, a febre chinkungunya e do vírus Zika.

Desde 29 de janeiro cerca de 1.200 Organizações Militares espalhadas por todo o Brasil iniciaram o trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti. Após serem cumpridas as etapas de conscientização da população, através da entrega de folderes, os efetivos retornaram às ruas para iniciar a terceira etapa da campanha, que ocorrerá até 18 de fevereiro.

 

Nesta fase, os militares estão diretamente envolvidos no combate ao mosquito, em uma ação conjunta com as Secretarias Municipais de Saúde, visitando os domicílios acompanhados de agentes de saúde, para inspecionar possíveis focos de proliferação, orientando os moradores e, se for o caso, fazendo a aplicação de larvicida.

Em 15 de fevereiro de 2016, o Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW) realizou a formatura do Curso de Formação de Oficiais para Marinhas Amigas (CFOMA). Composta por 16 Oficiais, sendo 13 pertencentes à Marinha de Guerra Angolana (MGA) e 3 Oficiais pertencentes à Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, a turma teve sua formação iniciada em 04 de agosto de 2014. Presidida pelo Diretor Geral do Pessoal da Marinha, Almirante-de-Esquadra Ilques Barbosa Junior, a cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, dentre as quais o Embaixador da República de Angola no Brasil, Nelson Manuel Cosme.

Desde 29 de janeiro os efetivos das três Forças Armadas iniciaram um mutirão de combate ao Aedes Aegypti, mosquito transmissor de doenças como a dengue, a febre chinkungunya e do vírus Zika. Na primeira etapa, foi realizada a busca de possíveis focos de proliferação do Aedes em torno de 1.200 Organizações Militares espalhadas por todo o território nacional com o objetivo alertar os militares sobre os riscos representados pela reprodução do mosquito e as ações que deveriam implementar em suas residências e bairros a fim de combatê-lo.

 

No dia 5 de fevereiro, a tripulação do Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW) ganhou mais um espaço desportivo, a Sala de Artes Marciais. O local foi inaugurado pelo Comandante do CIAW, Contra-Almirante, Paulo Ricardo Médici, na presença de Oficiais, atletas e treinadores.