Page 64 - A MINHA, A SUA, A NOSSA MARINHA
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Cerimoniais
Cerimonial à Bandeira
Os navios da MB, quando em con-
tato com terra (atracados, fundeados
ou amarrados), arvoram a Bandeira
Nacional no “pau da bandeira”, na
popa .
Ao suspenderem, no instante em
que é desencapelada a última espia
ou o ferro arranca ou é largado o ar-
ganéu da boia, a Bandeira Nacional é
arriada na popa e içada, em movimen-
tos contíguos, no mastro de combate,
mas de forma que nunca deixe de es-
tar içado o Pavilhão Nacional . Não há
cerimonial nessas ocasiões .
A Bandeira do Cruzeiro, que é arvo-
rada no pau do jeque, acompanha os
movimentos da Bandeira Nacional na é maior e consta de formatura geral da e Bandeiras-Insígnias deve ser feito
popa . Ou seja, é içada e arriada junto tripulação . Após o arriar, é costume o celeremente .
com esta . cumprimento geral de “boa noite” en- Durante o Cerimonial à Bandeira é
O Pavilhão Nacional é içado às oito tre todos os presentes, sendo primei- vedada a entrada ou saída de pessoas
horas da manhã e arriado exatamen- ramente dirigido ao Comandante . e veículos na OM que o realiza, sal-
te na hora do Pôr do Sol . O Cerimo- A Bandeira Nacional deve ser iça- vo se localizada próxima à via públi-
nial consta de sete vivas com o apito da ou arriada em movimento unifor- ca, quando a interrupção do trânsito
do marinheiro e das continências de me, que deve ser estimado para que deve ocorrer, com o mínimo de preju-
todo o pessoal . Quem estiver cobertas ocorra durante o tempo em que é exe- ízo possível ao tráfego de pessoas e
abaixo, permanece descoberto e em cutado o hino ou toque . Da mesma veículos, entre o “Segundo Sinal” e o
silêncio, atento . O cerimonial do arriar forma, o içar e arriar de galhardetes término do Cerimonial .
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