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Saudação com espada A salva - Saudação com canhões bandeira um navio avistado ostentava .
Era, portanto, importante demonstrar
O antigo procedimento de saudar O sinal de amizade era antigamen- atitude amistosa, tornando difícil a
com espada e o gesto de abatê-la não te entendido e caracterizado pelo fato manobra ou o combate .
é uma tradição naval, mas militar . O de apresentar-se uma pessoa com a Nos tempos de Henrique VIII, para
pessoal da Marinha, contudo, faz uso espada abatida ou um navio momen- um canhão repetir um tiro levava uma
da espada em algumas cerimônias a taneamente impossibilitado de mano- hora . Assim, um navio estava com
bordo e em formaturas em terra . brar ou combater . Nos tempos em que os canhões sempre carregados para
O gesto de levar a ponta da espada não havia meios seguros de comuni- combate . Mas, se ele os disparava,
até o chão é uma antiga demonstra- cação e quando no mar não era pos- ficava impossibilitado momentanea-
ção de submissão a uma autoridade sível aos navios saberem notícias de mente de combater . A maior parte das
superior, reconhecendo sua superio- terra, era importantíssimo saber quais fragatas e navios menores era armada
ridade hierárquica . A ponta da espa- as intenções dos outros navios avista- com uma bateria de sete canhões em
da no chão, ao fim da saudação, não dos . Imagina-se que um navio, no mar cada borda . A princípio, uma salva de
permite ao Oficial usá-la, naquele mo- há algum tempo, poderia não saber se sete tiros era a salva nacional britâni-
mento . sua nação estava ou não em guerra ca . As baterias de terra, no entanto, de-
com outra, inclusive com aquela cuja veriam responder às salvas do navio,
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