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VANTAGENS ENCONTRADAS TRABALHOS ANALISADOS
T01, T02, T03, T05, T06, T07, T09, T12, T15, T17 e
V1 Custo de projeto reduzido.
T20.
Diminuição de tempo de desenvolvimento
V2 T03, T05, T06, T07, T09, T10, T14, T16 e T18.
e testes.
V3 Diminuição de riscos à segurança. T03, T05, T14, T16, T19, T21, T23.
Desenvolvimento simultâneo de
V4 T03, T10, T11, T14 e T16.
componentes do sistema.
Detecção de falhas e defeitos antes da
V5 T06, T13, T16 e T21.
conclusão do projeto.
Possibilidade de testes em diferentes
V6 T01, T03, T05, T09, T10, T11, T14, T16, T21, T22, T23.
condições.
Não necessidade de construção de
V7 protótipos físicos na fase inicial do Todos os trabalhos analisados.
projeto.
Tabela 1 – Vantagens encontradas em cada trabalho analisado
LIMITAÇÕES ENCONTRADAS TRABALHOS ANALISADOS
Atrasos de tempo no processamento em tempo real T01, T03, T04, T08, T09, T11, T13, T15 e T16
Tabela 2 – Limitações encontradas nos trabalhos analisados
cada uma delas podem ser caras. Se cada ciclo de teste
tiver que ser realizado em todas as variações, as ver-
sões da planta poderão ter que ser construídas a fim
de testá-las, elevando exponencialmente os custos do
projeto. Usando o HIL, é possível aproveitar o teste de
um subconjunto junto as outras variações disponíveis,
em condições variadas e com custos reduzidos.
A redução de tempo de projeto (V2) vem logo em
seguida como a vantagem mais citada, aproximada-
mente 40% dos trabalhos selecionados. Apesar de não
Gráfico 1 - Gráfico da quantidade de trabalhos analisados ser citada explicitamente em todos os trabalhos, esse
por vantagens encontradas. benefício do uso da técnica HIL é uma consequência
Fonte: Próprio autor. de todas as outras vantagens (com exceção da V1, que
é causa de V2). De fato, a possibilidade de não ne-
cessitar construir um protótipo (V7), de evitar riscos
trabalhos analisados, com mais de 47% de citações, à segurança do pessoal e do equipamento (V3), bem
assim como a possibilidade de testes em diversas con- como realizar o desenvolvimento simultâneo dos com-
dições (V6). Essa última, torna-se importante para o ponentes (V4) e, ainda, testá-los sob diferentes condi-
processo de validação do modelo simulado de modo ções de operação (V6) a fim de detectar falhas antes
que o comportamento do sistema é aceito para várias da conclusão do projeto (V5), traz como consequência
configurações de operação e assim passar ao estágio uma redução significativa no tempo de projeto.
de construção efetiva do projeto. Além disso, as plan- Em plantas complexas, o mal funcionamento no
tas dos sistemas geralmente possuem várias versões e
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