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CPesFN e CMatFN comemoram vinte anos de criação

 

   Para comemorar os vinte anos de ativação do Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais (CPesFN) e do Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN) foi realizada, na manhã desta segunda-feira, 20 de março, cerimônia alusiva à data, na Fortaleza de José da Ilha das Cobras, Centro do Rio de Janeiro. Presidida pelo Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra (FN) Fernando Antonio de Siqueira Ribeiro, a celebração contou com a presença de representantes do CGCFN, do CPesFN, do CMatFN e de suas Organizações Militares subordinadas.

 

   Em seu discurso, publicado em Ordem do Dia, o Comandante do Pessoal de Fuzileiros Navais, Vice-Almirante (FN) Jorge Armando Nery Soares, relembrou as origens do CPesFN, ressaltou os desafios de estar à frente deste Comando e agradeceu a todos os militares que compõem a tripulação do Comando do Pessoal e das OM subordinadas.

 

- Neste aniversário de 20 anos gostaria de exaltar o Fuzileiro Naval, essência do Comando do Pessoal e ressaltar seus valores essenciais, Honra, Competência, Determinação e Profissionalismo, atributos que caracterizam esta tropa de elite, fazendo com que os Marinheiros do Gorro de Fita sejam, cada vez mais, reconhecidos dentro e fora da Marinha.

 

   Já o Comandante do Material de Fuzileiros Navais, Contra-Almirante (FN) Renato Rangel Ferreira, enfatizou, em seu discurso, a decisão acertada “da Alta Administração Naval em separar o então Comando de Apoio do Corpo de Fuzileiros Navais em dois Comandos independentes e especializados na gestão do pessoal e do material”, comemorou as conquistas obtidas na trajetória do Comando e agradeceu a todos os militares que fizeram parte deste caminho.

 

- Hoje, é também um bom dia para elevarmos nossas vistas adiante e renovarmos nosso compromisso de estarmos próximos e atentos às demandas imediatas do Setor Operativo, razão de ser de todos os nossos esforços. Dessa forma, estaremos atendendo aos requisitos de multiplicar o poder de combate e a 'anfibiosidade' dos Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais e, também, contribuindo, conforme o estatuído em nossa Visão de Futuro, para tornar o Corpo de Fuzileiros Navais imprescindível para a proteção da imensa Amazônia Azul -, destacou.

Central de Conteúdos

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