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Quadro 2: Modelo de Zoneamento Ecológico-Econômico Quadro 3: Roteiro do Plano Estratégico do Design de Negócios Azuis
a. Manguezal em toda a sua Áreas de uso a. Pesca tradicional e PLANO ESTRATÉGICO PARA AS ATIVIDADES ECONÔMICAS DA ZONA
artesanal
extensão; econômico b. Ecoturismo e turismo COSTEIRA
Áreas de b. Mata Atlântica; intensivo (AUEI) responsável
Proteção e Mata Ciliar. Faixa mínima de c. Esporte de contato primário Levantamento das atividades econômicas presentes, ou seja, Vulnerabilidades
conservação preservação de 50 (cinquenta) respeitando os respectivos zoneamentos existentes e outros socioambientais
(APC); metros, a partir do leito mais São áreas associadas a aspectos legais nas três esferas de poder e ecológicas
sazonal, medida horizontalmente. ecossistemas que vem sofrendo
d. Restingas, Dunas e Praias forte degradação na zona
e. Costões Rochosos costeira.
Áreas de a. Ecossistemas costeiros
Potencial Risco adjacentes à área urbana
Áreas de uso a. Áreas de lazer náutico e reparos; Ambiental b. Ecoturismo e turismo Plano Estratégico para Atividades Econômicas Interação com
(APRA)
Projeção 5 anos e 10 anos
econômico b. Porto e Estaleiros responsável partes interessadas
exclusivo c. Petrolíífera c. Ecossistemas pressionados
d. Turismo
por atividades econômicas
(AUEE)
e. Pesca Industrial não compatíveis
Os Planos Estratégicos irão sugerir atividades
Áreas Urbanizadas São os núcleos urbanos econômicas através de um mapeamento estratégico de
e de Expansão localizados na Zona Costeira áreas conforme o método escolhido para Zoneamento
Urbana (ZC) e demais sedes municipais.
(AUEU) Ecológico para a Zona Costeira
Áreas de Proteção e conservação (APC); Obs.: estas áreas deverão estar relacionadas à classificação Fonte: Elaborado pelos autores
pela CONAMA nº 357, que estabelece para essas atividades a classe 1 para águas salinas e salobras. P – Fatores Políticos locais que po- regulamentação ambiental; gestão de re-
Áreas de uso econômico exclusivo (AUEE) Obs.: estas áreas deverão estar relacionadas à classificação dem influenciar os negócios, são eles: síduos e efluentes; sustentabilidade; ade-
pela CONAMA nº 357, que estabelece para essas atividades a classe 2 para águas salinas e salobras. mudança de governo; políticas gover- rência aos protocolos ou acordos para
Áreas de uso econômico intensivo (AUEI) Obs.: estas áreas deverão estar relacionadas à classificação namentais; conflitos internos; relação redução de emissão de carbono; certi-
pela CONAMA nº 357, que estabelece para essas atividades a classe 1 para águas salinas e salobras.
público e privado etc. ficações visando à gestão sustentável.
Fonte: Barros (2007) E – Fatores Econômicos que influen- L – Fatores Legais (regulatórios): Planos
ciam os negócios: geração de renda; Diretores, Zoneamentos Territoriais, Lei
4 - Plano estratégico para atividades econômicas compatíveis com a taxa de juros; câmbio; índices de preço; Trabalhista; Proteção do Consumidor;
zona costeira e oceânicas adjacentes sazonalidade de produção; economia Regulamentação e Normas do segmen-
local; índices de confiança; relações co- to específico; Órgãos regulatórios; Legis-
Um plano estratégico deverá alinhar e compatibilizar programas com objetivos merciais; nível de mão de obra; taxa de lação atual e tendências de mudança.
seu foco em ações futuras que gerem va- e metas, procurando otimizar projetos desemprego etc.
lor para o território, permitindo conciliar onde serão gerados os produtos de todo S – Fatores Sociais que influenciam os Importante esclarecer que os fatores aci-
metas de desenvolvimento econômico o planejamento. Os Projetos estratégicos negócios: expectativa de vida; cresci- ma são exemplificações, podendo entrar na
e de minimização às desigualdades so- (Design de Negócios Azul) deverão seguir mento populacional; taxa de natalida- análise de cada fator outros argumentos re-
ciais, aliado à conservação dos espaços o roteiro abaixo (Quadro 3): de; padrões de consumo; papéis sociais lacionados ao tema. As propostas das ativi-
naturais. Para se estabelecer um plano Os projetos estratégicos, alinhados por idade e gênero; cultura local. dades econômicas mais viáveis deverão ser
estratégico, os municípios costeiros de- em atividades econômicas, serão pro- T – Fatores Tecnológicos que influenciam transformadas em projetos estratégicos para
verão instituir o seu Plano Municipal de postos a partir dos impactos provocados os negócios: legislação em relação à tec- sua viabilidade ou aumento de sua poten-
Gerenciamento Costeiro, observadas as pelos fatores do acrônimo PESTAL, são nologia; maturidade tecnológica; tecno- cialidade naquele referido território costeiro
normas e diretrizes do Plano Nacional de eles: POLÍTICO, ECONÔMICO, SOCIAL, logias emergentes; pesquisa e inovação. conforme sua análise a partir da PESTAL.
Gerenciamento Costeiro, bem como seu TECNOLÓGICO, AMBIENTAL E LEGAL, A – Fatores Ambientais que influenciam Como exemplo, podemos citar o esta-
Plano Diretor. Ao plano cabe sistematizar exemplificados abaixo: os negócios: gestão de sustentabilidade; do do Rio de Janeiro, que aprovou a Lei nº
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