PSRM
Permanência de militares brasileiros na ilha permite a defesa local e também apoio aos pesquisadores
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Permanência de militares brasileiros na ilha permite a defesa local e também apoio aos pesquisadores
PROANTAR
No dia 1º de março, durante a 41ª Operação Antártica (OPERANTAR), o Navio de Apoio Oceanográfico (NApOc) “Ary Rongel” navegou ao sul do Círculo Polar Antártico, após atravessar o Estreito de Gerlache, localizado a noroeste da Península Antártica, quando demandou a Estação “Palmer”, integrante do Programa Antártico dos Estados Unidos da América (EUA). Durante o período em que o Navio esteve nas proximidades da Estação norte americana, houve saudações protocolares. Essas interações entre representantes dos Estados que atuam ao sul do paralelo 60º estão inseridas no contexto da “Diplomacia Antártica”, que reforça os laços para apoio mútuo e cooperação, previstos no Tratado da Antártica, ao qual o Brasil aderiu em 1975.
PROANTAR
O desenvolvimento de quaisquer atividades no Continente Antártico precisa levar em conta as especificidades de um ambiente hostil à presença humana, com características climáticas severas e condições de sobrevivência nem sempre ideais. A coleta de dados científicos nessa região exige deslocamentos em terrenos não convencionais, muitas vezes perigosos e, também, permanência por significativo tempo em acampamentos isolados. Dado a esse fato, durante as Operações Antárticas (OPERANTAR), o Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) emprega montanhistas profissionais, com larga experiência e habilitação para atuação em áreas polares ou gélidas, a fim de prestarem apoio e segurança às atividades de campo.