Skip to main content

PROMAR

Mais de 700 escolas brasileiras já ensinam como o oceano influencia o clima, a água e a vida, mesmo em cidades sem litoral

Já passam de 700 as instituições de ensino, públicas e privadas, a adotar a cultura oceânica em seus currículos, de forma interdisciplinar. O movimento, que começou em Portugal, vem conquistando cada vez mais escolas brasileiras, que incluíram voluntariamente o tema em seus programas pedagógicos. Esse número deve aumentar, caso seja aprovado o Projeto de Lei em tramitação na Câmara dos Deputados que torna o conteúdo obrigatório nas salas de aula.

PEM


O Projeto-Piloto do PEM para a Região Marinha do Sul do Brasil alcançou um marco importante ao encerrar o seu ciclo de Oficinas Setoriais, iniciado em agosto de 2025.

O último setor a ter seus assuntos debatidos no escopo do PEM foi o da Pesca Artesanal. Com o intuito de captar melhor as nuances de um setor tão importante, além de tornar a Oficina o mais inclusiva possível, foram realizadas reuniões em todos os estados da Região, em cidades reconhecidamente tradicionais para o ramo. Esses encontros aconteceram em abril e maio deste ano, e reuniram cerca de 100 pessoas que tiveram a oportunidade de compartilharem seus conhecimentos tradicionais e agregarem essa importante fonte de saber ao processo do Planejamento Espacial Marinho.

PEM


Ocorreu entre os dias 14 e 16 de abril, em Brasília (DF), a 4ª Oficina Técnica Nacional do Planejamento Espacial Marinho (PEM). O encontro congregou representantes da Coordenação Nacional do PEM, exercida no âmbito da Marinha do Brasil pela Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM) e pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, além de equipes técnicas dos Projetos regionais do Sul, Sudeste, Nordeste. A região Norte também esteve representada pelo Projeto Marés do Norte, responsável por iniciativas de mapeamento participativo.

PEM

O Planejamento Espacial Marinho do Nordeste (PEM NE) alcançou a marca de 100 reuniões realizadas em diferentes estados nordestinos desde o início de suas atividades. As ações integram o processo participativo nos estudos técnicos para o planejamento e envolvem Povos e Comunidades Tradicionais, representantes institucionais, organizações da sociedade civil e diferentes atores ligados ao uso do mar.

Desse total de atividades realizadas, 56 foram encontros com Povos e Comunidades Tradicionais; 28 reuniões envolveram representantes institucionais, organizações da sociedade civil e atores estratégicos; além de 09 lançamentos dos estudos estaduais e 07 oficinas setoriais promovidas ao longo do processo.

PROMAR


Com grande entusiasmo, anunciamos o Movimento Pororoca 2026: A Virada da Maré, uma iniciativa pioneira da Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano, em parceria com os institutos Oceanográfico e de Estudos Avançados da USP e a Midiamar Comunicação.

De 16 a 23 de maio de 2026, o movimento tomará diversas regiões do Brasil, unindo esforços em prol da conservação marinha.

PEM

A crescente diversidade de usos do litoral brasileiro, aliada à presença de povos e comunidades tradicionais (PCT) e a múltiplos interesses econômicos e ambientais — como turismo, pesca, comércio local e conservação — impõe desafios cada vez maiores à gestão dos espaços marinhos. Diante desse cenário, o Planejamento Espacial Marinho (PEM) surge como um instrumento estratégico para promover o ordenamento sustentável e integrado do mar, conciliando desenvolvimento econômico, conservação ambiental e justiça social.

CIRM

No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar reforça a importância da água como recurso essencial à vida, ao desenvolvimento sustentável e à manutenção dos ecossistemas marinhos.

A água cobre cerca de 70% da superfície do planeta, sendo os oceanos responsáveis por regular o clima, produzir grande parte do oxigênio que respiramos e sustentar uma vasta biodiversidade. No entanto, esse patrimônio natural enfrenta desafios crescentes, como a poluição, as mudanças climáticas e o uso inadequado dos recursos hídricos. Nesse contexto, a SECIRM atua de forma integrada, apoiando pesquisas científicas e ações estratégicas voltadas à proteção da Amazônia Azul e à utilização sustentável dos recursos marinhos. A conscientização da sociedade é parte fundamental desse processo, pois pequenas atitudes no dia a dia contribuem diretamente para a preservação da água e dos oceanos.

 PROANTAR


Há 40 anos, pesquisadores e militares da Marinha do Brasil (MB) permaneceram, pela primeira vez, na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) durante todo o inverno antártico. Desde então, a presença brasileira no continente passou a incluir invernadas regulares, garantindo a continuidade das pesquisas científicas. Quatro décadas após aquela primeira permanência, marcada por temperaturas inferiores a 20 graus negativos e pelo isolamento da estação, uma comitiva retornou à Antártica nesta semana para celebrar o marco histórico da participação do Brasil no continente.

 PPG-Mar

 PROANTAR


No dia 6 de fevereiro de 2026 ocorreu a celebração dos 42 anos de operação da Estação Antártica Comandante Ferraz. Esta comemoração é um marco contundente da presença do Brasil no continente antártico e da adesão nacional à ciência, à cooperação internacional e à preservação ambiental. Ao longo de mais de quatro décadas, a estação consolidou-se como uma plataforma estratégica para pesquisas de relevância científica, contribuindo para a compreensão de fenômenos climáticos, oceanográficos e ambientais que influenciam não apenas a região polar, mas também o planeta.