A Marinha do Brasil, por intermédio do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), foi contemplada com uma emenda parlamentar individual no valor de R$ 950 mil, destinada pelo Senador Astronauta Marcos Pontes.
A Marinha do Brasil, por meio da Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), promoveu, no dia 3 de dezembro, a cerimônia de assinatura do primeiro contrato de desenvolvimento científico e tecnológico do Setor de Ciência, Tecnologia e Inovação com a Base Industrial de Defesa (BID) voltado ao Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz).
Formação de talentos, governança, inovação, segurança alimentar, comunicação estratégica e inteligência aplicada marcaram o encontro.
Entregas marcam transição rumo ao Submarino Nuclear Convencionalmente Armado.
A DGDNTM levou ao Congresso as maquetes do Submarino Nuclear Convencionalmente Armado e do Reator, símbolos do avanço científico e tecnológico da Marinha.
o dia 15 de outubro, o Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, recebeu o Embaixador Rubens Barbosa, presidente e fundador do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE), e o Professor Leonardo Nelmi Trevisan, jornalista e docente da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).
No dia 10 de outubro, o Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), Vice-Almirante (EN) Celso Mizutani Koga, recebeu o Vice-Governador de São Paulo, Felício Ramuth, no Centro Industrial Nuclear de Aramar (CINA), em Iperó (SP).
No dia 11 de setembro de 2025, o Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, esteve acompanhado do Vice-Almirante Jorge José de Moraes Rulff, Comandante do 3º Distrito Naval (Com3ºDN), em visita ao Centro Regional de Ciências Nucleares do Nordeste (CRCN-NE) e à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Proposta busca assegurar uma programação orçamentária mínima para o Ministério da Defesa.
Material produzido no reator passa a ser utilizado na Radiofarmácia do IPEN, dando origem a radiofármacos vitais para a medicina nuclear
