Engenheira nuclear da SecNSNQ participa do 24º Fórum de Diálogo INPRO em Viena
A engenheira nuclear Thaís Santos, representando a SecNSNQ, participou do 24º Fórum de Diálogo INPRO sobre implantação sustentável de usinas nucleares flutuantes para transição para o Net Zero, do dia 19 a 23 de maio.
O fórum aconteceu na Agência Internacional de Energia Atômica em Viena, Áustria. O evento contou com 50 participantes de diferentes países, em média, incluindo participantes em plataforma virtual.

O Projeto Internacional sobre Reatores Nucleares Inovadores e Ciclos de Combustível (INPRO), lançado em 2000, visa garantir o desenvolvimento sustentável da energia nuclear no século XXI. O INPRO integra todos os aspectos cruciais para a sustentabilidade da energia nuclear.
Participaram da atividade representantes de órgãos reguladores, da indústria, e sociedades classificadoras.
O objetivo do fórum é discutir assuntos afetos a Floating Nuclear Power Plant (FNPP) no que diz respeito a:
• Enfrentar Desafios Técnicos e Operacionais: Identificar questões técnicas e institucionais relacionadas a requisitos especializados de fábrica, reabastecimento, manutenção e operações remotas.
• Facilitar a Colaboração Industrial e Regulatória: Aprimorar a cooperação entre desenvolvedores, fabricantes e órgãos reguladores nucleares para agilizar os processos de implantação de FNPPs.
• Avaliar e Discutir Padrões: Examinar os padrões internacionais de segurança, proteção e salvaguarda existentes para FNPPs e explorar os esforços de harmonização em andamento para identificar lacunas e áreas para desenvolvimento posterior.
• Promover a Viabilidade Econômica: Avaliar a integração de padrões de qualidade nuclear em modelos de produção de fábrica para alcançar uma fabricação de FNPPs econômica e eficiente.
• Avaliar Plataformas de Coordenação: Revisar as plataformas existentes (por exemplo, Organização Marítima de Energia Nuclear (NEMO), Tecnologia Atômica Licenciada para Aplicações no Mar (ATLAS)) para interação e coordenação com as partes interessadas, compartilhar as melhores práticas e avaliar a necessidade de mecanismos adicionais para enfrentar os desafios emergentes.
