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  • Publicado em 08/05/2026 - 10:25
  • Atualizado em 11/05/2026 - 10:26
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SecNSNQ participa do exercício internacional ConvEx-2b da AIEA

SecNSNQ participa do exercício internacional ConvEx-2b da AIEA

 

A SecNSNQ participou, nos dias 07 e 08 de maio, do ConvEx-2b, exercício internacional coordenado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), voltado ao fortalecimento dos mecanismos de cooperação e assistência internacional em situações de emergência nuclear ou radiológica.

Durante a atividade, a SecNSNQ atuou remotamente a partir do Centro de Acompanhamento de Resposta a Emergências Nucleares e Radiológicas Navais (CARE), instalado na sede da própria Secretaria, mobilizando especialistas da Marinha do Brasil nas áreas de Proteção Radiológica, Segurança Nuclear e Inteligência, Assistência Médica a vítimas de acidentes radiológicos, Comunicação Social e Operações Navais.

Mas por que esse tipo de exercício é tão importante?

O ConvEx-2b permite testar, em tempo real, os processos internacionais de solicitação, oferta e coordenação de assistência previstos na Convenção sobre Assistência em Caso de Acidente Nuclear ou Emergência Radiológica. Em cenários dessa natureza, a rapidez na troca de informações, a clareza dos protocolos e a coordenação entre autoridades nacionais e organismos internacionais são fatores decisivos para garantir respostas eficazes e seguras.

O exercício reúne Estados-Membros da AIEA e Organizações Internacionais em diferentes funções — como Estado solicitante de assistência, Estado assistente ou organização internacional de apoio — simulando processos de tomada de decisão, comunicação estratégica e coordenação técnica diante de uma emergência nuclear ou radiológica.

A participação da SecNSNQ reforça o compromisso da Marinha do Brasil com os mais elevados padrões internacionais de segurança nuclear, proteção radiológica e preparação para emergências, consolidando também a atuação da Secretaria como Autoridade Competente Doméstica reconhecida junto à AIEA para situações dessa natureza.

A atuação integrada entre capacidades técnicas, operacionais e institucionais fortalece a prontidão nacional e contribui diretamente para o aperfeiçoamento da governança regulatória nuclear naval brasileira.