SecNSNQ reforça o preparo de especialistas da Marinha em Exercício de Resposta a Emergências Nucleares
O cenário, de média complexidade, acontece a partir de dinâmica realizada em Aramar
A SecNSNQ participou de mais um exercício de Emergências Nucleares ou Radiológicas Navais (ENRN) do calendário 2025, nesta terça-feira (17 de junho). O evento, de média complexidade, foi composto por uma simulação de vazamento de UF6 (composto usado para o enriquecimento de urânio) do Laboratório de Enriquecimento Isotópico (LEI), no Centro Industrial Nuclear de Aramar (CINA), localizado no município de Iperó (SP).
O objetivo do exercício foi testar a resposta rápida e coordenada das equipes especializadas em ENRN da Marinha, além de validar a capacidade de controle do Coordenador Geral do Plano de Emergência e a comunicação com o CARE/SecNSNQ por meio do SIS-CARE.
Participaram da atividade, a partir do Centro de Acompanhamento e Respostas às Emergências Nucleares e Radiológicas (CARE/SecNSNQ), a equipe da Superintendência de Operações da SecNSNQ, assim como representantes do Centro de Comunicação Social da Marinha; da Diretoria de Saúde da Marinha; do Centro de Inteligência da Marinha; do Comando de Operações Navais; e, também, do Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais.
Além destes mencionados acima, a partir do campo do exercício, participaram também representantes do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), do próprio CINA e do Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica de Aramar (BtlDefNBQR-ARAMAR).
Dinâmica do exercício
O exercício teve início com a simulação de uma contaminação de dois operadores. Na sequência, houve a descontaminação pelo Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica de Aramar.
Paralelo a esse movimento, foi realizado o acompanhamento virtual via Sistema do Centro de Acompanhamento de Respostas a Emergências Nucleares e Radiológicas Navais (SIS-CARE) e a transmissão em tempo real de imagens e dados.
Histórico
O primeiro exercício aconteceu no dia 21 de maio e também envolveu uma simulação de vazamento de UF6, porém daquela vez, apenas com um operador e no Laboratório de Materiais Nucleares, também no CINA.
