
DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por elipse feita de cabo de ouro terminado em nó direito, em campo azul com uma âncora sobre um caduceu de Mercúrio, ambos de ouro e passados em aspa; em chefe fendido de vermelho e verde, uma coroa de marquês. Pendente do distintivo a insígnia da Ordem do Mérito Naval de sua cor.
EXPLICAÇÃO
No campo de azul, o caduceu de Mercúrio, filho de Júpiter e Deus do Comércio, simboliza as relações comerciais entre os povos desde a mais remota antiguidade; a âncora, sobrepondo-se à insígnia daquela divindade mitológica, alude à vigilância e proteção da Marinha ao tráfego marítimo comercial, expressão do desenvolvimento e expansão daquelas atividades. No chefe fendido de vermelho e verde, a coroa de marquês, evocando o ínclito Almirante Tamandaré, alude ao Estado sulino e à cidade onde nasceu, Rio Grande, sede da capitania e que lhe dá o nome, que também é memorado pelos esmaltes e metal do chefe, constantes da bandeira criada em 1836 para a efêmera República Riograndense. A insígnia pendente do distintivo, referente a comenda da Ordem do Mérito Naval, foi a este anexada em decorrência do Decreto do Presidente da República Federativa do Brasil de 03 de junho de 2026.
