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No período de 09 a 20 de agosto, o Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan) realizou, pela primeira vez, a substituição da “Bucha do Fitting”, que é conectada ao Pylon de uma aeronave SH-16. O conjunto de fitting tem a função de sustentar o estabilizador horizontal e é responsável por fazer a conexão entre o Pylon e o estabilizador horizontal da aeronave.    

O GAerNavMan realizou a inspeção “BRAVO” da aeronave N-3035, onde foi observado desgaste excessivo na referida bucha. De acordo com o manual da aeronave, a remoção, inspeção e instalação de uma nova bucha não seria possível de ser realizada a nível operacional, apenas a nível do fabricante da aeronave. Dessa forma, por iniciativa do setor de engenharia deste Grupo, foi elaborado um estudo que viabilizasse o reparo da “Bucha do Fitting” pelos militares do Projeto HS-1, como base ferramental e manual utilizados pelo Black Hawk, da Força Aérea Brasileira (FAB).

Após apreciação do estudo pela Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM), foi realizado um ensaio experimental do procedimento de manutenção da bucha na aeronave N-3037 com a posterior execução do procedimento na aeronave N-3035, sendo finalizado em 20 de agosto. A troca da bucha foi realizada com sucesso, capacitando os militares do Projeto HS-1 a realizar um procedimento que antes era apenas executado pelo fabricante da aeronave SH-16, incrementando, assim, a capacidade de 3º escalão deste Grupo de Manutenção.

 

 

No período de 09 a 20 de agosto, o Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan) realizou, pela primeira vez, a substituição da “Bucha do Fitting”, que é conectada ao Pylon de uma aeronave SH-16. O conjunto de fitting tem a função de sustentar o estabilizador horizontal e é responsável por fazer a conexão entre o Pylon e o estabilizador horizontal da aeronave.    

O GAerNavMan realizou a inspeção “BRAVO” da aeronave N-3035, onde foi observado desgaste excessivo na referida bucha. De acordo com o manual da aeronave, a remoção, inspeção e instalação de uma nova bucha não seria possível de ser realizada a nível operacional, apenas a nível do fabricante da aeronave. Dessa forma, por iniciativa do setor de engenharia deste Grupo, foi elaborado um estudo que viabilizasse o reparo da “Bucha do Fitting” pelos militares do Projeto HS-1, como base ferramental e manual utilizados pelo Black Hawk, da Força Aérea Brasileira (FAB).

Após apreciação do estudo pela Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM), foi realizado um ensaio experimental do procedimento de manutenção da bucha na aeronave N-3037 com a posterior execução do procedimento na aeronave N-3035, sendo finalizado em 20 de agosto. A troca da bucha foi realizada com sucesso, capacitando os militares do Projeto HS-1 a realizar um procedimento que antes era apenas executado pelo fabricante da aeronave SH-16, incrementando, assim, a capacidade de 3º escalão deste Grupo de Manutenção.

 

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No período de 15 de junho a 20 de agosto o Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan) realizou, pela primeira vez, o reparo de 3° escalão no extradorso da Wing Nose em uma aeronave AF-1, devido a trincas na asa direita da aeronave N-1022 (biposto).

Quando iniciada a inspeção na aeronave, foram identificadas as trincas supracitadas e após criteriosa avaliação do setor de engenharia, foi constatado que esse reparo poderia ser realizado por militares do GAerNavMan. Durante o processo, foi necessário moldar algumas chapas e adaptá-las para alcançar o formato ideal, bem como desenvolver ferramentas.         

O reparo foi realizado com a colocação de um Patch externo na asa direita e o reforço de stiffners na parte interna, conforme procedimento preconizado. Embora previsto em manual, foi a primeira vez que foi realizado um reparo estrutural nessa região da Wing Nose, em nível de 3° escalão, em aeronaves AF-1, incrementando, assim, a capacidade deste grupo de manutenção.

 

 

No período de 15 de junho a 20 de agosto o Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan) realizou, pela primeira vez, o reparo de 3° escalão no extradorso da Wing Nose em uma aeronave AF-1, devido a trincas na asa direita da aeronave N-1022 (biposto).

Quando iniciada a inspeção na aeronave, foram identificadas as trincas supracitadas e após criteriosa avaliação do setor de engenharia, foi constatado que esse reparo poderia ser realizado por militares do GAerNavMan. Durante o processo, foi necessário moldar algumas chapas e adaptá-las para alcançar o formato ideal, bem como desenvolver ferramentas.         

O reparo foi realizado com a colocação de um Patch externo na asa direita e o reforço de stiffners na parte interna, conforme procedimento preconizado. Embora previsto em manual, foi a primeira vez que foi realizado um reparo estrutural nessa região da Wing Nose, em nível de 3° escalão, em aeronaves AF-1, incrementando, assim, a capacidade deste grupo de manutenção.

 

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Como parte dos eventos alusivos aos 105 anos da Aviação Naval, o Comando da Força Aeronaval realizou, no dia 23 de agosto, uma Cerimônia em homenagem aos 83 Oficiais e Praças da Aviação Naval que faleceram em acidentes aeronáuticos.

Na ocasião, foi executado Toque de Silêncio em homenagem aos militares eternizados no Memorial da Aviação Naval, além de uma Aposição Floral. O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, acompanhado do Chefe do Estado-Maior, Capitão de Mar e Guerra Luís Felipe Evangelista Araújo e dos Titulares das Organizações Militares subordinadas, relembrou o pioneirismo e dedicação dos militares que sacrificaram suas vidas em prol das atividades do braço aéreo da Marinha.
 

 


 

 

Como parte dos eventos alusivos aos 105 anos da Aviação Naval, o Comando da Força Aeronaval realizou, no dia 23 de agosto, uma Cerimônia em homenagem aos 83 Oficiais e Praças da Aviação Naval que faleceram em acidentes aeronáuticos.

Na ocasião, foi executado Toque de Silêncio em homenagem aos militares eternizados no Memorial da Aviação Naval, além de uma Aposição Floral. O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, acompanhado do Chefe do Estado-Maior, Capitão de Mar e Guerra Luís Felipe Evangelista Araújo e dos Titulares das Organizações Militares subordinadas, relembrou o pioneirismo e dedicação dos militares que sacrificaram suas vidas em prol das atividades do braço aéreo da Marinha.
 

 


 

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Por volta de 1997 a Marinha do Brasil (MB) iniciou a busca por uma aeronave embarcada e o Skyhawk seria um modelo que facilmente se adaptaria ao NAeL Minas Gerais. A McDonnell Douglas surgiu então com uma proposta para a venda de um lote de aeronaves A-4 que estavam estocadas no Kuwait. A negociação avançou e já no final de 1997 o acordo estava praticamente acertado. No entanto, faltava resolver uma pendência burocrática, pois a MB não estava autorizada a operar aeronaves de asas fixas desde 1965.  
Em 8 de abril de 1998 o Presidente F. H. Cardoso assinou um decreto que permitiu a Marinha operar suas próprias aeronaves de asas fixas. Esse decreto deu respaldo ao acordo (Purchase Agreement) assinado no dia 30 do mesmo mês para a compra de 23 caças A-4KU por cerca de US$ 70 milhões.
No dia 5 de setembro de 1998 chegava ao porto do Forno (Arraial do Cabo-RJ) o navio mercante Clipper Ipanema trazendo todos os aviões adquiridos do Kuwait. Os aviões seguiram para São Pedro da Aldeia na semana seguinte por via terrestre, transportados em carretas.
Com o propósito de manter e operar as aeronaves, o Marinha criou o 1º Esquadrão  Esquadrão de Interceptação e Ataque (VF-1). Oficialmente o VF-1 foi criado o dia 2 de outubro de 1998, juntamente com as comemorações dos 82 anos de Aviação Naval Brasileira, realizadas na Base Aérea Naval de São Padre da Aldedia-RJ. Durante as comemorações, o A-4 matrícula N-1001 foi apresentado com um padrão de cor composto por um único tom de cinza médio.
O padrão definitivo de pintura baseou-se no esquema de camuflagem adotado pelo USMC com três tons de cinza. As duas primeiras aeronaves  (N-1021 e N-1022) foram pintadas dessa maneira em maio de 1999.
Para inspecionar todas as 23 células adquiridas, foi firmado um contrato de dezoito meses com a empresa norte-americana Kay & Associates Inc. em novembro de 1999. Além das inspeções determinadas pelo fabricante, coube à empresa avaliar todos os motores, acessórios, sobressalentes, equipamentos e materiais de apoio. Outro ponto do contrato previa o treinamento e a capacitação dos técnicos de manutenção do VF-1. No estágio final, os pilotos da Kay & Associates acompanhariam a transição dos pilotos brasileiros para o AF-1 e encerrariam as atividades qualificando-os para operações embarcadas no NAeL Minas Gerais. Pilotado por um contratado da empresa Kay & Associated Inc., o AF-1 matrícula N-1007 decolou pela primeira vez da pista de São Pedro da Aldeia às 14:23 horas no dia 26 de março de 2000 (RFA 19). No mês seguinte, foram oficialmente inauguradas as instalações do VF-1. Dois messe após o primeiro vôo de um AF-1 em sob brasileiro, o Capitão-Tenente Alvarenga realizou o seu vôo solo, tornando-se o primeiro piloto da marinha a voar um AF-1.
Entre 11 e 14 de setembro de 2000, foram realizadas as primeiras operações embarcadas. Estas consistiram basicamente na execução de toques e arremetidas no convôo do NAeL Minas Gerais. Foram empregadas cinco aeronaves (N-1004, N-1006, N-1007, N-1008 e N1012) (Skyhawk.org) que executaram mais de 90 passes nesses dias. A etapa seguinte consistia no tão esperado primeiro pouso, seguido do lançamento através de catapulta.
O dia 13 de janeiro de 2001 tornou-se uma data histórica para a aviação naval de asas fixas. Ao largo do Farol de Cabo Frio, a aeronave AF-1 de matrícula N-1006 realizou o primeiro pouso enganchado a bordo NAeL Minas Gerais. O Skyhawk pilotado pelo oficial da reserva de marinha norte-americana Dan Caning, tocou o convôo as 15:52. Três dias depois, ocorreria o primeiro lançamento de um A-4 a partir da catapulta do Navio Aeródromo.
No mês de maio de 2001, duas aeronaves do esquadrão VF-1 (N-1014 e N-1021) realizaram o primeiro vôo de longa duração. Depois de duas horas de vôo, os Skyhawk pousaram na Base Aérea de Santa Maria (RS). No dia 25, três dias após o pouso, os aviões retornaram para a Base de São Pedro D'Aldeia. O Skyhawk N-1021 ainda seria responsável por outra façanha antes do final do mês maio.
Embora o A-4 não seja uma aeronave supersônica, esse avião é capaz de realizar um mergulho onde a velocidade atingida pode ultrapassar a velocidade do som. Esse tipo de manobra pode ser necessário num combate aéreo. O primeiro vôo supersônico de uma aeronave da marinha, pilotada por um aviador brasileiro, ocorreu no dia 30 de maio de 2001. A aeronave de matrícula N-1021 atingiu a velocidade máxima de Mach 1,02.
Os A-4 da Marinha possuem um sonda no nariz para reabastecimento em vôo e podem ser equipados com kits tipo "Buddy-buddy". No entanto, essa técnica não era dominada pelos aviadores navais. Com o propósito de qualificá-los nesse tipo de operações o VF-1 contou com a colaboração da FAB. Entre os dias 15 e 19 de outubro de 2001, próximo a Arraial do Cabo, o esquadrão realizou o primeiro treinamento com uma aeronave KC-130 do 1º/1º GT e instrutores dos esquadrões 1º GAvCa e do 1º/16º GAv. Foram realizados 154 contatos e todos os pilotos da Aviação Naval foram qualificados.
Dentre as atividades conjuntas FAB-MB destaca-se também o exercício de interceptação aérea realizado em 11 de março de 2003. Nesta data, uma aeronave R-99 do 2º/6º GAV (sediado em Anápolis/GO), operando a partir da Base Aérea Naval São Pedro da Aldeia, realizou um exercício de interceptação com duas aeronaves AF-1 da Marinha.

Modernização

Os caças AF-1 da Marinha modernizados no Brasil são considerados a versão mais avançada do A-4 Skyhawk já desenvolvidas no mundo. O programa de atualização da aeronave inclui a substituição de antigos equipamentos de navegação e comunicação por recursos mais avançados, além da revitalização estrutural para prolongar a utilização dos jatos por aproximadamente mais 10 anos.
Um dos principais recursos de nova geração do AF-1 é o radar israelense EL/M 2032, que possui diferentes modos de operação. O equipamento pode realizar buscas ar-ar, ar-mar, ar-solo e navegação, além de ter a capacidade para rastrear 64 alvos marítimos simultaneamente a uma distância de até 256 km (160 milhas) – no modo ar-ar o alcance do radar é de 128 km.
A lista de novos itens no AF-1 ainda inclui aviônicos mais avançados (do tipo glass cockpit) e sistemas de geração elétrica e de oxigênio atualizados. Com essas modernizações, o caça da Marinha pode utilizar mísseis mais avançados e “bombas inteligentes”.


 


Por volta de 1997 a Marinha do Brasil (MB) iniciou a busca por uma aeronave embarcada e o Skyhawk seria um modelo que facilmente se adaptaria ao NAeL Minas Gerais. A McDonnell Douglas surgiu então com uma proposta para a venda de um lote de aeronaves A-4 que estavam estocadas no Kuwait. A negociação avançou e já no final de 1997 o acordo estava praticamente acertado. No entanto, faltava resolver uma pendência burocrática, pois a MB não estava autorizada a operar aeronaves de asas fixas desde 1965.  
Em 8 de abril de 1998 o Presidente F. H. Cardoso assinou um decreto que permitiu a Marinha operar suas próprias aeronaves de asas fixas. Esse decreto deu respaldo ao acordo (Purchase Agreement) assinado no dia 30 do mesmo mês para a compra de 23 caças A-4KU por cerca de US$ 70 milhões.
No dia 5 de setembro de 1998 chegava ao porto do Forno (Arraial do Cabo-RJ) o navio mercante Clipper Ipanema trazendo todos os aviões adquiridos do Kuwait. Os aviões seguiram para São Pedro da Aldeia na semana seguinte por via terrestre, transportados em carretas.
Com o propósito de manter e operar as aeronaves, o Marinha criou o 1º Esquadrão  Esquadrão de Interceptação e Ataque (VF-1). Oficialmente o VF-1 foi criado o dia 2 de outubro de 1998, juntamente com as comemorações dos 82 anos de Aviação Naval Brasileira, realizadas na Base Aérea Naval de São Padre da Aldedia-RJ. Durante as comemorações, o A-4 matrícula N-1001 foi apresentado com um padrão de cor composto por um único tom de cinza médio.
O padrão definitivo de pintura baseou-se no esquema de camuflagem adotado pelo USMC com três tons de cinza. As duas primeiras aeronaves  (N-1021 e N-1022) foram pintadas dessa maneira em maio de 1999.
Para inspecionar todas as 23 células adquiridas, foi firmado um contrato de dezoito meses com a empresa norte-americana Kay & Associates Inc. em novembro de 1999. Além das inspeções determinadas pelo fabricante, coube à empresa avaliar todos os motores, acessórios, sobressalentes, equipamentos e materiais de apoio. Outro ponto do contrato previa o treinamento e a capacitação dos técnicos de manutenção do VF-1. No estágio final, os pilotos da Kay & Associates acompanhariam a transição dos pilotos brasileiros para o AF-1 e encerrariam as atividades qualificando-os para operações embarcadas no NAeL Minas Gerais. Pilotado por um contratado da empresa Kay & Associated Inc., o AF-1 matrícula N-1007 decolou pela primeira vez da pista de São Pedro da Aldeia às 14:23 horas no dia 26 de março de 2000 (RFA 19). No mês seguinte, foram oficialmente inauguradas as instalações do VF-1. Dois messe após o primeiro vôo de um AF-1 em sob brasileiro, o Capitão-Tenente Alvarenga realizou o seu vôo solo, tornando-se o primeiro piloto da marinha a voar um AF-1.
Entre 11 e 14 de setembro de 2000, foram realizadas as primeiras operações embarcadas. Estas consistiram basicamente na execução de toques e arremetidas no convôo do NAeL Minas Gerais. Foram empregadas cinco aeronaves (N-1004, N-1006, N-1007, N-1008 e N1012) (Skyhawk.org) que executaram mais de 90 passes nesses dias. A etapa seguinte consistia no tão esperado primeiro pouso, seguido do lançamento através de catapulta.
O dia 13 de janeiro de 2001 tornou-se uma data histórica para a aviação naval de asas fixas. Ao largo do Farol de Cabo Frio, a aeronave AF-1 de matrícula N-1006 realizou o primeiro pouso enganchado a bordo NAeL Minas Gerais. O Skyhawk pilotado pelo oficial da reserva de marinha norte-americana Dan Caning, tocou o convôo as 15:52. Três dias depois, ocorreria o primeiro lançamento de um A-4 a partir da catapulta do Navio Aeródromo.
No mês de maio de 2001, duas aeronaves do esquadrão VF-1 (N-1014 e N-1021) realizaram o primeiro vôo de longa duração. Depois de duas horas de vôo, os Skyhawk pousaram na Base Aérea de Santa Maria (RS). No dia 25, três dias após o pouso, os aviões retornaram para a Base de São Pedro D'Aldeia. O Skyhawk N-1021 ainda seria responsável por outra façanha antes do final do mês maio.
Embora o A-4 não seja uma aeronave supersônica, esse avião é capaz de realizar um mergulho onde a velocidade atingida pode ultrapassar a velocidade do som. Esse tipo de manobra pode ser necessário num combate aéreo. O primeiro vôo supersônico de uma aeronave da marinha, pilotada por um aviador brasileiro, ocorreu no dia 30 de maio de 2001. A aeronave de matrícula N-1021 atingiu a velocidade máxima de Mach 1,02.
Os A-4 da Marinha possuem um sonda no nariz para reabastecimento em vôo e podem ser equipados com kits tipo "Buddy-buddy". No entanto, essa técnica não era dominada pelos aviadores navais. Com o propósito de qualificá-los nesse tipo de operações o VF-1 contou com a colaboração da FAB. Entre os dias 15 e 19 de outubro de 2001, próximo a Arraial do Cabo, o esquadrão realizou o primeiro treinamento com uma aeronave KC-130 do 1º/1º GT e instrutores dos esquadrões 1º GAvCa e do 1º/16º GAv. Foram realizados 154 contatos e todos os pilotos da Aviação Naval foram qualificados.
Dentre as atividades conjuntas FAB-MB destaca-se também o exercício de interceptação aérea realizado em 11 de março de 2003. Nesta data, uma aeronave R-99 do 2º/6º GAV (sediado em Anápolis/GO), operando a partir da Base Aérea Naval São Pedro da Aldeia, realizou um exercício de interceptação com duas aeronaves AF-1 da Marinha.

Modernização

Os caças AF-1 da Marinha modernizados no Brasil são considerados a versão mais avançada do A-4 Skyhawk já desenvolvidas no mundo. O programa de atualização da aeronave inclui a substituição de antigos equipamentos de navegação e comunicação por recursos mais avançados, além da revitalização estrutural para prolongar a utilização dos jatos por aproximadamente mais 10 anos.
Um dos principais recursos de nova geração do AF-1 é o radar israelense EL/M 2032, que possui diferentes modos de operação. O equipamento pode realizar buscas ar-ar, ar-mar, ar-solo e navegação, além de ter a capacidade para rastrear 64 alvos marítimos simultaneamente a uma distância de até 256 km (160 milhas) – no modo ar-ar o alcance do radar é de 128 km.
A lista de novos itens no AF-1 ainda inclui aviônicos mais avançados (do tipo glass cockpit) e sistemas de geração elétrica e de oxigênio atualizados. Com essas modernizações, o caça da Marinha pode utilizar mísseis mais avançados e “bombas inteligentes”.


 

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O Comando da Força Aeronaval comemora no dia 23 de agosto, o dia da Aviação Naval. Isto posto, tornou-se tradição a realização de variadas atividades em celebração à data, no mês de agosto.

No dia 18 de agosto, foi realizada uma celebração Inter-religiosa no auditório da Força Aeronaval. Na ocasião, uma representação de militares que servem na Aviação Naval participaram da cerimônia em Ação de Graças pelos 105 anos de história do braço aéreo da Marinha do Brasil.

Dando continuidade aos eventos, o Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho recebeu, no dia 19 de agosto, os representantes da Confraria dos Aviadores Navais composta pelos militares, hoje na reserva, que tanto contribuíram para a evolução da Aviação Naval. Durante o dia, o C Alte Alvarenga proferiu uma palestra com o fito de atualizar os integrantes da Confraria acerca das recentes conquistas e aspectos futuros para a Aviação Naval.

Os tradicionais eventos alusivos à data estão sendo realizados em conformidade com as medidas protetivas de enfrentamento a COVID-19 previamente estabelecidos.

 

 

O Comando da Força Aeronaval comemora no dia 23 de agosto, o dia da Aviação Naval. Isto posto, tornou-se tradição a realização de variadas atividades em celebração à data, no mês de agosto.

No dia 18 de agosto, foi realizada uma celebração Inter-religiosa no auditório da Força Aeronaval. Na ocasião, uma representação de militares que servem na Aviação Naval participaram da cerimônia em Ação de Graças pelos 105 anos de história do braço aéreo da Marinha do Brasil.

Dando continuidade aos eventos, o Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho recebeu, no dia 19 de agosto, os representantes da Confraria dos Aviadores Navais composta pelos militares, hoje na reserva, que tanto contribuíram para a evolução da Aviação Naval. Durante o dia, o C Alte Alvarenga proferiu uma palestra com o fito de atualizar os integrantes da Confraria acerca das recentes conquistas e aspectos futuros para a Aviação Naval.

Os tradicionais eventos alusivos à data estão sendo realizados em conformidade com as medidas protetivas de enfrentamento a COVID-19 previamente estabelecidos.

 

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O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, recebeu a visita da Diretora da Escola Municipal Miriam Alves de Macedo Guimarães, D. Geiza da Cruz Cardoso, acompanhada dos militares, Capitão de Corveta (RM1-T) Belmiro Novaes Vilas e do Capitão-Tenente  (RM1-AFN) Marcus Vinícius da Costa Barbosa, que comporão a primeira Escola Civico Militar da Região dos Lagos, sediada em São Pedro da Aldeia.

Na ocasião, o C Alte Alvarenga ressaltou a importância do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM) para a cidade de São Pedro da Aldeia e para a Família Naval.

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa, que apresenta um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares. De acordo com o MEC, os professores e demais profissionais da educação seguem como responsáveis pelo trabalho didático-pedagógico, e os militares atuam apenas no apoio à gestão escolar e educacional.
 

 

 

 

O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, recebeu a visita da Diretora da Escola Municipal Miriam Alves de Macedo Guimarães, D. Geiza da Cruz Cardoso, acompanhada dos militares, Capitão de Corveta (RM1-T) Belmiro Novaes Vilas e do Capitão-Tenente  (RM1-AFN) Marcus Vinícius da Costa Barbosa, que comporão a primeira Escola Civico Militar da Região dos Lagos, sediada em São Pedro da Aldeia.

Na ocasião, o C Alte Alvarenga ressaltou a importância do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM) para a cidade de São Pedro da Aldeia e para a Família Naval.

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa, que apresenta um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares. De acordo com o MEC, os professores e demais profissionais da educação seguem como responsáveis pelo trabalho didático-pedagógico, e os militares atuam apenas no apoio à gestão escolar e educacional.
 

 

 

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O 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) realizou mais uma etapa do estágio prático para os oito Oficiais Alunos do Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAvO). Os Oficiais Alunos embarcaram na Fragata “Constituição” (F-42) e realizaram o pouso a bordo no dia 05 de agosto.

Como parte do Estágio Índia do curso, o pouso a bordo representa a familiarização dos Oficiais Alunos com a operação embarcada, sendo requisito específico para a formação dos futuros Aviadores Navais da Marinha do Brasil.

Com dois Instrutores de Pilotagem e um fiel a bordo, a aeronave N-5052 foi recebida pelo navio nas proximidades da Ilha Rasa, onde cada aluno teve a oportunidade de realizar, após uma demonstração, três pousos, concluindo assim, com sucesso, uma significativa etapa do curso.

 

 

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) realizou mais uma etapa do estágio prático para os oito Oficiais Alunos do Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAvO). Os Oficiais Alunos embarcaram na Fragata “Constituição” (F-42) e realizaram o pouso a bordo no dia 05 de agosto.

Como parte do Estágio Índia do curso, o pouso a bordo representa a familiarização dos Oficiais Alunos com a operação embarcada, sendo requisito específico para a formação dos futuros Aviadores Navais da Marinha do Brasil.

Com dois Instrutores de Pilotagem e um fiel a bordo, a aeronave N-5052 foi recebida pelo navio nas proximidades da Ilha Rasa, onde cada aluno teve a oportunidade de realizar, após uma demonstração, três pousos, concluindo assim, com sucesso, uma significativa etapa do curso.

 

 

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O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, recebeu no gabinete da Força os Militares do Trimestre eleitos durante o 2° trimestre de 2021.

O Suboficial AV-MV Cristiano Muniz dos Santos e o Cabo AV-VA Felipe Henrique de Jesus Oliveira foram selecionados por distinguirem-se dentre os seus pares no desempenho das atividades.

 

O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, recebeu no gabinete da Força os Militares do Trimestre eleitos durante o 2° trimestre de 2021.

O Suboficial AV-MV Cristiano Muniz dos Santos e o Cabo AV-VA Felipe Henrique de Jesus Oliveira foram selecionados por distinguirem-se dentre os seus pares no desempenho das atividades.

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O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, recebeu o Comandante em Chefe da Esquadra (ComemCh), Vice-Almirante Arthur Fernando Bettega Corrêa, em sua primeira visita oficial ao Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia, após assumir o Comando em Chefe da Esquadra. Na ocasião, o ComemCh visitou as Organizações Subordinadas à Força Aeronaval comandadas por Capitães de Mar e Guerra.

Na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, comandada pelo CMG José Fábio, o V Alte Bettega pôde ver de perto a evolução das obras de infraestrutura para o futuro hangar do Esquadrão HU-2; os reparos na pista de pouso e Centro de Controle de Aproximação de São Pedro da Aldeia.

No Grupo Aéreo Naval de Manutenção, Organização Militar do Complexo Aeronaval, comandada pelo CMG Anderson Vieira, o ComemCh acompanhou uma visita às instalações, conhecendo as diversas estruturas e pessoal que executa a manutenção dos helicópteros e aviões da Marinha.

No Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira, comandada pelo CMG Silva Velho, o Almirante Bettega visitou os simuladores dos helicópteros, etapa da formação dos futuros Aviadores Navais, além do Centro de Treinamento Fisiológico, composto pela Cadeira de Barany e Maquete para adaptação ao uso de Óculos de Visão Noturna.

 

 

O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, recebeu o Comandante em Chefe da Esquadra (ComemCh), Vice-Almirante Arthur Fernando Bettega Corrêa, em sua primeira visita oficial ao Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia, após assumir o Comando em Chefe da Esquadra. Na ocasião, o ComemCh visitou as Organizações Subordinadas à Força Aeronaval comandadas por Capitães de Mar e Guerra.

Na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, comandada pelo CMG José Fábio, o V Alte Bettega pôde ver de perto a evolução das obras de infraestrutura para o futuro hangar do Esquadrão HU-2; os reparos na pista de pouso e Centro de Controle de Aproximação de São Pedro da Aldeia.

No Grupo Aéreo Naval de Manutenção, Organização Militar do Complexo Aeronaval, comandada pelo CMG Anderson Vieira, o ComemCh acompanhou uma visita às instalações, conhecendo as diversas estruturas e pessoal que executa a manutenção dos helicópteros e aviões da Marinha.

No Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira, comandada pelo CMG Silva Velho, o Almirante Bettega visitou os simuladores dos helicópteros, etapa da formação dos futuros Aviadores Navais, além do Centro de Treinamento Fisiológico, composto pela Cadeira de Barany e Maquete para adaptação ao uso de Óculos de Visão Noturna.

 

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O 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou da primeira fase do Adestramento Conjunto TTP (Técnicas, Táticas e Procedimentos) de Voo de Helicóptero Empregando Óculos de Visão Noturna (OVN) em Operações de Guerra, realizado em Taubaté-SP, no período de 25 a 30 de julho, sob coordenação do Ministério da Defesa (MD), Comando de Operações Terrestres (COTER) e Comando de Aviação do Exército (CavEx).

Além da tripulação qualificada em voo assistido por OVN do EsqdHU-2, estiveram presentes no adestramento: o 1° Batalhão de Aviação do Exército (1°BAvEx) do EB e 3° Esquadrão do 8° Grupo de Aviação (3°/8° GAv) que experimentaram adestramentos teóricos de procedimentos e planejamento, voos em simulador, voos diurnos e voos noturnos empregando OVN realizando pousos em locais não preparados e voos em formatura como preparação para segunda fase do adestramento.

O adestramento conjunto tem como propósito a padronização de procedimentos e nivelamento de conhecimentos entre as doutrinas das Unidades Aéreas que operam as aeronaves modelo H225M, a fim de avançar mais um degrau em prol da interoperabilidade entre as três Forças Armadas.

 

 

O 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou da primeira fase do Adestramento Conjunto TTP (Técnicas, Táticas e Procedimentos) de Voo de Helicóptero Empregando Óculos de Visão Noturna (OVN) em Operações de Guerra, realizado em Taubaté-SP, no período de 25 a 30 de julho, sob coordenação do Ministério da Defesa (MD), Comando de Operações Terrestres (COTER) e Comando de Aviação do Exército (CavEx).

Além da tripulação qualificada em voo assistido por OVN do EsqdHU-2, estiveram presentes no adestramento: o 1° Batalhão de Aviação do Exército (1°BAvEx) do EB e 3° Esquadrão do 8° Grupo de Aviação (3°/8° GAv) que experimentaram adestramentos teóricos de procedimentos e planejamento, voos em simulador, voos diurnos e voos noturnos empregando OVN realizando pousos em locais não preparados e voos em formatura como preparação para segunda fase do adestramento.

O adestramento conjunto tem como propósito a padronização de procedimentos e nivelamento de conhecimentos entre as doutrinas das Unidades Aéreas que operam as aeronaves modelo H225M, a fim de avançar mais um degrau em prol da interoperabilidade entre as três Forças Armadas.

 

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