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No dia 5 de julho de 2023, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) alcançou um marco significativo após concluir a qualificação de uma equipagem completa, e realizar o primeiro voo de adestramento assistido por Óculos de Visão Noturna (OVN) com sua própria tripulação.

Na ocasião, a aeronave N-4003 foi conduzida por dois pilotos e o fiel, todos qualificados nesse tipo de voo. Após empreender esforços para restabelecer tal capacidade, a partir da presente data, o EsqdHA-1 recupera sua autonomia na condução dos voos e capacitação de seus tripulantes em voos assistidos por OVN.

Este feito, demonstra o compromisso do Esquadrão em manter-se pronto para as operações aéreas embarcadas nos atuais e nos futuros meios de superfície da Esquadra.

 


No dia 5 de julho de 2023, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) alcançou um marco significativo após concluir a qualificação de uma equipagem completa, e realizar o primeiro voo de adestramento assistido por Óculos de Visão Noturna (OVN) com sua própria tripulação.

Na ocasião, a aeronave N-4003 foi conduzida por dois pilotos e o fiel, todos qualificados nesse tipo de voo. Após empreender esforços para restabelecer tal capacidade, a partir da presente data, o EsqdHA-1 recupera sua autonomia na condução dos voos e capacitação de seus tripulantes em voos assistidos por OVN.

Este feito, demonstra o compromisso do Esquadrão em manter-se pronto para as operações aéreas embarcadas nos atuais e nos futuros meios de superfície da Esquadra.

 

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O Comando da Força Aeronaval recebeu visita dos alunos das três turmas do Colégio Naval, no dia 19 de julho. Os alunos puderam conhecer mais de perto a atividade da Aviação Naval com um cronograma de eventos durante o dia.

O Chefe do Estado-Maior, Capitão de Mar e Guerra Jonathan Sidney da Silva, os recebeu para uma palestra, onde abordou as características do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia, as Organizações Militares subordinadas e os caminhos para ingressar no Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO).

Durante o dia, os alunos estiveram no Museu da Aviação Naval, conhecendo a história da Aviação, no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira, onde conheceram a Unidade de Treinamento de Escape para Aeronaves Submersas  (UTEPAS) e o recém-chegado simulador da aeronave AF-1 Skyhawk.
Os alunos também puderam conhecer o 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1), destinado à formação da parte prática da atividade de voo e o 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1), único esquadrão de aviões da Marinha do Brasil.

A visita, embora célere, mostrou-se proveitosa para despertar nos Alunos do Colégio Naval o interesse pelo dia a dia e pela distinta carreira de Aviador Naval.

 

 

O Comando da Força Aeronaval recebeu visita dos alunos das três turmas do Colégio Naval, no dia 19 de julho. Os alunos puderam conhecer mais de perto a atividade da Aviação Naval com um cronograma de eventos durante o dia.

O Chefe do Estado-Maior, Capitão de Mar e Guerra Jonathan Sidney da Silva, os recebeu para uma palestra, onde abordou as características do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia, as Organizações Militares subordinadas e os caminhos para ingressar no Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO).

Durante o dia, os alunos estiveram no Museu da Aviação Naval, conhecendo a história da Aviação, no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira, onde conheceram a Unidade de Treinamento de Escape para Aeronaves Submersas  (UTEPAS) e o recém-chegado simulador da aeronave AF-1 Skyhawk.
Os alunos também puderam conhecer o 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1), destinado à formação da parte prática da atividade de voo e o 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1), único esquadrão de aviões da Marinha do Brasil.

A visita, embora célere, mostrou-se proveitosa para despertar nos Alunos do Colégio Naval o interesse pelo dia a dia e pela distinta carreira de Aviador Naval.

 

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No dia 05 de julho, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41) recebeu a visita de 110 crianças da Colônia de Férias do Abrigo do Marinheiro e Voluntárias Cisne Branco.

Na oportunidade, as crianças conheceram um pouco do ambiente de trabalho dos militares, o hangar onde ocorre toda dinâmica de manutenção e preparação para os voos, a aeronave empregada pelo Esquadrão e as principais atividades desenvolvidas pela unidade.

Os militares compartilharam seu conhecimento e experiência com as crianças, ensinando-lhes os valores militares, a importância do trabalho em equipe e a superação. A visita, além de contribuir com o desenvolvimento sociocultural, também estimulou o aprendizado e a imaginação dos participantes.

 

 

No dia 05 de julho, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41) recebeu a visita de 110 crianças da Colônia de Férias do Abrigo do Marinheiro e Voluntárias Cisne Branco.

Na oportunidade, as crianças conheceram um pouco do ambiente de trabalho dos militares, o hangar onde ocorre toda dinâmica de manutenção e preparação para os voos, a aeronave empregada pelo Esquadrão e as principais atividades desenvolvidas pela unidade.

Os militares compartilharam seu conhecimento e experiência com as crianças, ensinando-lhes os valores militares, a importância do trabalho em equipe e a superação. A visita, além de contribuir com o desenvolvimento sociocultural, também estimulou o aprendizado e a imaginação dos participantes.

 

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No dia 14 de Julho, o Capitão de Corveta Bruno Fernandes da Costa Silva, Imediato do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1), palestrou sobre a carreira do Aviador Naval aos Guardas-Marinha, que estão provisóriamente no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA). Essa apresentação teve por finalidade fornecer informações para auxiliar na escolha de aperfeiçoamento que esses oficiais terão de fazer dentro em breve.

A palestra pôde abordar aspectos importantes relacionados ao Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAvO), desde a quantidade de vagas e requisitos para a aptidão necessários para cursar, até as opções de esquadrões disponíveis no âmbito da Aviação Naval e suas respectivas missões, corroborando para o processo decisório desses futuros Oficiais.

 

 

No dia 14 de Julho, o Capitão de Corveta Bruno Fernandes da Costa Silva, Imediato do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1), palestrou sobre a carreira do Aviador Naval aos Guardas-Marinha, que estão provisóriamente no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA). Essa apresentação teve por finalidade fornecer informações para auxiliar na escolha de aperfeiçoamento que esses oficiais terão de fazer dentro em breve.

A palestra pôde abordar aspectos importantes relacionados ao Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAvO), desde a quantidade de vagas e requisitos para a aptidão necessários para cursar, até as opções de esquadrões disponíveis no âmbito da Aviação Naval e suas respectivas missões, corroborando para o processo decisório desses futuros Oficiais.

 

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O Vice-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior, Comandante da Força Aeronaval desde 7 de abril de 2022, despediu-se de toda a tripulação da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA). A formatura aconteceu no último dia 13, no Departamento de Controle do Tráfego Aéreo (DCTA), quando o Comandante da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia entregou-lhe uma lembrança – uma placa do Sistema X4000, utilizado no controle do tráfego aéreo.

Na ocasião, o Almirante Fonseca Junior teve a oportunidade de conhecer o novo sistema de controle de Tráfego Aéreo, Sagitario, que ainda está sendo recebido pela BAeNSPA da empresa ATECH.

 

 

O Vice-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior, Comandante da Força Aeronaval desde 7 de abril de 2022, despediu-se de toda a tripulação da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA). A formatura aconteceu no último dia 13, no Departamento de Controle do Tráfego Aéreo (DCTA), quando o Comandante da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia entregou-lhe uma lembrança – uma placa do Sistema X4000, utilizado no controle do tráfego aéreo.

Na ocasião, o Almirante Fonseca Junior teve a oportunidade de conhecer o novo sistema de controle de Tráfego Aéreo, Sagitario, que ainda está sendo recebido pela BAeNSPA da empresa ATECH.

 

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Na esteira do decreto, datado de 23 de agosto de 1916, que determinava a criação de uma escola de aviação para a Marinha do Brasil, foi dada a partida às providências que visavam à concretização daquela determinação. Entre outras necessidades, havia a importação de material destinado à instrução de voo na Escola de Aviação Naval (EAVN). A passagem pelo Brasil dos aviadores David M. McCulloch e Francis E. Wildman na primeira metade de 1913, período em que demonstraram um hidroavião produzido pela Curtiss, serviu como ponto de partida para a compra das aeronaves destinadas àquele estabelecimento de ensino aeronáutico.

Através do Consulado Geral do Brasil em Nova York (EUA), foram iniciadas as gestões para a aquisição de aeronaves e peças de reposição da Curtiss Aeroplane and Motor Co. Com a exígua verba disponível, foram adquiridos três aerobotes Curtiss F, mod. 1914 — o contrato previa ainda a vinda de um mecânico-piloto para supervisionar a montagem dos três hidroaviões e posterior ensaio de cada aeronave.

Em 12 de julho de 1916, os três hidroaviões chegaram ao Rio de Janeiro a bordo do transporte de guerra Sargento Albuquerque e foram levados à Carreira Tamandaré — próximo à Praça Mauá — para lá serem montados. O primeiro foi dado como pronto no mês de agosto daquele ano, sendo seguido, no mês de outubro, pelos outros dois. Mas mal iniciara a instrução de voo para a primeira turma da EAVN, um desses Curtiss F executou o primeiro reide aéreo da Aviação Naval no dia 12 de outubro daquele ano. Naquela ocasião, o Curtiss F C2 fez uma viagem de ida e volta entre a EAVN e as antigas instalações da Escola Naval, na Enseada Batista das Neves (Angra dos Reis — RJ).

Ao ser a primeira organização aeronáutica militar do Brasil, a EAVN foi objeto de grande atenção e não foram poucos os visitantes de vulto às suas instalações. Visto que eram aeronaves bipostos, os Curtiss F, mod 1914, frequentemente eram convocados a realizar voos em benefício de visitas ilustres como Alberto Santos Dumont e o Presidente Wenceslau Braz. Esse último realizou dois voos no ano de 1917, o primeiro no dia 24 de fevereiro e o outro no dia 2 de abril; esses eventos constituíram-se a primeira ocasião em que um presidente da República voou em uma aeronave de bandeira brasileira e com tripulação brasileira.

Frágeis como todas as aeronaves daquela época, o intensivo uso desses três hidroaviões muitas vezes prejudicava o fluido andamento da instrução dos alunos da EAVN. Não foram raras as ocasiões em que os três Curtiss F encontraram-se indisponíveis para voo no transcorrer de 1917, esse quadro só sendo amenizado com a chegada de novas aeronaves. Apesar desses contratempos, foi possível dar conclusão à formação da primeira e da segunda turmas de aviadores navais.

No ano seguinte, além da chegada de novas aeronaves de instrução, foi executada ainda a construção de um quarto Curtiss F, mod. 1914, trabalho esse realizado por pessoal da própria EAVN. Recebendo a matrícula nº 9, aquela aeronave passou a ser conhecida entre alunos e pessoal da EAVN como Carioca.

Mesmo assim, as dificuldades materiais em manter esses hidroaviões em condições de voo fizeram com que seu uso fosse gradativamente reduzido. Finalmente, no transcurso de 1923, foram descarregados os Curtiss F, mod. 1914, apesar de existir indicações de que já não voavam mais desde fins de 1919.


Na esteira do decreto, datado de 23 de agosto de 1916, que determinava a criação de uma escola de aviação para a Marinha do Brasil, foi dada a partida às providências que visavam à concretização daquela determinação. Entre outras necessidades, havia a importação de material destinado à instrução de voo na Escola de Aviação Naval (EAVN). A passagem pelo Brasil dos aviadores David M. McCulloch e Francis E. Wildman na primeira metade de 1913, período em que demonstraram um hidroavião produzido pela Curtiss, serviu como ponto de partida para a compra das aeronaves destinadas àquele estabelecimento de ensino aeronáutico.

Através do Consulado Geral do Brasil em Nova York (EUA), foram iniciadas as gestões para a aquisição de aeronaves e peças de reposição da Curtiss Aeroplane and Motor Co. Com a exígua verba disponível, foram adquiridos três aerobotes Curtiss F, mod. 1914 — o contrato previa ainda a vinda de um mecânico-piloto para supervisionar a montagem dos três hidroaviões e posterior ensaio de cada aeronave.

Em 12 de julho de 1916, os três hidroaviões chegaram ao Rio de Janeiro a bordo do transporte de guerra Sargento Albuquerque e foram levados à Carreira Tamandaré — próximo à Praça Mauá — para lá serem montados. O primeiro foi dado como pronto no mês de agosto daquele ano, sendo seguido, no mês de outubro, pelos outros dois. Mas mal iniciara a instrução de voo para a primeira turma da EAVN, um desses Curtiss F executou o primeiro reide aéreo da Aviação Naval no dia 12 de outubro daquele ano. Naquela ocasião, o Curtiss F C2 fez uma viagem de ida e volta entre a EAVN e as antigas instalações da Escola Naval, na Enseada Batista das Neves (Angra dos Reis — RJ).

Ao ser a primeira organização aeronáutica militar do Brasil, a EAVN foi objeto de grande atenção e não foram poucos os visitantes de vulto às suas instalações. Visto que eram aeronaves bipostos, os Curtiss F, mod 1914, frequentemente eram convocados a realizar voos em benefício de visitas ilustres como Alberto Santos Dumont e o Presidente Wenceslau Braz. Esse último realizou dois voos no ano de 1917, o primeiro no dia 24 de fevereiro e o outro no dia 2 de abril; esses eventos constituíram-se a primeira ocasião em que um presidente da República voou em uma aeronave de bandeira brasileira e com tripulação brasileira.

Frágeis como todas as aeronaves daquela época, o intensivo uso desses três hidroaviões muitas vezes prejudicava o fluido andamento da instrução dos alunos da EAVN. Não foram raras as ocasiões em que os três Curtiss F encontraram-se indisponíveis para voo no transcorrer de 1917, esse quadro só sendo amenizado com a chegada de novas aeronaves. Apesar desses contratempos, foi possível dar conclusão à formação da primeira e da segunda turmas de aviadores navais.

No ano seguinte, além da chegada de novas aeronaves de instrução, foi executada ainda a construção de um quarto Curtiss F, mod. 1914, trabalho esse realizado por pessoal da própria EAVN. Recebendo a matrícula nº 9, aquela aeronave passou a ser conhecida entre alunos e pessoal da EAVN como Carioca.

Mesmo assim, as dificuldades materiais em manter esses hidroaviões em condições de voo fizeram com que seu uso fosse gradativamente reduzido. Finalmente, no transcurso de 1923, foram descarregados os Curtiss F, mod. 1914, apesar de existir indicações de que já não voavam mais desde fins de 1919.

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No dia 14 de julho, militares da Unidade Médica Expedicionária da Marinha (UMEM) visitaram o 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) para ministrar um adestramento de envelopamento da aeronave UH-15 aos seus tripulantes, visando à preparação para o Exercício de Resposta à Emergência na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA – 2023), em Angra dos Reis.
Tal procedimento visa minimizar o risco de contaminação da aeronave por partículas de radionuclídeos, assim como secreções de pacientes durante a evacuação aeromédica (EVAM). Além disso, cinco macas foram instaladas no interior da aeronave, em prol de uma maior capacidade de transporte de acidentados.
O exercício tem previsão de ocorrer no período de 15 a 18 de agosto e evidenciará o esforço da Marinha do Brasil no preparo de seus meios para a condução de evacuações por meio aéreo, em resposta a eventuais desastres de natureza nuclear.

No dia 14 de julho, militares da Unidade Médica Expedicionária da Marinha (UMEM) visitaram o 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) para ministrar um adestramento de envelopamento da aeronave UH-15 aos seus tripulantes, visando à preparação para o Exercício de Resposta à Emergência na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA – 2023), em Angra dos Reis.
Tal procedimento visa minimizar o risco de contaminação da aeronave por partículas de radionuclídeos, assim como secreções de pacientes durante a evacuação aeromédica (EVAM). Além disso, cinco macas foram instaladas no interior da aeronave, em prol de uma maior capacidade de transporte de acidentados.
O exercício tem previsão de ocorrer no período de 15 a 18 de agosto e evidenciará o esforço da Marinha do Brasil no preparo de seus meios para a condução de evacuações por meio aéreo, em resposta a eventuais desastres de natureza nuclear.

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No dia 19 de julho, o 1° Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) recebeu a visita do Comandante do Centro de Instrução de Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), Contra-Almirante (FN) Paulo Roberto Saraiva. A visita contribuiu para a divulgação das capacidades do SARP-E ScanEagle em prol das atividades do Corpo de Fuzileiros Navais, com o qual poderá ser empregado em futuras Operações.
    O Comandante do EsqdQE-1, Capitão de Mar e Guerra Fábio Bernardo Nunes, fez uma breve exposição sobre o Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Embarcado (SARP-E) ScanEagle, abordando dados técnicos e operacionais da aeronave.

 

No dia 19 de julho, o 1° Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) recebeu a visita do Comandante do Centro de Instrução de Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), Contra-Almirante (FN) Paulo Roberto Saraiva. A visita contribuiu para a divulgação das capacidades do SARP-E ScanEagle em prol das atividades do Corpo de Fuzileiros Navais, com o qual poderá ser empregado em futuras Operações.
    O Comandante do EsqdQE-1, Capitão de Mar e Guerra Fábio Bernardo Nunes, fez uma breve exposição sobre o Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Embarcado (SARP-E) ScanEagle, abordando dados técnicos e operacionais da aeronave.

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No dia 12 de julho, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução recebeu a visita do Senador da República Carlos Francisco Portinho (PL-RJ). Na ocasião, foi apresentada uma proposta de Emenda Parlamentar para reforma e adaptação das instalações da OM para a chegada de militares do sexo feminino.

O Senador Carlos Francisco Portinho foi recebido pelo Comandante da Força Aeronaval, Vice-Almirante Augusto José Da Silva Fonseca Junior, ocasião em que foram apresentadas as principais necessidades do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia.

Essa proposta visa à criação de ambiente de uso híbrido e simultâneo por ambos os sexos, proporcionando um ambiente de trabalho profissional e adequado, tornanando possível o recebimento de praças do sexo feminino oriundas das Escolas de Aprendizes - Marinheiros e alunas no Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAvO).

 

 

No dia 12 de julho, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução recebeu a visita do Senador da República Carlos Francisco Portinho (PL-RJ). Na ocasião, foi apresentada uma proposta de Emenda Parlamentar para reforma e adaptação das instalações da OM para a chegada de militares do sexo feminino.

O Senador Carlos Francisco Portinho foi recebido pelo Comandante da Força Aeronaval, Vice-Almirante Augusto José Da Silva Fonseca Junior, ocasião em que foram apresentadas as principais necessidades do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia.

Essa proposta visa à criação de ambiente de uso híbrido e simultâneo por ambos os sexos, proporcionando um ambiente de trabalho profissional e adequado, tornanando possível o recebimento de praças do sexo feminino oriundas das Escolas de Aprendizes - Marinheiros e alunas no Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAvO).

 

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