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       O Núcleo de Assistência Social do Comando da Força Aeronaval (NAS ComForAerNav) realizou uma palestra para as turmas do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Praças e do Curso Especial de Habilitação para Promoção a Sargento, reunindo cerca de 215 alunos do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN), no dia 15 de janeiro.

        O objetivo da palestra foi apresentar os serviços e atividades desenvolvidas pelo Sistema de Assistência Social da Marinha, com ênfase nos principais programas, projetos e benefícios sociais oferecidos pelo NAS ComForAerNav, além de informar sobre as formas de acesso aos serviços.

        Durante a apresentação, foi destacada a importância do atendimento às necessidades dos militares e suas famílias, abrangendo áreas essenciais como Serviço Social, Psicologia e Assessoria Jurídica. O propósito central da iniciativa é contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos militares, servidores civis da Marinha, tanto ativos quanto inativos, assim como de seus dependentes e pensionistas.

 

       O Núcleo de Assistência Social do Comando da Força Aeronaval (NAS ComForAerNav) realizou uma palestra para as turmas do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Praças e do Curso Especial de Habilitação para Promoção a Sargento, reunindo cerca de 215 alunos do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN), no dia 15 de janeiro.

        O objetivo da palestra foi apresentar os serviços e atividades desenvolvidas pelo Sistema de Assistência Social da Marinha, com ênfase nos principais programas, projetos e benefícios sociais oferecidos pelo NAS ComForAerNav, além de informar sobre as formas de acesso aos serviços.

        Durante a apresentação, foi destacada a importância do atendimento às necessidades dos militares e suas famílias, abrangendo áreas essenciais como Serviço Social, Psicologia e Assessoria Jurídica. O propósito central da iniciativa é contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos militares, servidores civis da Marinha, tanto ativos quanto inativos, assim como de seus dependentes e pensionistas.

 

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     A Aviação Naval participou da Operação Aspirantex-2025 na área marítima compreendida entre os estados do Rio de Janeiro-RJ e Recife-PE, no período de 10 a 31 de janeiro. 

       O Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav) empregou cinco dos seus Esquadrões, operando os helicópteros a partir dos navios da Esquadra e aviões a partir da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia em adestramentos e qualificações que contribuem diretamente para a manutenção da capacidade operativa da Esquadra.

       O propósito da “Aspirantex” foi contribuir para o incremento do adestramento dos meios navais e aeronavais da Esquadra e para a familiarização dos Aspirantes da Escola Naval sobre a vida no mar, com ênfase na orientação para os alunos do 2º ano na opção de Corpo e na escolha da sua área de Habilitação.

       Durante a comissão, os 1° e 2° Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1 e EsqdHU-2), o 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) e 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizaram exercícios de qualificação e requalificação de pouso a bordo, esclarecimento diurno e noturno, sendo alguns assistidos por óculos de visão noturna, pick up, vertrep e fast rope com militares do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC). O EsqdHS-1 realizou, ainda, exercícios de trânsito sob ameaça de superfície empregando simuladamente o Míssil Ar-Superfície Pengin e trânsito sob ameaça submarina empregando simuladamente o Torpedo Mk-46.

       O 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) realizou exercícios de ataque a alvos de superfície, operações coordenadas de defesa aérea, interceptações orientadas pelo controle aéreo de interceptação embarcado nas Fragatas classe Niterói, além de efetuar testes com o sistema de autoproteção da aeronave e o lançamento de despistadores do tipo Chaff e Flare, a fim de evidenciar a capacidade do Esquadrão na guerra eletrônica e aumentar a capacidade de sobrevivência das aeronaves no cenário de combate moderno.

       Além das missões operacionais, a Aspirantex-2025 apresentou aos Aspirantes da Escola Naval a carreira do Aviador Naval, o profissionalismo das Operações Aéreas, sua importância para o cumprimento das missões da Esquadra e possibilitou voos de familiarização para os alunos voluntários.


 

  

     A Aviação Naval participou da Operação Aspirantex-2025 na área marítima compreendida entre os estados do Rio de Janeiro-RJ e Recife-PE, no período de 10 a 31 de janeiro. 

       O Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav) empregou cinco dos seus Esquadrões, operando os helicópteros a partir dos navios da Esquadra e aviões a partir da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia em adestramentos e qualificações que contribuem diretamente para a manutenção da capacidade operativa da Esquadra.

       O propósito da “Aspirantex” foi contribuir para o incremento do adestramento dos meios navais e aeronavais da Esquadra e para a familiarização dos Aspirantes da Escola Naval sobre a vida no mar, com ênfase na orientação para os alunos do 2º ano na opção de Corpo e na escolha da sua área de Habilitação.

       Durante a comissão, os 1° e 2° Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1 e EsqdHU-2), o 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) e 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizaram exercícios de qualificação e requalificação de pouso a bordo, esclarecimento diurno e noturno, sendo alguns assistidos por óculos de visão noturna, pick up, vertrep e fast rope com militares do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC). O EsqdHS-1 realizou, ainda, exercícios de trânsito sob ameaça de superfície empregando simuladamente o Míssil Ar-Superfície Pengin e trânsito sob ameaça submarina empregando simuladamente o Torpedo Mk-46.

       O 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) realizou exercícios de ataque a alvos de superfície, operações coordenadas de defesa aérea, interceptações orientadas pelo controle aéreo de interceptação embarcado nas Fragatas classe Niterói, além de efetuar testes com o sistema de autoproteção da aeronave e o lançamento de despistadores do tipo Chaff e Flare, a fim de evidenciar a capacidade do Esquadrão na guerra eletrônica e aumentar a capacidade de sobrevivência das aeronaves no cenário de combate moderno.

       Além das missões operacionais, a Aspirantex-2025 apresentou aos Aspirantes da Escola Naval a carreira do Aviador Naval, o profissionalismo das Operações Aéreas, sua importância para o cumprimento das missões da Esquadra e possibilitou voos de familiarização para os alunos voluntários.


 

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     A Aviação Naval participou da Operação Aspirantex-2025 na área marítima compreendida entre os estados do Rio de Janeiro-RJ e Recife-PE, no período de 10 a 31 de janeiro. 

       O Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav) empregou cinco dos seus Esquadrões, operando os helicópteros a partir dos navios da Esquadra e aviões a partir da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia em adestramentos e qualificações que contribuem diretamente para a manutenção da capacidade operativa da Esquadra.

       O propósito da “Aspirantex” foi contribuir para o incremento do adestramento dos meios navais e aeronavais da Esquadra e para a familiarização dos Aspirantes da Escola Naval sobre a vida no mar, com ênfase na orientação para os alunos do 2º ano na opção de Corpo e na escolha da sua área de Habilitação.

       Durante a comissão, os 1° e 2° Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1 e EsqdHU-2), o 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) e 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizaram exercícios de qualificação e requalificação de pouso a bordo, esclarecimento diurno e noturno, sendo alguns assistidos por óculos de visão noturna, pick up, vertrep e fast rope com militares do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC). O EsqdHS-1 realizou, ainda, exercícios de trânsito sob ameaça de superfície empregando simuladamente o Míssil Ar-Superfície Pengin e trânsito sob ameaça submarina empregando simuladamente o Torpedo Mk-46.

       O 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) realizou exercícios de ataque a alvos de superfície, operações coordenadas de defesa aérea, interceptações orientadas pelo controle aéreo de interceptação embarcado nas Fragatas classe Niterói, além de efetuar testes com o sistema de autoproteção da aeronave e o lançamento de despistadores do tipo Chaff e Flare, a fim de evidenciar a capacidade do Esquadrão na guerra eletrônica e aumentar a capacidade de sobrevivência das aeronaves no cenário de combate moderno.

       Além das missões operacionais, a Aspirantex-2025 apresentou aos Aspirantes da Escola Naval a carreira do Aviador Naval, o profissionalismo das Operações Aéreas, sua importância para o cumprimento das missões da Esquadra e possibilitou voos de familiarização para os alunos voluntários.


 

  

     A Aviação Naval participou da Operação Aspirantex-2025 na área marítima compreendida entre os estados do Rio de Janeiro-RJ e Recife-PE, no período de 10 a 31 de janeiro. 

       O Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav) empregou cinco dos seus Esquadrões, operando os helicópteros a partir dos navios da Esquadra e aviões a partir da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia em adestramentos e qualificações que contribuem diretamente para a manutenção da capacidade operativa da Esquadra.

       O propósito da “Aspirantex” foi contribuir para o incremento do adestramento dos meios navais e aeronavais da Esquadra e para a familiarização dos Aspirantes da Escola Naval sobre a vida no mar, com ênfase na orientação para os alunos do 2º ano na opção de Corpo e na escolha da sua área de Habilitação.

       Durante a comissão, os 1° e 2° Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1 e EsqdHU-2), o 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) e 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizaram exercícios de qualificação e requalificação de pouso a bordo, esclarecimento diurno e noturno, sendo alguns assistidos por óculos de visão noturna, pick up, vertrep e fast rope com militares do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC). O EsqdHS-1 realizou, ainda, exercícios de trânsito sob ameaça de superfície empregando simuladamente o Míssil Ar-Superfície Pengin e trânsito sob ameaça submarina empregando simuladamente o Torpedo Mk-46.

       O 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) realizou exercícios de ataque a alvos de superfície, operações coordenadas de defesa aérea, interceptações orientadas pelo controle aéreo de interceptação embarcado nas Fragatas classe Niterói, além de efetuar testes com o sistema de autoproteção da aeronave e o lançamento de despistadores do tipo Chaff e Flare, a fim de evidenciar a capacidade do Esquadrão na guerra eletrônica e aumentar a capacidade de sobrevivência das aeronaves no cenário de combate moderno.

       Além das missões operacionais, a Aspirantex-2025 apresentou aos Aspirantes da Escola Naval a carreira do Aviador Naval, o profissionalismo das Operações Aéreas, sua importância para o cumprimento das missões da Esquadra e possibilitou voos de familiarização para os alunos voluntários.


 

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O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) celebrou o marco das 70.000 horas de voo, no mês de janeiro, dedicadas à Defesa Nacional e à projeção do Poder Naval Brasileiro. 

Em seus 45 anos de história, "os olhos e ouvidos da Esquadra" consolidaram-se como unidade aérea de excelência, demonstrando versatilidade e eficácia em missões complexas, tanto nacionais quanto internacionais, contribuindo para o incremento da operatividade de nossa Esquadra, bem como para a interoperabilidade do binômio Navio-Aeronave. 

Fundado em 15 de maio de 1978, o EsqdHA-1, inicialmente designado como 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque Antissubmarino, integrou-se às Fragatas Classe “Niterói”, sendo uma extensão dos seus sensores e sistemas de armas, operando com os helicópteros SAH-11 “Lynx” e introduzindo capacidades inovadoras à Aviação Naval, como a integração de Mísseis Ar-Superfície, que revolucionaram o cenário das Operações Navais. 

A substituição dos SAH-11 “Lynx” pelos AH-11A “Super Lynx”, em 1996, marcou o início da modernização do Esquadrão, resultando na sua renomeação para a atual designação: 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclareci-mento e Ataque (HA-1). A incorporação de sistemas eletro-ópticos/infravermelhos e metralhadoras laterais calibre .50 ampliou ainda mais a versatilidade da unidade, comprovada em operações realizadas durante a UNIFIL (United Nations Interim Force in Lebanon) no Mediterrâneo.

A atualização para os AH-11B “Super Lynx”, em 2014, trouxe novos motores, aviônica digital, sensores de última geração e equipamentos de Guerra Eletrônica, incluindo capacidade de voo com Óculos de Visão Noturna (OVN). 

Preparados para integrar as Fragatas Classe "Tamandaré", os “Super Lynx” garantem maior segurança, precisão e eficiência nas operações de esclarecimento e ataque, evacuação aeromédica (EVAM), busca e salvamento (SAR) e apoio logístico, assegurando a soberania e a defesa da Amazônia Azul.

As 70.000 horas de voo refletem o comprometimento e a expertise acumulados ao longo de décadas de operações complexas e desafiadoras. Através de inúmeras operações as quais o Esqua-drão participou ativamente, como a “Fraterno”, que reforçou a interoperabilidade com a Armada Argentina; a Operação “Poseidon”, que aprimorou as capacidades de guerra naval em exercícios conjuntos; o “Lançamento de Armas”, que avaliou e aperfeiçoou a prontidão combativa das aeronaves e tripulações; a Operação “UNITAS”, que fortaleceu a cooperação multilateral com Marinhas de diversas nações, além do primeiro exercício de Evacuação Aeromédica (EVAM) em submarinos da Classe “Riachuelo”, tornando-se evidente toda a versatilidade e capacidade de adaptação em diferentes cenários operacionais. 

Este marco é um símbolo do compromisso, da dedicação e do profissionalismo dos militares que, ao longo do tempo, integraram e continuam a integrar o Esquadrão, sendo fonte de inspiração para as futuras gerações.


O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) celebrou o marco das 70.000 horas de voo, no mês de janeiro, dedicadas à Defesa Nacional e à projeção do Poder Naval Brasileiro. 

Em seus 45 anos de história, "os olhos e ouvidos da Esquadra" consolidaram-se como unidade aérea de excelência, demonstrando versatilidade e eficácia em missões complexas, tanto nacionais quanto internacionais, contribuindo para o incremento da operatividade de nossa Esquadra, bem como para a interoperabilidade do binômio Navio-Aeronave. 

Fundado em 15 de maio de 1978, o EsqdHA-1, inicialmente designado como 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque Antissubmarino, integrou-se às Fragatas Classe “Niterói”, sendo uma extensão dos seus sensores e sistemas de armas, operando com os helicópteros SAH-11 “Lynx” e introduzindo capacidades inovadoras à Aviação Naval, como a integração de Mísseis Ar-Superfície, que revolucionaram o cenário das Operações Navais. 

A substituição dos SAH-11 “Lynx” pelos AH-11A “Super Lynx”, em 1996, marcou o início da modernização do Esquadrão, resultando na sua renomeação para a atual designação: 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclareci-mento e Ataque (HA-1). A incorporação de sistemas eletro-ópticos/infravermelhos e metralhadoras laterais calibre .50 ampliou ainda mais a versatilidade da unidade, comprovada em operações realizadas durante a UNIFIL (United Nations Interim Force in Lebanon) no Mediterrâneo.

A atualização para os AH-11B “Super Lynx”, em 2014, trouxe novos motores, aviônica digital, sensores de última geração e equipamentos de Guerra Eletrônica, incluindo capacidade de voo com Óculos de Visão Noturna (OVN). 

Preparados para integrar as Fragatas Classe "Tamandaré", os “Super Lynx” garantem maior segurança, precisão e eficiência nas operações de esclarecimento e ataque, evacuação aeromédica (EVAM), busca e salvamento (SAR) e apoio logístico, assegurando a soberania e a defesa da Amazônia Azul.

As 70.000 horas de voo refletem o comprometimento e a expertise acumulados ao longo de décadas de operações complexas e desafiadoras. Através de inúmeras operações as quais o Esqua-drão participou ativamente, como a “Fraterno”, que reforçou a interoperabilidade com a Armada Argentina; a Operação “Poseidon”, que aprimorou as capacidades de guerra naval em exercícios conjuntos; o “Lançamento de Armas”, que avaliou e aperfeiçoou a prontidão combativa das aeronaves e tripulações; a Operação “UNITAS”, que fortaleceu a cooperação multilateral com Marinhas de diversas nações, além do primeiro exercício de Evacuação Aeromédica (EVAM) em submarinos da Classe “Riachuelo”, tornando-se evidente toda a versatilidade e capacidade de adaptação em diferentes cenários operacionais. 

Este marco é um símbolo do compromisso, da dedicação e do profissionalismo dos militares que, ao longo do tempo, integraram e continuam a integrar o Esquadrão, sendo fonte de inspiração para as futuras gerações.

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      No dia 10 de janeiro, Organizações Militares (OM) subordinadas ao Comando da Força Aeronaval realizaram Cerimônias de Transmissão do Cargo de Comandante, as quais foram presididas pelo Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Alexandre Veras Vasconcelos.

     A primeira cerimônia foi a transmissão do cargo de comandante do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (HS-1), marcando o encerramento da gestão do Capitão de Fragata Fabiano Roberto Dias, que transferiu a responsabilidade dos “Guerreiros” ao Capitão de Fragata Bruno Fernandes da Costa Silva. Este, diante de sua tripulação formada no hangar daquele esquadrão, assumiu o compromisso de dar continuidade ao legado de excelência deixado por seu antecessor. 

     Na sequência, o Capitão de Fragata Fuzileiro Naval Maximiliano Pinheiro de Oliveira, após dois anos à frente do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) passou o comando dessa Unidade Aérea ao Capitão de Fragata Anderson Teixeira da Fonseca em cerimônia realizada no hangar do “Pegasus”

     Encerrando as solenidades do dia, no campo de esportes da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), o Capitão de Mar e Guerra Robertson Diogo Melo transmitiu o cargo ao Capitão de Mar e Guerra Fuzileiro Naval Marcos dos Santos Lopes, que tem a honra de ser o primeiro Fuzileiro comandar interinamente a única Base Aérea da Marinha do Brasil.

     Os eventos contaram com a presença de ilustres autoridades da Força Aeronaval, incluindo seus ex-comandantes Vice-Almirante Adílson Vieira de Sa, Vice-Almirante Paulo Renato Rohwer Santos e Contra-Almirante Denilson Medeiros Nôga e outras autoridades civis e militares da região. As cerimônias destacaram os valores de profissionalismo, comprometimento e tradição que orientam as ações da Marinha do Brasil e, principalmente, a importante presença da família frente aos desafios inerentes à carreira naval.


      No dia 10 de janeiro, Organizações Militares (OM) subordinadas ao Comando da Força Aeronaval realizaram Cerimônias de Transmissão do Cargo de Comandante, as quais foram presididas pelo Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Alexandre Veras Vasconcelos.

     A primeira cerimônia foi a transmissão do cargo de comandante do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (HS-1), marcando o encerramento da gestão do Capitão de Fragata Fabiano Roberto Dias, que transferiu a responsabilidade dos “Guerreiros” ao Capitão de Fragata Bruno Fernandes da Costa Silva. Este, diante de sua tripulação formada no hangar daquele esquadrão, assumiu o compromisso de dar continuidade ao legado de excelência deixado por seu antecessor. 

     Na sequência, o Capitão de Fragata Fuzileiro Naval Maximiliano Pinheiro de Oliveira, após dois anos à frente do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) passou o comando dessa Unidade Aérea ao Capitão de Fragata Anderson Teixeira da Fonseca em cerimônia realizada no hangar do “Pegasus”

     Encerrando as solenidades do dia, no campo de esportes da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), o Capitão de Mar e Guerra Robertson Diogo Melo transmitiu o cargo ao Capitão de Mar e Guerra Fuzileiro Naval Marcos dos Santos Lopes, que tem a honra de ser o primeiro Fuzileiro comandar interinamente a única Base Aérea da Marinha do Brasil.

     Os eventos contaram com a presença de ilustres autoridades da Força Aeronaval, incluindo seus ex-comandantes Vice-Almirante Adílson Vieira de Sa, Vice-Almirante Paulo Renato Rohwer Santos e Contra-Almirante Denilson Medeiros Nôga e outras autoridades civis e militares da região. As cerimônias destacaram os valores de profissionalismo, comprometimento e tradição que orientam as ações da Marinha do Brasil e, principalmente, a importante presença da família frente aos desafios inerentes à carreira naval.

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         O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou, no dia 13 de janeiro, a cerimônia de conclusão do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO), formando três Oficiais Aviadores Navais, que realizaram parte de sua formação junto à Academia da Força Aérea.

        O CAAvO tem o propósito habilitar Oficiais para a condução e operação das aeronaves da MB, para utilização dos seus sistemas de armas e para o desempenho de funções técnicas e administrativas relacionadas com a Aviação Naval. 

       Durante a cerimônia, presidida pelo Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Alexandre Veras Vasconcelos, foram entregues as asas de Aviador Naval e a Medalha Prêmio Almirante José Maria do Amaral Oliveira, destinada a agraciar o Primeiro-Tenente Breno Enrique Venski, oficial que alcançou o 1º lugar no curso.

      O evento contou com a presença do ex-Comandante da Força Aeronaval, Vice-Almirante (RM1) Adilson Vieira de Sa, representando a Confraria dos Aviadores Navais, do presidente da SOAMAR-Lagos, Sr. Pedro Guenes, além dos Titulares das Organizações Militares do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia e familiares dos formandos.


         O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou, no dia 13 de janeiro, a cerimônia de conclusão do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO), formando três Oficiais Aviadores Navais, que realizaram parte de sua formação junto à Academia da Força Aérea.

        O CAAvO tem o propósito habilitar Oficiais para a condução e operação das aeronaves da MB, para utilização dos seus sistemas de armas e para o desempenho de funções técnicas e administrativas relacionadas com a Aviação Naval. 

       Durante a cerimônia, presidida pelo Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Alexandre Veras Vasconcelos, foram entregues as asas de Aviador Naval e a Medalha Prêmio Almirante José Maria do Amaral Oliveira, destinada a agraciar o Primeiro-Tenente Breno Enrique Venski, oficial que alcançou o 1º lugar no curso.

      O evento contou com a presença do ex-Comandante da Força Aeronaval, Vice-Almirante (RM1) Adilson Vieira de Sa, representando a Confraria dos Aviadores Navais, do presidente da SOAMAR-Lagos, Sr. Pedro Guenes, além dos Titulares das Organizações Militares do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia e familiares dos formandos.

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        No dia 27 de janeiro, foi realizada a Cerimônia de Transmissão do Cargo de Chefe do Estado-Maior do Comando da Força Aeronaval. Na ocasião, o Capitão de Mar e Guerra Fábio Ricardo Fonseca dos Santos transmitiu o cargo ao Capitão de Mar e Guerra Bruno Heluy Martins.

        A cerimônia foi presidida pelo Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Alexandre Veras Vasconcelos, e contou com a presença do Almirante de Esquadra (Ref°) Rayder Alencar da Silveira, do presidente da SOAMAR-Lagos, Sr Pedro Guenes, de representação de militares das organizações militares subordinadas, além de familiares e amigos do Chefe do Estado-Maior.


 


        No dia 27 de janeiro, foi realizada a Cerimônia de Transmissão do Cargo de Chefe do Estado-Maior do Comando da Força Aeronaval. Na ocasião, o Capitão de Mar e Guerra Fábio Ricardo Fonseca dos Santos transmitiu o cargo ao Capitão de Mar e Guerra Bruno Heluy Martins.

        A cerimônia foi presidida pelo Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Alexandre Veras Vasconcelos, e contou com a presença do Almirante de Esquadra (Ref°) Rayder Alencar da Silveira, do presidente da SOAMAR-Lagos, Sr Pedro Guenes, de representação de militares das organizações militares subordinadas, além de familiares e amigos do Chefe do Estado-Maior.


 

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O GAerNavMan cumpriu uma importante etapa da inspeção Standard Depot Level Maintenance (SDLM) da aeronave AF-1B N-1001, do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, iniciada em julho de 2022. Trata-se da remoção da asa, que se reveste de grande complexidade, especialmente pela quantidade de conexões hidráulicas e elétricas, sendo fundamental para permitir a inspeção estrutural de seu interior e dos parafusos de fixação na célula da aeronave. Cabe ressaltar que é a primeira vez que a Marinha do Brasil realiza a separação da asa de uma aeronave AF-1B.

A finalização da inspeção SDLM permitirá que a aeronave opere com segurança por um período de 39 meses, consistindo na revisão total dos sistemas hidráulicos, mecânicos e eletrônicos, bem como do assento ejetável.


 



O GAerNavMan cumpriu uma importante etapa da inspeção Standard Depot Level Maintenance (SDLM) da aeronave AF-1B N-1001, do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, iniciada em julho de 2022. Trata-se da remoção da asa, que se reveste de grande complexidade, especialmente pela quantidade de conexões hidráulicas e elétricas, sendo fundamental para permitir a inspeção estrutural de seu interior e dos parafusos de fixação na célula da aeronave. Cabe ressaltar que é a primeira vez que a Marinha do Brasil realiza a separação da asa de uma aeronave AF-1B.

A finalização da inspeção SDLM permitirá que a aeronave opere com segurança por um período de 39 meses, consistindo na revisão total dos sistemas hidráulicos, mecânicos e eletrônicos, bem como do assento ejetável.


 

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O 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) realiza, no período de 16 a 26 de outubro, o exercício de mobilização logística “Robalo”.

Todos os equipamentos componentes do Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Embarcado (SARP-E) “ScanEagle” — aeronaves, lançador, recolhedor, estação de controle terrestre, sobressalentes,
entre outros — foram transportadas da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia e transportados para a Base Aérea de Santa Cruz, de onde as aeronaves estão sendo lançadas e recolhidas.

No exercício, as aeronaves RQ-1 "ScanEagle" realizam voos de observação em pontos sensíveis no perímetro da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM) e das embarcações nas cercanias.

O exercício permite ao EsqdQE-1 colocar em prática os conhecimentos logísticos e operativos necessários ao emprego do “ScanEagle” a partir de uma base operacional alternativa em terra.

 




 

 


 

O 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) realiza, no período de 16 a 26 de outubro, o exercício de mobilização logística “Robalo”.

Todos os equipamentos componentes do Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Embarcado (SARP-E) “ScanEagle” — aeronaves, lançador, recolhedor, estação de controle terrestre, sobressalentes,
entre outros — foram transportadas da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia e transportados para a Base Aérea de Santa Cruz, de onde as aeronaves estão sendo lançadas e recolhidas.

No exercício, as aeronaves RQ-1 "ScanEagle" realizam voos de observação em pontos sensíveis no perímetro da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM) e das embarcações nas cercanias.

O exercício permite ao EsqdQE-1 colocar em prática os conhecimentos logísticos e operativos necessários ao emprego do “ScanEagle” a partir de uma base operacional alternativa em terra.

 




 

 

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No dia 20 de setembro, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41) concluiu com sucesso o resgate de sete tripulantes de uma embarcação pesqueira, que se encontrava a 226 quilômetros da capital de São Luiz (MA).

O barco saiu do município de Camocim (CE), no dia 04 de setembro, para realizar atividade de pesca, no entanto apresentou falha mecânica no sistema de governo, ficando à deriva. O resgate teve apoio da Capitania dos Portos do Maranhão, do Corpo de Bombeiros do Maranhão, do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de São Luiz e da Base Aérea de Belém (BABe), onde se localiza o EsqdHU-41.



 

No dia 20 de setembro, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41) concluiu com sucesso o resgate de sete tripulantes de uma embarcação pesqueira, que se encontrava a 226 quilômetros da capital de São Luiz (MA).

O barco saiu do município de Camocim (CE), no dia 04 de setembro, para realizar atividade de pesca, no entanto apresentou falha mecânica no sistema de governo, ficando à deriva. O resgate teve apoio da Capitania dos Portos do Maranhão, do Corpo de Bombeiros do Maranhão, do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de São Luiz e da Base Aérea de Belém (BABe), onde se localiza o EsqdHU-41.



 

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